A chamada
modernidade, concebida nos termos impostos pelo capitalismo sem freio ou
respeito, torna a vida um continua tensão. É como fosse uma erva
daninha infiltrada no contexto, que suga a condição humana, e diante do
poder, nutrem-se do egoísmo pelo ter, do radicalismo materialista, dos discursos fáceis, da pregação de uma religião que mata, explora, baseados nas crenças pessoais de um deus vingativo, que tudo condena - nos outros.
Vejamos então sobre a evolução dos tempos, a dita era moderna:
- Avanço tecnologico - milhões de recursos são investidos para buscar a marca que vai trazer as melhores ferramentas, enquanto milhões de pessoas morrem de fome, são violentadas, moram nas ruas, em baixo de pontes e viadutos. A guerra prospera pelo poder de ter mais, de ter fama, de ter, ter, ter em prol da vitimação de seres humanos, não interessa se crinças, mulheres, idosos, homens.
- O mercado exige qualificação - poucos são os que tem acesso a uma educação que de fato desenvolve. Hoje é percebido a quantificação de pessoas em ensino superior, como isso bastasse. Com promoção de cursos ditos "qualificação profissional", que não educam, que não agregam valor a formação do ser, mas que justificam uma medida política.
- É exigido dos profissionais toda uma sustentação de mais competências, mais títulos, mais isso, mais aquilo, para atender a um mercado excludente, discriminativo.
- As crises economicas do mundo, a sobra maior é para o menor. Corta verbas da educação, segurança, saúde, moradia. Só não corta verbas para satisfazer a volúpia das verbas destinadas a fúria dos políticos, que indo em contra ao momento, na calada da noite, concedem aumentos acima da realidade economica, com percentuais de 60%, 70%.
Essa é a chamada modernidade. Um conceito particular dos que estão infiltrados na pratica de sugar e vitimar as pessoas inocentes, trabalhadores de verdade. Chamam de moderno os tempos que vivem, porém, nada mudou da época de escravidão, do tempo coronelista.
terça-feira, 31 de julho de 2012
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Modernidade?! Será!?
Há muito se houve falar sobre modernidade, e aqui, não vamos nos
reportar ao movimento idealista, mas ao conceito de atualização, de um
mundo novo que gira em torno das tecnologias, competências essenciais
das organizações, na constante busca das pessoas para se manterem
competitivas. Um fato verificado na sociedade, porém, não observa-se o
jeito de fazer política. O sistema continua ultrapassado e valores
éticos e morais questionados.
Uma análise das profissões e sua evolução é um bom processo para perceber efeitos da modernidade. Organizações buscam novos modelos de gestão, estabelecendo não apenas critérios técnicos e teorias organizacionais, mas profissionais qualificados do ponto de vista comportamental, competitivo, atualizado. Porém, algumas sociedades tornam os profissionais com mais de 40 anos não mais condizente com o contexto. No Brasil, há uma pressão enorme para - "exterminar" a aposentadoria, dificultando e desvalorizando quem de fato já completou seu tempo de trabalho, esticando o tempo de contribuição do trabalhador para previdências social, a idade aumentando. E, medidas como estas, por isso a palavra exterminio, o mercado não mais contemplam pessoas, independente de sexo, com mais de 40 anos. Que bom esse conceito de ajustes da era moderna fosse também pensanda para as instituições políticas, digo CONGRESSO, CAMARA, ASSEMBLEIAS e demais organizações governamentais. Melhorar a política e os políticos, exigindo títulos, publicações, e aos que buscam um cargo publico, apresentar projetos para seu mandato, metas que desejam alcançar, e serem cobrados por resultados. Eliminaríamos em muito os fafarrões que não sabem o que é sistema de governo, e pior, entra mandato e termina mandato, e nenhum contribuição é agregado a melhoria da sociedade, apenas a conta bancária de cada um. Modernidade, podemos chamar modernidade?
Você que nos lê, qual sua idéia de modernidade, que aspectos você questiona esse conceito em relação ao nosso cotidiano? Deixe seu comentário.
Uma análise das profissões e sua evolução é um bom processo para perceber efeitos da modernidade. Organizações buscam novos modelos de gestão, estabelecendo não apenas critérios técnicos e teorias organizacionais, mas profissionais qualificados do ponto de vista comportamental, competitivo, atualizado. Porém, algumas sociedades tornam os profissionais com mais de 40 anos não mais condizente com o contexto. No Brasil, há uma pressão enorme para - "exterminar" a aposentadoria, dificultando e desvalorizando quem de fato já completou seu tempo de trabalho, esticando o tempo de contribuição do trabalhador para previdências social, a idade aumentando. E, medidas como estas, por isso a palavra exterminio, o mercado não mais contemplam pessoas, independente de sexo, com mais de 40 anos. Que bom esse conceito de ajustes da era moderna fosse também pensanda para as instituições políticas, digo CONGRESSO, CAMARA, ASSEMBLEIAS e demais organizações governamentais. Melhorar a política e os políticos, exigindo títulos, publicações, e aos que buscam um cargo publico, apresentar projetos para seu mandato, metas que desejam alcançar, e serem cobrados por resultados. Eliminaríamos em muito os fafarrões que não sabem o que é sistema de governo, e pior, entra mandato e termina mandato, e nenhum contribuição é agregado a melhoria da sociedade, apenas a conta bancária de cada um. Modernidade, podemos chamar modernidade?
Você que nos lê, qual sua idéia de modernidade, que aspectos você questiona esse conceito em relação ao nosso cotidiano? Deixe seu comentário.
sexta-feira, 27 de julho de 2012
quinta-feira, 26 de julho de 2012
quarta-feira, 25 de julho de 2012
terça-feira, 24 de julho de 2012
Intervalo para estudo
Caros amigos leitores, estou necessitando um intervalo, pois o mestrado tem me consumido bastante, mas logo estarei de volta.
Grande abraço,
Luiz
Grande abraço,
Luiz
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Está a humanidade escrava dos deuses que arrastam para o fundo do abismo?
Há uma realidade que pode-se perceber no mundo de hoje, muita ânsia, voraciade por exibir o seu quantitativo poder do ter, e ter mais, e muito mais do que o outro. Quem está mais em dia com as roupas de grife, ou contato com "famosos", ou celular, ipad, e tantas outras coisas, de última geração. Sem falar no culto ao corpo, as questões puramente da matéria, da anormalidade fantasiosa que mais parecem deuses. Não sou artista plástico, mas é um cenário que se pintado em uma tela, apresenta o sombrio horizonte dos que buscam maior satisfação no corpo e no seu deus dinheiro,
vivendo quase um ateísmo camuflado, mas indiferente ao mundo real que
vivem de tão enebreados estão pelos
ídolos do ter e poder, pelo hedonismo egoista, pela prosperidade que
cega a ordem dos valores éticos e morais. Vivem em um mundo racional, uma desordem sexual quando o amor é relevado em prol ao instinto, sem compromisso e responsabilidade.
É
o homem fazendo-se deus através da auto-escravidão no desatino da fé. A
inversão do plano de Deus para o homem, que perdem-se no seu livre
arbítrio de ser para a simples condição do ter. A falsa “liberdade de expressão” condena a própria sociedade a crises existenciais, de comportamento, de degradação.
Mas
Deus não quer a humanidade condenada, escrava dos deuses que arrastam
para o fundo do abismo. Quando enviou seu próprio filho para nos salvar,
já anunciava o Amor que convertia, que despertava todos para a presença
divina entre nós, e convidava todos Vinde e vede a infinita
misericórida divina a nos conduzir a uma vida nova. “Deus
é rico em misericórdia” e nos mostra diariamente o quanto é bom renovar
a vida, que frutifica o amor infinito de Deus que vive e reina.
“Deus
criou o homem racional, dotado do domínio dos seus próprios atos, quis
deixar o homem entregue à sua própria decisão, de tal modo que procure
por si mesmo o seu Criador e, aderindo livremente a Ele, chegue à total e
beatífica perfeição”. “A liberdade é, no homem, uma força de
crescimento e de maturação na verdade e na bondade. E atinge a perfeição
quando está ordenada para Deus, nossa bem-aventurança”. (Catecismo da
Igreja, n.º 1730 / 1731.).
Aqui é estendido o convite para repensar nossos valores, em um Deus que salva, que transforma, que renova a vida.
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Que caminhos estamos percorrendo para chegar onde planejamos?
COMPROMETIMENTO E DISCIPLINA
Lemos no dicionário que estar comprometido significa assumir compromissos e responsabilidade. E
acrescento, é deixar de lado as desculpas pelo baixo desempenho e sair
fugindo como se estivesse procurando abrigo, para seus desencantos,
indecisões, e com uma constância enorme de querer estar mudando de
“porto em porto”, e querendo levar outros no seu “barco”. Ora é o ambiente que não está acomodando minhas “expectativas de milagres”, ora é querer ser do contra tudo e todos, os famosos revoltados sem causa, apenas usa de fugas, de transferir culpas.
Por
vezes, em momentos de nossa vida, seja pessoal, social, acadêmico,
buscamos justificar o porquê não transformamos nosso “empenho” em
desempenho. Falta o comprometimento com nossos propósitos, falta-nos objetivo, dedicação, direcionamento e foco no que desejamos como futuro. Uma
tensão enorme acontece entre nossa realidade e a nosso comprometimento,
disciplina para alcançar e realizar nossos objetivos.
O
que deixamos por alternativa de ali não estarmos encontrando o milagre
para nosso próprio descaso com a vida, não vamos encontrar também, seja
em qualquer outro lugar que achamos poder ser melhor. Simplesmente,
porque a mudança maior é interna, em nossas atitudes, nosso
comportamento, nossa forma de observar o mundo e as coisas. Não é
mudando ou se transferindo de lugar ou espaço que vamos encontrar abrigo
para nossa falta de comprometimento.
Muitas vezes falta-nos a disciplina, que se formos buscar sua origem encontramos como significado "aquele que segue", que vem do termo “discipulo”. Aqueles
que seguem uma disciplina para com a vida, faz o diferencial. Não é o
ambiente externo que precisa ser mudado, mas sim o ambiente interno, em
nós que o processo deve iniciar. Colhemos
o que plantamos, a terra precisa ser preparada, o tempo do plantio e
cultivo, é preciso cotidianamente ser cuidada, para que possamos enfim
colher bons frutos.
Que caminhos estamos percorrendo para chegar onde planejamos? A
disciplina se não conseguirmos torná-la um hábito em nossas vidas,
podemos estar fadados a constantes transferências de culpas pelos nossos
fracassos.
quinta-feira, 19 de julho de 2012
LIÇÃO DE VIDA
Uma história para refletir sobre a vida
Um menino estava tentando empurrar um armário com toda a sua força, porém como ele era pequeno e não tinha forças suficiente para isso então o armário não se movia nada, não adiantava a posição que ele estava e nem o quanto de força ele fazia.
Eis que surgiu o seu pai e perguntou ao filho se ele estava usando toda a sua força. O filho respondeu que sim, ma......s o pai retrucou dizendo que ainda não tinha pedido a ajuda dele, então não estava usando toda a sua força.
Esta historia é muito simples, mas que tem um grande sentido. Mostra que por mais que você pense que está lutando com as suas forças sempre existirá alguém para te ajudar e assim fazer com que a sua força cresça mais ainda.
Inúmeras pessoas precisam desta ajuda, mas não tem por que não tentam, ou seja, na historia aparece o pai, mas na vida real pode ser um amigo, uma pessoa que você confie muito. Lembre-se Deus está sempre presente em nossas vidas.
Um menino estava tentando empurrar um armário com toda a sua força, porém como ele era pequeno e não tinha forças suficiente para isso então o armário não se movia nada, não adiantava a posição que ele estava e nem o quanto de força ele fazia.
Eis que surgiu o seu pai e perguntou ao filho se ele estava usando toda a sua força. O filho respondeu que sim, ma......s o pai retrucou dizendo que ainda não tinha pedido a ajuda dele, então não estava usando toda a sua força.
Esta historia é muito simples, mas que tem um grande sentido. Mostra que por mais que você pense que está lutando com as suas forças sempre existirá alguém para te ajudar e assim fazer com que a sua força cresça mais ainda.
Inúmeras pessoas precisam desta ajuda, mas não tem por que não tentam, ou seja, na historia aparece o pai, mas na vida real pode ser um amigo, uma pessoa que você confie muito. Lembre-se Deus está sempre presente em nossas vidas.
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Palestras e cursos AGOSTO
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Luiz Carlos
M Amorim
O poder não muda as pessoas, e sim as revela.
O poder muda ou revela quem de fato é a pessoa?
Sempre a ambição do poder, presente em todos os níveis da sociedade. Esta é uma tentação ao ser humano, o poder para dominar, o poder do TER, o desenfreado desejo de ser mais importante que os outros.
Platão
– filósofo e sábio grego – já dizia que o verdadeiro político não ama o
comando e o poder, mas usa o comando e o poder como serviço, para o bem
de todos. E assim deveria ser com todas as profissões, meios sociais,
escolas, corporações, enfim em toda a sociedade deveria prevalecer o que
fazemos para o bem comum, o bem de todos.
O
poder que domina e reprime, parece-nos cada dia mais evidente, visível,
descarada, impune, irracional, desumana, e muitas vezes camufladas na
imagem oca de humanismo.
Estar no poder, diz O psicanalista Jacques Lacan, "dá um sentido interiormente diferente às suas paixões, aos seus desígnios, à sua estupidez mesmo". O poder atrai e fascina, poder iguais, caminhos diferentes, na história temos exemplos contundentes, de ditadores, capitalistas, fundamentalistas religiosos, e tantos, que aqui não cabe a discussão.
Chego
a conclusão que não é poder que muda as pessoas, e sim as revela, a
máscara que até então enganou, cai diante do agora “eu tenho a força”, “eu tenho o poder”. Desinibe e faz emergir o caráter enrustido, da corrupção, do egocentrismo, do narcisismo, da ganância, da falsa soberania, e em acreditar que tudo compra.
Diz o ditado: quando se quer conhecer uma pessoa, dê o poder a ela, um outro só se conhece o soldado quando ele vira tenente.
O
sonho de Jesus é que a autoridade seja instrumento de fraternidade.
Autoridade quando usado como poder e dominação, destrói o ideal HUMANO.
terça-feira, 17 de julho de 2012
O coronelismo nas organizações
O
termo coronel como podemos observar, era o CHEFE de um determinado local que
geralmente era dono de terras ou comerciante.
Não difere muito do conceito dos chefes organizacionais, que incorporam
este conceito e age como se fossem os “coronéis” organizacionais. Este período
republicano foi de extrema prática autoritária e violenta de controle de pessoas
e disseminava o medo como forma de atingir seus objetivos. O respeito era
resultado desta atitude, impor o medo para realizar fatos e decisões segundo a
vontade do CHEFE.
No
contexto atual do ambiente empresarial,
ainda observamos o perfil do mando, do centralizador, do poder como forma
de operacionalizar os processos. O Brasil como país de raízes autoritárias, o
valor pregado não o mesmo do praticado. No cenário empresarial não muda. Seguem
as tendências da moda empresarial, apenas um ato de “passarela”.
Observamos
neste cenário dois grupos de empresas:
1
– as que não acreditam em seus valores teóricos e não buscam inseri-los em seu
cotidiano. Mantém apenas para seguir a tendência da moda empresarial;
2
– e as que buscam realmente praticar seus valores teóricos.
É
preciso mudar não o discurso, mas a prática, sair do conceito de CORÓNEIS
organizacionais, para uma gestão participativa e que dê sustentabilidade ao
desempenho da empresa. Ainda podemos observar no contexto
organizacional,
“...ilhas de racionalidade convivendo com
os princípios herdados do
coronelismo clássico...” João Vasconcelos
E
João Vasconcelos conclui, “Avançar no sentido de criar uma lógica gerencial que
leve em conta nossas particularidades culturais, e que vença estes ranços
construídos historicamente” é o caminho para transformar o “DNA” do
autoritarismo (grifo nosso).
sábado, 14 de julho de 2012
sexta-feira, 13 de julho de 2012
NINGUÉM NASCE FEITO: É EXPERIMENTANDO-NOS NO MUNDO QUE NÓS NOS FAZEMOS
Ninguém nasce feito. Vamos nos fazendo aos poucos, na prática social de que tomamos parte.
Não
nasci professor ou marcado para sê-lo, embora minha infância e
adolescência tenham estado sempre cheias de “sonhos” em que rara vez me
vi encarnando figura que não fosse a de professor.
“Brinquei”
tanto de professor na adolescência que, ao dar as primeiras aulas ao
curso então chamado de “admissão” no Colégio Osvaldo Cruz do recife, nos
anos 40, não me era fácil distinguir o professor do imaginário do
professor do mundo real. E era feliz em ambos os mundos. Feliz quando
puramente sonhava dando aula e feliz quando, de fato ensinava.
Eu
tinha, na verdade, desde menino, um certo gosto docente, que jamais se
desfez em mim. Um gosto de ensinar e de aprender que me empurrava à
prática de ensinar que, por sua vez, veio dando forma e sentido àquele
gosto.Umas dúvidas, umas inquietações, uma certeza de que as coisas
estão sempre se fazendo e se refazendo e, em lugar de inseguro, me
sentia firme na compreensão que, em mim, crescia de que a gente não é,
de que a gente está sendo.
Às
vezes, ou quase sempre, lamentavelmente, quando pensamos ou nos
perguntamos sobre a nossa trajetória profissional, o centro exclusivo
das referências está nos cursos realizados, na formação acadêmica e na
experiência vivida na área da profissão. Fica de fora como algo sem
importância a nossa presença no mundo. É como se a atividade
profissional dos homens e das mulheres não tivesse nada que ver com suas
experiências de menino, de jovem, com seus desejos, com seus sonhos,
com seu bem-querer ao mundo ou seu desamor à vida. Com sua alegria ou
com seu mal-estar na passagem dos dias e dos anos.
Na
verdade, não me é possível separar o que há em mim de profissional do
que venho sendo como homem. Do que estive sendo como menino do Recife,,
nascido na década de 20, em família de classe média, acossada pela crise
de 29. Menino cedo desafiado pelas injustiças sociais como cedo
tomando-se pela raiva dos preconceitos raciais e de classe a que
juntaria mais tarde outra raiva, a raiva dos preconceitos em torno do
sexo e da mulher.
Aprendemos experimentando, transformando em praticando o que aprendemos continuamente. (grifo nosso). A
maneira sempre aberta como me experimentei(...) com direito posto em
prática, de perguntar, de discordar, de criticar, (...) Minha prática
dialógica me preparara para continuar a vive-la (...) .
(...)
Não nasci, porém, marcado para ser alguém reativo a vida (grifo nosso).
Vim me tornando desta forma no corpo das tramas, na reflexão sobre a
ação, na observação atenta a outras práticas ou à prática de outros
sujeitos, na leitura persistente, crítica, de textos teóricos, não
importa se com eles estava de acordo ou não. É impossível ensaiarmos
estar sendo deste modo sem uma abertura crítica aos diferentes e às
diferenças, com quem e com que é sempre provável aprender. Nasci aspirando ser melhor, aprendendo, mediado por emoções que podem vir manifestar-se na mudança de um novo ser. (grifo nosso)
Uma
das condições necessárias para que nos tornemos um intelectual que não
teme a mudança é a percepção e a aceitação de que não há vida na
imobilidade. De que não há progresso na estagnação. De que, se sou, na
verdade, social e politicamente responsável, não posso me acomodar às
estruturas injustas da sociedade. Não posso, traindo a vida,
bendizê-las.
Ninguém nasce feito. Vamos nos fazendo aos poucos na prática social de que tomamos parte.
(FREIRE, Paulo. Política e Educação: ensaios. 6. ed. São Paulo, Cortez, 2001, p.79 – 88)
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Conciliar a carreira e vida pessoal existe um dilema
Você faz suas escolhas e suas escolhas fazem você.” (Steve Beckman)
A escolha de Sofia é um drama comovente e trata do dilema de "Sofia", uma mãe polonesa, filha de pai anti-semita, presa num campo de concentração nazista de Auschwitz durante a Segunda Guerra. Ela é
forçada por um soldado alemão a escolher entre o filho e a filha - qual
será executado e qual será poupado. Se ela se recusasse a escolher, os
dois seriam mortos. Ela escolhe o menino, que é mais forte e tem mais
chances de sobreviver, porém nunca mais tem notícias dele.
A questão é tão terrível que o título se converteu em sinônimo de decisão quase impossível de ser tomada.
Trazendo este tema para nossa realidade, não é diferente. Somos constatemente pressionados e colocados diante dilemas, em
situações de escolha. Optar por este ou aquele caminho, esta ou aquela
pessoa, este ou aquele item. Várias são as questões que nos levam ao
estado da dúvida. Muitas vezes não temos oportunidade de avaliar as
alternativas e, somos movidos pela experiência de vida, de outros
momentos, de conceitos. Tempo para decidir a melhor escolha. e com isso, tornam-se árduas, tensas, dolorosas.
ESCOLHER ENTRE AÇÕES ALTERNATIVAS PARA ATINGIR UM OBJETIVO.
No mercado corporativo, conciliar a carreira e vida pessoal existe um dilema. Talvez até parecido com a escolha de Sofia. São vidas paralelas, não há separação entre elas. Ao entrar na empresa, quantas vezes temos que superar os problemas/necessidades familiares.
Escolha estar entre seu passado e seu futuro. É aqui e o agora. Porque
decidiram fazer um curso superior? Com que objetivo em venho assistir
aula ou dar presente? Qual o meu projeto de vida? O que tenho feito pela
minha empregabilidade?
Como decidir? Como fazemos as escolhas?
Para
ter sucesso, lembre-se de que sua escolha não deve ser entre a vida
pessoal ou profissional, mas entre ser feliz ou infeliz.
Tomar decisão é a essência do trabalho de administrar. As vezes podemos até entender como sinônimos, pois quando administramos, estamos tomando sempre uma decisão.
Escolhemos estar aqui, é uma decisão! Que roupa eu vou hoje? Amanha é sexta, vou para faculdade ou vou encontrar com os amigos em um barzinho?
Por que arrazoais sobre estas coisas em vosso coração?
Lamentável
o episódio que envolveu a prefeitura do Recife e o diário. O assessor
do prefeito não mediu palavras para acusar a instituição ´DIÁRIO
ASSOCIADOS. Mas, estamos presenciando algo semelhante com a Igreja
Católica, a pessoa do papa, e isto dói, incomoda, principalmente quando
se procura atacar a instituição e não envidenciar, trazer a publico,
separando a instituição IGREJA do canalhas transvestidos de padres
Porque tanto sensacionalismo? Quantos fatos precisamos divulgar sobre corrupção, roubo a olhos vistos e engravatados, mentiras, escravidão, falta de respeito as leis. A quem vamos julgar? Podemos julgar? Informar sim, denunciar sim, mas condenar uma instituição, uma categoria, por atitudes de malfeitores?
Porque tanto sensacionalismo? Quantos fatos precisamos divulgar sobre corrupção, roubo a olhos vistos e engravatados, mentiras, escravidão, falta de respeito as leis. A quem vamos julgar? Podemos julgar? Informar sim, denunciar sim, mas condenar uma instituição, uma categoria, por atitudes de malfeitores?
O que está por trás de tanto sensacionalismo contra a IGREJA CATÓLICA? Porque julgar a Igreja baseado em ocorrências ou eventos temporais, generalizando e massificando, não informando? Porque ancorar a decisão em algo ou alguma coisa, não ajustando dados reais?
É o mesmo que uma empresa julgar uma universidade, porque três ou quatro estagiários não desempenharam bem suas atividades? A mídia, não importa o meio que se comunica, tiver
entre a sua equipe alguém que criem matérias para dar ibope ou esteja
envolvido com algo não ético? Vou atribuir aos meios de comunicação como
ambiente e pessoas não recomendáveis? O que dizer então da classe médica, será ela condenada por tantos maus profissionais no mercado?
Assim
tenho lido e ouvido acerca dos casos de pedofilia com alguns que se
dizem padres, mas tem muito a responder pelos seus crimes a DEUS. Portanto,
de que é o interesse maior de propagação desenfreada, a ponto de
repetir reportagens para dar ibope ou atender outros interesses
escondidos?
Presenciamos
determinadas “igrejas” que servem ao dinheiro, que não tem origem no
ensinamento CRISTÃO, e sim, no interesse mercadológico, de atrair
clientes cada vez mais, com falácias e exploração da fé alheia, onde
“deus” (assim escrito porque não é o mesmo DEUS que professamos), é o
caminho, e essa entidade maligna é o pedágio. E nada se fala a respeito, nem reportagem especiais sobre a exploração.
A Igreja Católica esta sendo alvo de muitos que andam incomodados com a
conversão dos seus fiéis, que não compra audiência e usa de atrativos
com venda de pedaços no céu, para iludir pessoas de boa fé.
Vemos
uma tentativa de apedrejamento para com a Igreja Católica. A Igreja
Cristã, seja Católica ou outra doutrina, vem do alto, a teologia
professa a fé em um único Deus, não tem origem aqui na terra por pessoas
de caráter duvidoso, que enriquece às custas de um povo já sofrido e
enganado, que partilha bandidagem, que professa a teologia da
prosperidade, para eles, e não o bem comum.
Percebo também, uma
insistência para experimentar e criar polêmica sobre determinados
assuntos, como foi o caso recente de uma menina de 10 anos que ficou
grávida de seu padrasto, uma entrevista com Dom Fernando Saborido a um
jornal local sobre a decisão médica de abortar. E o tal reporte insistiu
na sua entrevista porque não estava satisfeito com a resposta dada, que
a decisão não era eclesial e sim médica. Queria ouvir como resposta
(para dar furo de reportagem) de Dom Fernando que iria excomungar as
pessoas envolvidas neste caso. É claro o propósito de quem fez a
reportagem. E aqui me lembro de uma passagem bíblica, em Marcos 2:8 - ... Por que arrazoais sobre estas coisas em vosso coração? E em Mateus 22:18 -
Jesus, porém, conhecendo-lhes a malícia, respondeu: Por que me
experimentais, hipócritas? É esse sentimento que tive ao ler a
entrevista.
Longe
de mim dizer que estes fatos não devem ser denunciados, ao contrário,
deve sim, mas não com conotações evidentes de atingir a Igreja Católica,
como fosse responsável pela barbárie presenciada ou utilizar de fatos
ocorridos, para obter uma resposta que satisfaça aos apelos de
audiência, que dêem manchete. Mas,
educar para que estes fatos sejam de imediato, denunciados, não
aguardar o tempo passar, não esperar que haja algum fato e querer tirar
proveito. Sou sim a favor de
denúncia e cobrar providências imediatas. O que incomoda é
retrospectiva, é a insistência na mesma denúncia, inclusive reprisar
reportagens. Que Deus proteja a todos nós e nos abençoe.
Hoje, eu lembrei...
Recebi este lindo poema da minha sobrinha, e leiam que talento.
Hoje, eu lembrei
Curiosamente estava atrasada
Quem sabe motivo?
Não achei, mas sei que a minha obra que nunca acaba
contribuiu com essa mancada.
Como desculpas não valem nada,
Faço uso dessas singelas palavras
Que apesar de não expressar tudo
Amenisa o vazio da lembrança notada.
A data é de fato importante,
Só não se compara com o sentimento marcante
Que existe no coração de que ama com liberdade
De poder dizer suas verdades sem obrigações ou nessessidades.
Num poema simples, inventado de momento,
Quero te dizer que te amo, que te respeito,
Que te admiro como homem direito,
Profissional exemplar e amigo do peito,
O queridinho de todos os sobrinhos,
Tem um coração tão grandioso...
Que só pedindo a Deus que te abençõe,
Que te proteja, te ampare, e mantenha feliz como sempre foi.
TE AMO, MUITO.
Parabéns
Mônica S. Amorim
quarta-feira, 11 de julho de 2012
REFLETIR E ESCOLHER
Hoje estamos colhendo os frutos de nossa dedicação, nosso trabalho. No
caminho que trilhamos, passo a passo, descobrimos do quanto somos
capazes de realizar. Assim, escrevemos uma das tantas páginas ainda por
escrever do livro que conta nossa história. Persistir, pois o caminhar é
muito longo, há muitos capítulos a serem escritos, é preciso continuar:
Encontrar na Vida a sua essência, sentir seu perfume, viver seu tempo, abraçar seus encantos, brilhar, simplesmente brilhar.
Encontros e desencontros, sempre haverá, mas a Fé que nos move também nos remove a refletir e a escolher.
Temos o livre arbítrio, somos aquilo que escolhemos ser. Eduardo Galeno ressalta: SOMOS O QUE FAZEMOS, MAS SOMOS, PRINCIPALMENTE, O QUE FAZEMOS PARA MUDAR O QUE SOMOS.
Somos transformadores de sonhos em realidade. Mas nada acontece ao acaso, é fruto da disciplina, da dedicação, do respeito, das renúncias.
Fernando Pessoa no seu poema palco da vida nos fala dessas transformações, de ser feliz.
Diz assim: “Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros. Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. É ter maturidade para falar "eu errei". É ter ousadia para dizer "me perdoe". É ter sensibilidade para expressar "eu preciso de você". É ter capacidade de dizer "eu te amo". É ter humildade da receptividade.
Jamais desista de ser feliz, ainda que se apresentem dezenas de fatores a demonstrarem o contrário.
Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz... “
Um canteiro de oportunidades para cada um de vocês.
terça-feira, 10 de julho de 2012
RH E MARKETING COMO MISSÃO DE INTEGRAR
RH E MARKETING COMO MISSÃO DE INTEGRAR E FORTALECER AS RELAÇÕES DAS PESSOAS E ORGANIZAÇÃO
A valorização e reconhecimento das pessoas ou colaboradores organizacionais assumem grau de relevância para o alcance dos resultados positivos. A sensação de pertencer a uma organização, de perceber a justiça organizacional, torna as atitudes mais eficazes no alcance dos objetivos da empresa. As políticas e práticas estabelecidas pela empresa precisam contribuir para um bem estar dos membros organizacionais, permitindo-lhes maior realização pessoal e profissional.
Nossa
missão é atingir um estreitamento entre os vários departamentos da
empresa com foco na principal função da empresa que consiste na
aquisição e retenção de clientes (internos e externos).
O passo a seguir, como alcançar e obter o comprometimento de todos os colaboradores? Aqui começa as AÇÕES DE ENDOMARKETING, aliados no processo de disseminação dos valores e objetivos organizacionais, bem como fazer compreender e assumir comprometimento com a MISSÃO da empresa. Como
estas ações, estaremos gerando um clima de confiança e participativo,
bem como o aumento com qualidade da prestação de serviço.
Dentre
as ações que podemos tomar e compreendendo o modelo de gestão
necessário a ser aplicado na empresa, se faz necessário uma ação voltada para transformar gerentes em líderes, profissionalizar ações com transparência e lealdade, coerência entre o discurso e o que se pratica.
Essas ações focam ATITUDE e a COMUNICAÇÃO
que venham traduzir resultados concretos quanto ao envolvimento,
valorização, reconhecimento e qualificação de todos direta e
indiretamente envolvidos no processo.
HOMENAGEM AO DIA DO ADMINISTRADOR
"Ao
cumprimentarmos a categoria profissional, fazemo-lo com muito
entusiasmo, no momento em que estamos comemorando os 44 anos da
regulamentação da nossa profissão, consagrada pela Lei nº 4769, de 9 de
setembro de 1965."
Administrar
incertezas, assumir riscos, vencer desafios, conquistar resultados
positivos, manter-se ético, é o grande desafio diário do administrador. Seja
qual for o empreendimento, o administrador é fundamental para gerir os
recursos organizacionais, com inteligência, com conhecimentos essenciais
para liderar projetos, equipes, de forma ética e responsável.
A formação do administrador oferece oportunidades de escolha ndo campo de sua atuação, seja, na
gestão de talentos, financeira, administrativa, comercial, produção,
logística, marketing, e tantas outras área no âmbito organizacional. E
para estar no mercado e manter-se nele, se faz necessário a busca
constante do conhecimento, da renovação e inovação de conceitos e
práticas, do compreender o mundo e ousar.
As abordagens da administração de Taylor aos tempos atuais, evoluiu, desburocratizou, tornou ágil e precisa as decisões, as pessoas não mais são tidas como recursos, mas diferencial competitivo. A
administração não é apenas uma ciência, mas uma arte que se renova a
cada instante, é criativa, e cabe a cada um de nós perceber que não
estamos diante de um problema, e sim de uma oportunidade singular de
integrar a continuidade desta evolução, a evolução que indica que as
pessoas motivadas, felizes, são competentes, ativas, faz o desenvolvimento da organização, faz
com que os recursos organizacionais sejam produtos e insumos de
excelência na construção de uma organização que cresce com
sustentabilidade, competência, fortalecida que está diante num ambiente de aprendizado, e competitiva no mercado de sua atuação.
O
desafio é grande, pois o mundo está constantemente se reinventando,
sejam de ordem social e política, na responsabilidade ambiental ou
vivenciando a economia
globalizada com suas crises. Por outro lado, nos deparamos também com as
desigualdades sócio-econômica. E é neste complexo mundo que nós
administradores precisamos estar atentos, para não cair na tentação da mesmice,
do conformismo, empenhados sim, comprometidos sim, na construção de
mundo melhor, a partir do que podemos fazer de melhor nas empresas
privadas e publicas.
O
mundo é complexo, e nossa contribuição como administradores, é
essêncial para sermos competentes ao enfrentar e vencer desafios, com
ética, respeito.
Hoje
vocês estudantes são como o bambu chinês que nasce subterrâneo até o 5º
ano e depois cresce para atingir a sua altura máxima. E aqui nasce essa
raiz que dará firmeza para vencer as dificuldades, onde a vontade de crescer vai evidenciando em sua vida cotidianamente, desenvolvendo em cada um de vocês, as competências essenciais para ascensão profissional rumo ao sucesso.
Em suma, lembro aqui o nosso juramento:
“PROMETO
DIGNIFICAR MINHA PROFISSÃO, CONSCIENTE DE MINHAS RESPONSABILIDADES
LEGAIS, OBSERVAR O CÓDIGO DE ÉTICA, OBJETIVANDO O APERFEIÇOAMENTO DA
CIÊNCIA DA ADMINISTRAÇÃO, O DESENVOLVIMENTO DAS INSTITUIÇÕES E A
GRANDEZA DO HOMEM E DA PÁTRIA.”
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Nosso saber agora é aprender.
Uma viagem pela letra de Gonzaguinha ETERNO APRENDIZ.
Viver, é não ter a vergonha de ser feliz e de ser um eterno aprendiz, pois a vida deveria ser bem melhor e será, depende de cada um querer realizar, construir uma vida melhor, e repetir,é bonita, é bonita... Há quem fale que a vida da gente é um nada no mundo, porque eu tenho que ser minha opinião, porque o problema sempre está lá fora, porque tanta dificuldade de aprender a atitude do CRIADOR que é repleta de amor. Somos nós que fazemos a vida, como der ou puder ou quiser... sim, somos nós pois somos eternos aprendizes. A pergunta roda e a cabeça gira, o que de fato importa pra mim nesta vida? Como estou no contexto da sociedade? Como me vejo e como os outro me veem? É a vida, evouluir, aprender, crescer, acreditar e não ter a vergonha de ser um eterno aprendiz. Aprendendo a aprender sempre. Nosso saber agora é aprender. Aprendemos a nos recriar, a nos tornarmos capazes de fazer algo que nunca fomos capazes de fazer e perceber um mundo novo e nossa relação com ele. Nosso saber agora é aprender porque VIVER É NÃO TER A VERGONHA DE SER FELIZ e ser UM ETERNO APRENDIZ.
sábado, 7 de julho de 2012
Escolhas
Diariamente, querendo ou não Fazemos escolhas;
Que roupa vestir, que livro ler. Que caminho seguir.
As vezes somos pegos pela rotina,
Mas é uma escolha, fazer igual ou fazer diferente.
Escolhemos nossos amigos, nossas atitudes.
Escolhemos ser gentil ou estúpido,
Alegres ou tristes, sociável ou reservado.
Escolhemos revidar a violência ou sermos emocionalmente inteligentes.
Escolhemos seguir em frente como nossos sonhos
Ou desistir deles.
Escolhemos ser os timoneiros da nossa nau da vida ou
Deixá-la em mãos de outros.
Escolhemos moldar nossa vida pela esperança ou pelo sofrimento causado pelo mundo.
Escolhemos ser livres ou prisioneiros das coisas materiais
Nossas escolhas nos revela, quem somos e para onde vamos.
Escolhemos sempre e diariamente.
Resultado do nosso sim e por isso é escolha,
Oportunidades que a natureza nos dá,
Rumos a seguir, pessoas, coisas,
Escolhemos e somos escolhidos.
Em tudo há motivo, há um porque.
Hoje você esta aqui, a escolha foi sua.
Faça sua escolha! Só você pode escolher sua vida para ser feliz ou triste. Eu escolhi ser feliz e diariamente, mesmo com com os contatempos escolhi ser feliz.
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