quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Uma reflexão para os que valorizam as picuinhas da vida. Eu não tenho tempo para isto, ou vivo e procuro ser feliz, ou sobrevivo para oferecer a minha mente prodigiosas coisas que me faz perder tempo em buscar a felicidade. Ele existe a partir de como você encara a vida. Portanto, busque a felicidade, não está no dinheiro ou no que se tem ou deixa de ter, viva e procure ser feliz com o que você é e busca ser, pra si e para o outro. Seja a árvore que oferece o seu melhor sempre.
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Se o amor que se declara a alguém não for capaz de perdoar este, ao contrário, são guardadas as mágoas e rancores enquanto este alguém vive neste plano terrestre, quando este for chamado a casa do Pai, que não seja este o dia para esquecer com as lágrimas, elas não poderão mais lavar o que foi manchado pelos ressentimentos desta vida terrena. Antes, agradeça por não ter que conviver com este alguém, e assim, livrar-se da culpa do rancor.
Família é pensar coletivo, agir coletivo, é ser individual sem querer que o outro viva a mesma imagem e semelhança que vivo. Ser família não é estar controlando o outro, chamando isso de cuidado, isto é possessão, obsessão. Família é conviver com as diferenças e amar assim mesmo. Família não é cobrar a presença, não se fazer mais importante perante o outro, ser melhor. Família é ser único, sem querer ser um para cada pessoa. Família não interpreta, vive na realidade. Não fantasia problemas, não cria intrigas, não faz fofoca, não separa. Família é amor e este é supremo sentimento que une, que supera, que sustenta uma convivência, que não vive de picuinhas do disse me disse. Família é doação sem cobrança, sem imposição, sem divulgação do que se fez para o outro. Se não enxergar assim, apenas está enxergando a si mesmo, nada além do próprio nariz, do orgulho, do ponto de vista vencedor (eu sei mais que você, se quiser é assim). É praticar o que se propaga de bondade, de amor ao próximo, de entender o outro, de fazer valer as orações, a vida de cristão.
Onde há amor, há perdão, há construção do sentimento fraternal, há amizade, há solidariedade, há respeito pelo o que o outro é e não pelo quero que ele seja. Quando há amor de verdade, desejamos para a pessoa que seja feliz, da sua forma, não do jeito que acho que deve ser. Amor de verdade, perdoa, não faz sofrer o outro, não é viver a vida do outro e nem querer que o outro pense como eu. Amor só tem que tem respeito pelo outro, não o declarado, mas o vivido no cotidiano, com os erros e acertos.
Vida curta para tantas picuinhas
A vida poderia ser mais feliz se as pessoas não fossem tão egoístas, querendo que o outro reflita sua vontade, seu modo de ser, seus pensamentos, como um próprio endeusamento; que o outro seja a minha imagem e semelhança.
Percebemos comportamentos estranhos de amor, pessoas que dizem que amam o outro, no entanto, criam fantasias a partir da sua própria concepção de vida, e vemos que este é um amor de troca, ou você age e pensa como eu, ou não te amo mais. Bem assim.
São pontos de vista egoístas, que não permitem que o viva, ou não aceita a condição da vida que o outro vive. Até penso que interferem tanto a vida do outro, que o puxa para trás, apelando para nada dar certo, exceto o que este concordar que é certo. Nada dá certo, porque o outro pode criar asas e voar, e tento, cortar estas asas antes que isto aconteça. Chego a pensar que isto pode ser um caso de obsessão, querer possuir o outro em mente, e as consequências não são medidas porque quem faz. E, muitas vezes escutamos coisas que, isto é cuidado, será? Pra mim é querer controlar o outro a sua vontade, não deixar que o outro tenha vida, e chamam isto de amor.
Pessoas que criam suas fantasias de vida, suas próprias mentiras, e se intrigam por qualquer picuinha. Onde estar o amor declarado? Criam um conceito que todos estão errados, conspiram contra mim, e então deixam-se ser possuído pelo espírito do egoísmo, do orgulho, da arrogância, do veneno amargo da prepotência. Não conseguem enxergar o outro, mas, a si mesmo, e não admite que o outro tenha vida.
Vivo a rezar, a declarar fé, a integrar uma vida de rezas, a propagar que o perdão é cristão, mas, na hora de colocar a prova esta fé, o ponto de vista prevalece, e condenam pessoas, comportamentos, e não perdoa. E, tudo o que foi professado como cristão, não serve. Fulano me ofendeu porque não satisfez a minha vontade; Beltrana não liga mais pra mim, também não vou ligar. Se careta matasse, eu estava morto.
Ainda pior, quando nos deparamos com atores da vida real, dramatização até um sopro, adoecem, se martirizam como demonstração de uma dor que não sente. São criticas mas não aceitam criticas. Gostam de falar do erro dos outros, da forma como o outro age, se veste, pensa, mas não suporta um não.
Picuinhas apenas atrapalham, impedem a felicidade da própria pessoa e da outra. Causa doença grave de comportamento.
Percebemos comportamentos estranhos de amor, pessoas que dizem que amam o outro, no entanto, criam fantasias a partir da sua própria concepção de vida, e vemos que este é um amor de troca, ou você age e pensa como eu, ou não te amo mais. Bem assim.
São pontos de vista egoístas, que não permitem que o viva, ou não aceita a condição da vida que o outro vive. Até penso que interferem tanto a vida do outro, que o puxa para trás, apelando para nada dar certo, exceto o que este concordar que é certo. Nada dá certo, porque o outro pode criar asas e voar, e tento, cortar estas asas antes que isto aconteça. Chego a pensar que isto pode ser um caso de obsessão, querer possuir o outro em mente, e as consequências não são medidas porque quem faz. E, muitas vezes escutamos coisas que, isto é cuidado, será? Pra mim é querer controlar o outro a sua vontade, não deixar que o outro tenha vida, e chamam isto de amor.
Pessoas que criam suas fantasias de vida, suas próprias mentiras, e se intrigam por qualquer picuinha. Onde estar o amor declarado? Criam um conceito que todos estão errados, conspiram contra mim, e então deixam-se ser possuído pelo espírito do egoísmo, do orgulho, da arrogância, do veneno amargo da prepotência. Não conseguem enxergar o outro, mas, a si mesmo, e não admite que o outro tenha vida.
Vivo a rezar, a declarar fé, a integrar uma vida de rezas, a propagar que o perdão é cristão, mas, na hora de colocar a prova esta fé, o ponto de vista prevalece, e condenam pessoas, comportamentos, e não perdoa. E, tudo o que foi professado como cristão, não serve. Fulano me ofendeu porque não satisfez a minha vontade; Beltrana não liga mais pra mim, também não vou ligar. Se careta matasse, eu estava morto.
Ainda pior, quando nos deparamos com atores da vida real, dramatização até um sopro, adoecem, se martirizam como demonstração de uma dor que não sente. São criticas mas não aceitam criticas. Gostam de falar do erro dos outros, da forma como o outro age, se veste, pensa, mas não suporta um não.
Picuinhas apenas atrapalham, impedem a felicidade da própria pessoa e da outra. Causa doença grave de comportamento.
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Multidão indisciplinada é um perigo para um estado democrático
"Manobrar um exército é vantajoso, manobrar uma multidão indisciplinada, perigoso demais. " A Arte da Guerra - Sun Tzu.
Dentro deste conceito e no atual cenário brasileiro, as tantas manifestações passaram a este multidão indisciplina, perigosa demais para um país democrático. Os vândalos apoderam-se das fraquezas de muitas autoridades, e insistir que essas manifestação tem um tom democrático, discordo, pois fere o meu direito de ir e vir, fere o direito de quem tem seu patrimônio apedrejado, destruído. Democracia para mim, não combina com violência, não combina em um estado de guerra.
É engraçado o momento que vivemos, nestes casos, quando há um interferência impositiva da polícia, fere o estado democrático, a polícia age com violência. Se a polícia apenas acompanha, a polícia é inerte, incompetente. Enquanto isso, os marginais apoderam-se das ruas, das praças, destroem patrimônio publico e privado, e chamar isso de democracia é uma violência ao meu estado de direito como cidadão, é libertar marginais e aprisionar os cidadãos.
Dentro deste conceito e no atual cenário brasileiro, as tantas manifestações passaram a este multidão indisciplina, perigosa demais para um país democrático. Os vândalos apoderam-se das fraquezas de muitas autoridades, e insistir que essas manifestação tem um tom democrático, discordo, pois fere o meu direito de ir e vir, fere o direito de quem tem seu patrimônio apedrejado, destruído. Democracia para mim, não combina com violência, não combina em um estado de guerra.
É engraçado o momento que vivemos, nestes casos, quando há um interferência impositiva da polícia, fere o estado democrático, a polícia age com violência. Se a polícia apenas acompanha, a polícia é inerte, incompetente. Enquanto isso, os marginais apoderam-se das ruas, das praças, destroem patrimônio publico e privado, e chamar isso de democracia é uma violência ao meu estado de direito como cidadão, é libertar marginais e aprisionar os cidadãos.
Muitos da nossa sociedade agem assim, criticando, acusando, porém, não traz consigo uma solução, apenas incendeia ainda mais ao vandalismo institucionalizado.
A quem interessa esta instabilidade? A quem interessa? Quem são os mandantes? Os patrocinadores destas barbáries?
Dizem ser contra a realização da COPA DO MUNDO NO BRASIL, mas, porque só agora se manifestam? Porque quando o governo que candidatou-se para concorrer para sediar a copa, não aconteceram estas manifestações? Porque não foram nas ruas naquela época? É preciso ir além do combate a estes marginais, é preciso uma investigação para saber quem são os seus patrocinadores.
Quer manifestar sua indignação, mude seu voto, tire do poder todos que aí encontram-se fazendo e acontecendo e uma multidão aplaudindo.
Para mim, quem tem algo a dizer diz de cara limpa. Esconder-se por trás de uma máscara, é coisa de bandido que não quer ser reconhecido, apenas se for ferido no combate. E, vem mil organizações e outros membros da sociedade em defesa do coitado do marginal.
Pense Nisso!
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Tenho percebido que tem muita gente que vive a lamentar, vive a sequestrar a própria consciência criando imagens fabulosas e fantasiosas sobre si e o mundo que os cerca. Tudo em volta age como força para as fantasias mentais, não convive por não ter tempo de ser feliz, mas de observar gestos, palavras e trazer para si ou criar em si que estão falando, fazendo, xingando, invejando, e tantas tolices mais. O perigo é quando tudo isto torna-se um hábito, e este pode transformasse em doença somatizada pelo pensamentos. Pessoas que vivem com medo do tempo, que buscam escolhas conforme estes seus pensamentos, mas não aguentam as consequências provenientes destas escolhas. Fiquem atentos para não cair nesta armadilha da mente! Que seja a oração a Deus Pai sua cura e salvação!
sábado, 1 de fevereiro de 2014
No Evangelho de hoje nos faz pensar na tempestades que vivemos em nosso cotidiano. Tantas vezes em situações de tranquilidade dizemos que temos fé, que Jesus está conosco, porém, ao menor problema, nos apavoramos com a situação. E, como no texto relata, achamos que Jesus está dormindo e não vê o que acontece em nossa volta. Fazemos barulho como que quiséssemos acordar Jesus.
Pai, concede-me uma fé profunda que permita manter-me sereno em meio às tribulações desta vida, certo de que está comigo o Senhor.
Pai, concede-me uma fé profunda que permita manter-me sereno em meio às tribulações desta vida, certo de que está comigo o Senhor.
Assinar:
Postagens (Atom)