Que eu entenda os teus sinais
Pe. Zezinho, scj
Que falas comigo, eu sei! Que me mandas sinais, eu sei. Eu só não sei
ouvir a tua voz, nem ter certeza de que é ela a me falar. Tua voz ainda não soa
aos meus ouvidos e eu não sou muito bom em distinguir vozes interiores nem saber
se vem do Senhor ou da minha própria imaginação. A imaginação já enganou a
muitos crentes que apostaram que era tua voz e não era.
Mas, que me dás
sinais, eu sei que dás. Sou eu que, às vezes, não sei decifrá-los. Que te
comunicas é certo. O problema sou eu, que nem sempre capto. Se posso pedir, -e
sei que posso-, a graça que eu peço é que me ensines a ler os teus sinais e a
ouvir as tuas vozes, as verdadeiras. Quero saber distinguir as vozes falsas que,
na verdade são desejos meus, disfarçados em revelação.
Ensina-me a
distinguir as vozes que me falam ao coração. Eu ainda não sei o que é teu e o
que não é; o que é meu e o que não é. Eu ainda gostaria que me respondesses do
jeito que eu imagino que responderias. Mas a realidade é outra: és livre.
Ensina-me a ouvir o que tens a me falar e não a imaginar que disseste o que eu
gostaria que me tivesses dito.
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Estação das perdas
Há horas em nossa vida que somos tomados por uma enorme sensação de inutilidade,
de vazio.
Questionamos o porquê de nossa existência e nada parece fazer sentido.
Concentramos nossa atenção no lado mais cruel da vida, aquele que é implacável e a todos afeta indistintamente:
As perdas do ser humano.
Ao nascer, perdemos o aconchego, a segurança e a proteção do útero.
Estamos, a partir de então, por nossa conta.
Sozinhos.
Começamos a vida em perda e nela continuamos.
Paradoxalmente, no momento em que perdemos algo, outras possibilidades nos surgem.
Ao perdermos o aconchego do útero,
ganhamos os braços do mundo.
Ele nos acolhe: nos encanta e nos assusta,
nos eleva e nos destrói.
E continuamos a perder e seguimos a ganhar.
Perdemos primeiro a inocência da infância.
A confiança absoluta na mão que segura nossa mão, a coragem de andar na bicicleta sem rodinhas por que alguém ao nosso lado nos assegura que não nos deixará cair...
E ao perdê-la, adquirimos a capacidade de questionar.
Por que? Perguntamos a todos e de tudo.
Abrimos portas para um novo mundo e fechamos janelas, irremediavelmente deixadas para trás.
Estamos crescendo.
Nascer, crescer, adolescer, amadurecer,
envelhecer, morrer.
Vamos perdendo aos poucos alguns
direitos e conquistando outros.
Perdemos o direito de poder chorar bem alto, aos gritos mesmo, quando algo nos é tomado contra a vontade.
Perdemos o direito de dizer absolutamente
tudo que nos passa pela cabeça sem medo de causar melindres.
Assim, se nossa tia às vezes nos parece gorda
tememos dizer-lhe isso.
Receamos dar risadas escandalosamente da
bermuda ridícula do vizinho ou puxar as
pelanquinhas do braço da vó com a
maior naturalidade do mundo e ainda
falar bem alto sobre o assunto.
Estamos crescidos e nos ensinam que não
devemos ser tão sinceros. E aprendemos.
E vamos adolescendo
ganhamos peso, ganhamos seios,
ganhamos pelos, ganhamos altura,
ganhamos o mundo.
Neste ponto, vivemos em grande conflito.
O mundo todo nos parece inadequado aos nossos sonhos,ah ! os sonhos!!!
Ganhamos muitos sonhos.
Sonhamos dormindo, sonhamos acordados,
sonhamos o tempo todo.
Aí, de repente, caímos na real!
Estamos amadurecendo, todos nos admiram.
Tornamo-nos equilibrados, contidos, ponderados.
Perdemos a espontaneidade.
Passamos a utilizar o raciocínio, a razão acima de tudo.
Mas não é justamente essa a condição que nos coloca acima dos outros animais?
A racionalidade, a capacidade de organizar nossas ações de modo lógico e racionalmente planejado?
E continuamos amadurecendo ganhamos um carro novo, um companheiro, ganhamos um diploma.
E desgraçadamente perdemos o direito de gargalhar, de andar descalço, tomar banho de chuva, lamber os dedos e soltar pum sem querer. Mas perdemos peso !!!
Já não pulamos mais no pescoço de quem amamos e tascamos - lhe aquele beijo estalado, mas apertamos as mãos de todos,
ganhamos novos amigos, ganhamos um bom salário, ganhamos reconhecimento, honrarias,
títulos honorários e a chave da cidade.
E assim, vamos ganhando tempo, enquanto envelhecemos.
De repente percebemos que ganhamos algumas rugas, algumas dores nas costas (ou nas pernas), ganhamos celulite, estrias, ganhamos peso e perdemos cabelos.
Nos damos conta que perdemos também o brilho no olhar, esquecemos os nossos sonhos,
deixamos de sorrir, perdemos a esperança.
Estamos envelhecendo.
Não podemos deixar pra fazer algo quando estivermos morrendo. Afinal, quem nos garante que haverá mesmo um renascer, exceto aquele que se faz em vida, pelo perdão a si próprio, pelo compreender que as perdas fazem parte, mas que apesar delas, o sol continua brilhando e felizmente chove de vez em quando, que a primavera sempre chega após o inverno,
que necessita do outono que o antecede.
Que a gente cresça e não envelheça simplesmente. Que tenhamos dores nas costas e alguém que as massageie.
Que tenhamos rugas e boas lembranças.
Que tenhamos juízo mas mantenhamos o bom humor e um pouco de ousadia.
Que sejamos racionais, mas lutemos por nossos sonhos. E, principalmente, que não digamos apenas eu te amo, mas ajamos de modo que aqueles a quem amamos,
sintam-se amados mais do que saibam-se amados.
Afinal, o que é o tempo?
Não é nada em relação a nossa grande missão.
E que missão!
Fique em Paz!
Autor desconhecido
Questionamos o porquê de nossa existência e nada parece fazer sentido.
Concentramos nossa atenção no lado mais cruel da vida, aquele que é implacável e a todos afeta indistintamente:
As perdas do ser humano.
Ao nascer, perdemos o aconchego, a segurança e a proteção do útero.
Estamos, a partir de então, por nossa conta.
Sozinhos.
Começamos a vida em perda e nela continuamos.
Paradoxalmente, no momento em que perdemos algo, outras possibilidades nos surgem.
Ao perdermos o aconchego do útero,
ganhamos os braços do mundo.
Ele nos acolhe: nos encanta e nos assusta,
nos eleva e nos destrói.
E continuamos a perder e seguimos a ganhar.
Perdemos primeiro a inocência da infância.
A confiança absoluta na mão que segura nossa mão, a coragem de andar na bicicleta sem rodinhas por que alguém ao nosso lado nos assegura que não nos deixará cair...
E ao perdê-la, adquirimos a capacidade de questionar.
Por que? Perguntamos a todos e de tudo.
Abrimos portas para um novo mundo e fechamos janelas, irremediavelmente deixadas para trás.
Estamos crescendo.
Nascer, crescer, adolescer, amadurecer,
envelhecer, morrer.
Vamos perdendo aos poucos alguns
direitos e conquistando outros.
Perdemos o direito de poder chorar bem alto, aos gritos mesmo, quando algo nos é tomado contra a vontade.
Perdemos o direito de dizer absolutamente
tudo que nos passa pela cabeça sem medo de causar melindres.
Assim, se nossa tia às vezes nos parece gorda
tememos dizer-lhe isso.
Receamos dar risadas escandalosamente da
bermuda ridícula do vizinho ou puxar as
pelanquinhas do braço da vó com a
maior naturalidade do mundo e ainda
falar bem alto sobre o assunto.
Estamos crescidos e nos ensinam que não
devemos ser tão sinceros. E aprendemos.
E vamos adolescendo
ganhamos peso, ganhamos seios,
ganhamos pelos, ganhamos altura,
ganhamos o mundo.
Neste ponto, vivemos em grande conflito.
O mundo todo nos parece inadequado aos nossos sonhos,ah ! os sonhos!!!
Ganhamos muitos sonhos.
Sonhamos dormindo, sonhamos acordados,
sonhamos o tempo todo.
Aí, de repente, caímos na real!
Estamos amadurecendo, todos nos admiram.
Tornamo-nos equilibrados, contidos, ponderados.
Perdemos a espontaneidade.
Passamos a utilizar o raciocínio, a razão acima de tudo.
Mas não é justamente essa a condição que nos coloca acima dos outros animais?
A racionalidade, a capacidade de organizar nossas ações de modo lógico e racionalmente planejado?
E continuamos amadurecendo ganhamos um carro novo, um companheiro, ganhamos um diploma.
E desgraçadamente perdemos o direito de gargalhar, de andar descalço, tomar banho de chuva, lamber os dedos e soltar pum sem querer. Mas perdemos peso !!!
Já não pulamos mais no pescoço de quem amamos e tascamos - lhe aquele beijo estalado, mas apertamos as mãos de todos,
ganhamos novos amigos, ganhamos um bom salário, ganhamos reconhecimento, honrarias,
títulos honorários e a chave da cidade.
E assim, vamos ganhando tempo, enquanto envelhecemos.
De repente percebemos que ganhamos algumas rugas, algumas dores nas costas (ou nas pernas), ganhamos celulite, estrias, ganhamos peso e perdemos cabelos.
Nos damos conta que perdemos também o brilho no olhar, esquecemos os nossos sonhos,
deixamos de sorrir, perdemos a esperança.
Estamos envelhecendo.
Não podemos deixar pra fazer algo quando estivermos morrendo. Afinal, quem nos garante que haverá mesmo um renascer, exceto aquele que se faz em vida, pelo perdão a si próprio, pelo compreender que as perdas fazem parte, mas que apesar delas, o sol continua brilhando e felizmente chove de vez em quando, que a primavera sempre chega após o inverno,
que necessita do outono que o antecede.
Que a gente cresça e não envelheça simplesmente. Que tenhamos dores nas costas e alguém que as massageie.
Que tenhamos rugas e boas lembranças.
Que tenhamos juízo mas mantenhamos o bom humor e um pouco de ousadia.
Que sejamos racionais, mas lutemos por nossos sonhos. E, principalmente, que não digamos apenas eu te amo, mas ajamos de modo que aqueles a quem amamos,
sintam-se amados mais do que saibam-se amados.
Afinal, o que é o tempo?
Não é nada em relação a nossa grande missão.
E que missão!
Fique em Paz!
Autor desconhecido
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Caminhos escolhidos
Chama-me a atenção
a sociedade que vivemos. Tantos fundamentalistas
religiosos, tantos discursos de
preocupação com o meio ambiente, as pessoas,
mas o que vemos, processos políticos, sociais, econômicos que oprimem
mais que libertam, que faz sofrer mais do que trazer paz, que mata mais do que
faz viver. A ganância de tão poucos
prevalecem sobre tantos. Em pleno século XXI, pessoas morrem de fome, de sede,
por falta de infra estrutura, sem
educação, segurança, amor, paz, saúde,
dignidade.
O poder
opressor utiliza-se da sua falsidade ideológica para lucrar, seja qual for preço, sobre este povo. E, o
como diz o ditado: “Só Jesus Salva!”.
As injustiças
campeiam o mundo, políticos que se dão o
direito de ter aumento absurdos, outros
roubando, utilizando-se do lugar que ocupa para tirar proveito. Haja desmatamentos, seca, fome, miséria, violência,
emprego digno. Nada fazem, discurso tem
muito, pratica nenhuma.
Deus nos fez para sermos felizes, não podemos
assim, compreender a vida com
sofrimentos, cruzando os braços, simplesmente, diante de tantas injustiças,
onde imperam o poder do mal travestido de políticos, riqueza, luxuria,
imoralidade, egoísmo, ganância.
Precisamos levantar a bandeira, primeiro como exemplo do que pregamos,
caso contrário seremos igual a estes representantes do mal. Precisamos espalhar nossa voz, fazendo ecoar por este mundo afora, denunciando,
se opondo as facilidades que corrompem o homem, a sua dignidade. Precisamos alertar o que de fato
acontece. E, que todos os caminhos que
escolhermos para fazer isto, seja de paz e harmonia, mas com perseverança,
determinação, e fé, para que iluminados pelo Espírito Santo de Deus, possamos enfim, construir um mundo de amor,
de família, de melhor educação, saúde, trabalho.
sábado, 24 de novembro de 2012
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Jesus é misericórdia, mas não tolera a injustiça
O Evangelho de hoje, escrito por Lucas, nos fala do Templo. Jesus chega a Jerusalém por ocasião da festa de Páscoa, e expulsa do templo os vendedores.
E diz: "A minha casa será uma 'Casa de oração'." Mas vocês a transformaram num esconderijo de ladrões." Jesus quer purificar o templo que fora transformado em lugar de comércio, de exploração do povo pobre e de enriquecimento dos poderosos. O Mestre não suporta a exploração de ninguém. Aqui, ele não só condena, mas age, energicamente. Depois, continua a ensinar todos os dias no Templo. Isto provocou a ira dos mestres da lei, dos chefes dos sacerdotes e dos líderes que queriam matá-lo.
O que o texto diz para mim, hoje?
Jesus é misericórdia, mas não tolera a injustiça, por isso peço: Espírito purificador, tira do meu coração toda sorte de maldade e de egoísmo, que o tornam indigno de ser morada de Deus.
E diz: "A minha casa será uma 'Casa de oração'." Mas vocês a transformaram num esconderijo de ladrões." Jesus quer purificar o templo que fora transformado em lugar de comércio, de exploração do povo pobre e de enriquecimento dos poderosos. O Mestre não suporta a exploração de ninguém. Aqui, ele não só condena, mas age, energicamente. Depois, continua a ensinar todos os dias no Templo. Isto provocou a ira dos mestres da lei, dos chefes dos sacerdotes e dos líderes que queriam matá-lo.
O que o texto diz para mim, hoje?
Jesus é misericórdia, mas não tolera a injustiça, por isso peço: Espírito purificador, tira do meu coração toda sorte de maldade e de egoísmo, que o tornam indigno de ser morada de Deus.
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Dia Nacional de Ação de Graças
“Digamos sempre obrigado, pois não conquistamos nada sozinhos” Obrigado a todos que de forma direta ou indireta tem justificado a razão do meu viver. Obrigado a meu Deus pela vida, pelas pessoas que me cercam, pelo trabalho que executo, pela fé, que mesmo pequena, me fortalece sempre.
Deus é muito mais
Deus é muito mais
Pe. Zezinho, scj
JUNTEMOS TODAS AS TEOLOGIAS
JUNTEMOS TODAS AS FILOSOFIAS
JUNTEMOS TODAS AS SABEDORIAS QUE HÁ
NÃO SABERÃO DIZER QUEM É DEUS (2X)
JUNTEMOS TODOS OS CONHECIMENTOS
OS PENSADORES E SEUS PENSAMENTOS
OS PREGADORES A DIZER QUE DEUS ESTÁ LÁ
NÃO SABERÃO DIZER QUEM É DEUS ( 2X)
DEUS É MAIS ALÉM
ALÉM DO QUE SABEMOS
ALÉM DO QUE ENTENDEMOS
ALÉM DO QUE NÓS CREMOS
ALÉM DO QUE PENSAMOS
ALÉM DO QUE PREGAMOS
ALÉM DO QUE ENSINAMOS
DEUS É MUITO MAIS
Pe. Zezinho, scj
JUNTEMOS TODAS AS TEOLOGIAS
JUNTEMOS TODAS AS FILOSOFIAS
JUNTEMOS TODAS AS SABEDORIAS QUE HÁ
NÃO SABERÃO DIZER QUEM É DEUS (2X)
JUNTEMOS TODOS OS CONHECIMENTOS
OS PENSADORES E SEUS PENSAMENTOS
OS PREGADORES A DIZER QUE DEUS ESTÁ LÁ
NÃO SABERÃO DIZER QUEM É DEUS ( 2X)
DEUS É MAIS ALÉM
ALÉM DO QUE SABEMOS
ALÉM DO QUE ENTENDEMOS
ALÉM DO QUE NÓS CREMOS
ALÉM DO QUE PENSAMOS
ALÉM DO QUE PREGAMOS
ALÉM DO QUE ENSINAMOS
DEUS É MUITO MAIS
sábado, 17 de novembro de 2012
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Jesus nos convida a seguí-lo.
Impressionante o significado que se dá ao dinheiro, muitos até os fazem deus, e isso fica claro na escolha de qual deles realmente está servindo.
Os preceitos de convivio social, de observações religiosas, se quando surge, necessidades de se doar, assim como fez Jesus, não se é capaz de servir. A transformação é por dentro de cada um, não aparência. A escravidão pelo dinheiro, sim, é uma escravidão, uma vez que a materialidade é princípio, a busca incessante do ter.
Jesus não nos convida para dar esmola, mas principalmente, para seguí-lo, e isto passa pelo despojamento do que é passageiro, nos convida de fato a agir como ele agiu.
Os preceitos de convivio social, de observações religiosas, se quando surge, necessidades de se doar, assim como fez Jesus, não se é capaz de servir. A transformação é por dentro de cada um, não aparência. A escravidão pelo dinheiro, sim, é uma escravidão, uma vez que a materialidade é princípio, a busca incessante do ter.
Jesus não nos convida para dar esmola, mas principalmente, para seguí-lo, e isto passa pelo despojamento do que é passageiro, nos convida de fato a agir como ele agiu.
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
A gratidão a Jesus pela salvação...
Paulinas Online - Evangelho do dia
A gratidão a Jesus pela salvação é elemento essencial da vida cristã. No texto lido, só um homem curado foi agradecido. Pergunto-me e me examino: sou uma pessoa reconhecida, agradecida pela graça e misericórdia de Deus para comigo? De quantas "lepras" já fui curado/a por Jesus? Quantas agradeci?
A gratidão a Jesus pela salvação é elemento essencial da vida cristã. No texto lido, só um homem curado foi agradecido. Pergunto-me e me examino: sou uma pessoa reconhecida, agradecida pela graça e misericórdia de Deus para comigo? De quantas "lepras" já fui curado/a por Jesus? Quantas agradeci?
Soneto de Fidelidade
De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
Vinícius de Moraes
sábado, 10 de novembro de 2012
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Por que arrazoais sobre estas coisas em vosso coração?
Porque tanto sensacionalismo? Quantos fatos
precisamos divulgar sobre corrupção,
roubo a olhos vistos e engravatados, mentiras, escravidão, falta de respeito as
leis. A quem vamos julgar? Podemos julgar? Informar sim, denunciar sim,
mas condenar uma instituição, uma categoria, por atitudes de malfeitores?
O que está por trás de tanto sensacionalismo contra
a IGREJA CATÓLICA? Porque julgar a
Igreja baseado em ocorrências ou
eventos temporais, generalizando e massificando, não
informando? Porque ancorar a decisão em
algo ou alguma coisa, não ajustando dados reais?
É o mesmo que uma empresa julgar uma universidade,
porque três ou quatro estagiários não desempenharam bem suas atividades? A mídia, não importa o meio que se
comunica, tiver entre a sua equipe
alguém que criem matérias para dar ibope ou esteja envolvido com algo não
ético? Vou atribuir aos meios de comunicação como ambiente e pessoas não
recomendáveis? O que dizer então da
classe médica, será ela condenada por tantos maus profissionais no mercado?
Assim tenho lido e ouvido acerca dos casos de
pedofilia com alguns que se dizem padres, mas tem muito a responder pelos seus
crimes a DEUS. Portanto, de que é o
interesse maior de propagação desenfreada, a ponto de repetir reportagens para
dar ibope ou atender outros interesses escondidos?
Presenciamos determinadas “igrejas” que servem ao
dinheiro, que não tem origem no ensinamento CRISTÃO, e sim, no interesse
mercadológico, de atrair clientes cada vez mais, com falácias e exploração da
fé alheia, onde “deus” (assim escrito porque não é o mesmo DEUS que
professamos), é o caminho, e essa
entidade maligna é o pedágio. E nada se fala a respeito, nem reportagem
especiais sobre a exploração.
A Igreja Católica esta sendo alvo de muitos que andam
incomodados com a conversão dos seus
fiéis, que não compra audiência e usa de atrativos com venda de pedaços no céu,
para iludir pessoas de boa fé.
Vemos uma tentativa de apedrejamento para com a
Igreja Católica. A Igreja Cristão, seja Católica ou outra doutrina, vem do
alto, vem de Deus, não tem origem aqui na terra por pessoas de caráter duvidoso,
que enriquece às custas de um povo já sofrido e enganado.
Percebo também,
uma insistência para experimentar e criar polêmica sobre determinados
assuntos, como foi o caso recente de uma menina de 10 anos ficou grávida de seu
padrasto, uma entrevista com Dom Fernando Saborido a um jornal local sobre a
decisão médica de abortar. E o tal reporte insistiu na sua entrevista porque
não estava satisfeito com a resposta dada, que a decisão não era eclesial e sim
médica. Queria ouvir como resposta (para dar furo de reportagem) de Dom
Fernando que iria excomungar as pessoas envolvidas neste caso. É claro o
propósito de quem fez a reportagem. E aqui me lembro de uma passagem bíblica,
em Marcos 2:8 - ... Por
que arrazoais sobre estas coisas em vosso coração? E em Mateus 22:18 - Jesus, porém,
conhecendo-lhes a malícia, respondeu: Por que me experimentais, hipócritas? É
esse sentimento que tive ao ler a entrevista.
sábado, 3 de novembro de 2012
Paulinas Online - Evangelho do dia
Paulinas Online - Evangelho do dia
Pai, faze-me humilde e discreto no trato humano. E que eu não aspire grandeza humana. Basta-me ser reconhecido e exaltado por ti.
Pai, faze-me humilde e discreto no trato humano. E que eu não aspire grandeza humana. Basta-me ser reconhecido e exaltado por ti.
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