quarta-feira, 11 de outubro de 2017

A caminho do Engenho Água Doce

O Engenho Água Doce possui uma arquitetura de meados do século 19. Hoje produz em sua moita cachaça artesanal de alambique de cobre. Também é uma ótima pedida para quem quer fazer turismo gastronômico.
A 87 km do Recife, acesso pela BR 408.


Fotos: Luiz Amorim













Esta Igreja fica no centro da cidade de Vicência.

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Engenho Jundiá - Um passeio na história.

O Início

Em 1501, quando a expedição do navegador Gaspar de Lemos fundou feitorias no litoral da colônia portuguesa, na recém descoberta América, teve início o processo de colonização de Pernambuco, uma das primeiras áreas brasileiras a ter ativa colonização portuguesa.
 Dentre os primeiros 14 lotes distribuídos por D. João III estava a Capitania de Pernambuco, ou Capitania de Nova Lusitânia, como seu Donatário, Duarte Coelho, a batizou. Dessa forma, em 1535, Duarte Coelho se estabeleceu no local onde fundou a vila de Olinda e espalhou os primeiros engenhos da região. Até então, os ocupantes do território eram os índios Tabajaras.

A Colônia

No período colonial, Pernambuco torna-se um grande produtor de açúcar e durante muitos anos é responsável por mais de metade das exportações brasileiras. Pernambuco torna-se a mais promissora das capitanias da Colônia Portuguesa na América. Tal prosperidade chamou a atenção dos holandeses, que, entre 1630 e 1654, ocuparam toda a região, sob o comando da Companhia das Índias Ocidentais, tendo como representante o Conde Mauricio de Nassau, que por ter incendiado Olinda, estabeleceu-se no Recife, fazendo-a capital do Brasil holandês. Nassau traz para Pernambuco uma forma de administrar inovadora. Realiza inúmeras obras de urbanização, amplia a lavoura da cana e assegura a liberdade de culto.

No período holandês, é fundada no Recife a primeira sinagoga das Américas. Amante das artes, Nassau tem na sua equipe inúmeros artistas, como Frans Post e Albert Eckhrout, pioneiros na documentação visual da paisagem brasileira e do cotidiano dos seus habitantes.  
Fonte: http://www.pe.gov.br/conheca/historia/
O patrimônio cultural de PE, pode ser ratificada com a apreciação ha história dos seus engenhos, a importância para economia e o sócio cultural.

Engenho Jundiá, fica localizado na zona da Mata Norte, a 87 km do Recife, e data de 1817. 

Fotos: Luiz Amorim
























segunda-feira, 9 de outubro de 2017

SÍNDROME do deixa a vida me levar...

Somos resultados de nossas escolhas e ações.  Muitas vezes deixamos ou nos acomodamos a ouvir, receber tudo pronto, mastigado, sem trabalho para ingerir.  Resultado, a dependência da decisão do outro, da vontade do outro, uma vez que até os outros costumam não mais aceitar nossa opinião, riem quando expressamos uma idéia formada. Começasse o processo de atrofia da mente, a não querer mais pensar, e deixar que outros pensem por você. 
Um bom exemplo eu li no livro Tríade do Tempo de Christian Barbosa, quando compara a vida a um avião.
Quando se está dentro do avião,  há duas posições: PILOTO ou PASSAGEIRO.
Passageiro – é levado para uma direção e, quase nada pode ser feito. Alguém tem o controle do caminho a ser seguido.
Piloto – assume o controle do avião e leva para onde desejar. Escolhe o caminho a seguir, a velocidade e a direção que quer alcançar.
E hora de assumir a posição de piloto. Sair da zona de conforto se deseja chegar algum lugar. A escolha é sua: ficar lamentando e pondo a culpa nos outros, a margem da vida, ou assumir o comando da vida, estabelecer um plano, um rumo, metas a serem alcançadas.  Começar a pensar e formar novas idéias.  E, como escreveu Raul Seixas:
Prefiro ser
Essa metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo

Eu quero dizer
Agora, o oposto do que eu disse antes

Sobre o que é o amor
Sobre o que eu nem sei quem sou

Se hoje eu sou estrela
Amanhã já se apagou...

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Auto Retrato - Luiz Amorim

Eu não era assim, fui moldado pelo tempo
Entre tempestades, bonanças, entre tristezas e alegrias
Ora vazios, ora cheio de luz. Ora amargo, ora com Fé.
Foram os dias se passando e eu aprendendo.
Ache que era forte, hoje sou mais,
Não força física, mas a que a vida me ensinou
Que transformou meu ser em ser melhor
Quem aprecia a vida como ela é, simplesmente.
O tempo foi trazendo as consequências das escolhas,
Discreto, sem alarde, sofri até, mas aprendi
Que tempo não é elástico, é oportunidade de viver                                                                  Do ser total, do ser que ama, que respeita, e que aprendeu a viver.
Luiz Amorim