terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Quantos dólares serão necessários...


 


Para Refletir

Quantos dólares serão necessários para continuar a destruir o planeta terra? Já para um instante para refletir sobre obter lucro em sem se importar com o que está sendo feito a natureza?  Imagine este cenário: o Planeta Terra sendo explorada por bilhões de pessoas, com cada um querendo seu pedaço, sem preocupar-se, um só instante, o buraco em nosso planeta?

Não acredito em profecias de fim de mundo, pois ele (o mundo) está , aos poucos sendo destruído, arrancado das suas entranhas a sua existência, seus minerais, suas riquezas que dá vida. 

Não é um discurso ambientalista radical, mas um alerta de proteção ao meio ambiente, uma reflexão para os grandes executivos, cujos muitos dos quais, enquadram-se neste contexto de destruição para obter, nem que seja um dólar de lucro.

Quantos dólares serão necessários...


 


Para Refletir

Quantos dólares serão necessários para continuar a destruir o planeta terra? Já para um instante para refletir sobre obter lucro em sem se importar com o que está sendo feito a natureza?  Imagine este cenário: o Planeta Terra sendo explorada por bilhões de pessoas, com cada um querendo seu pedaço, sem preocupar-se, um só instante, o buraco em nosso planeta?

Não acredito em profecias de fim de mundo, pois ele (o mundo) está , aos poucos sendo destruído, arrancado das suas entranhas a sua existência, seus minerais, suas riquezas que dá vida. 

Não é um discurso ambientalista radical, mas um alerta de proteção ao meio ambiente, uma reflexão para os grandes executivos, cujos muitos dos quais, enquadram-se neste contexto de destruição para obter, nem que seja um dólar de lucro.

sábado, 19 de janeiro de 2013

Ser cristão sem Igreja é....

Ser cristão sem Igreja é buscar a vida espiritual no individualismo.  A fé em Jesus Cristo nos chegou através da comunidade eclesial e ela "nos dá uma família, a família universal de Deus na Igreja Católica. A fé nos liberta do isolamento do eu, porque nos conduz à comunhão". Isto significa que uma dimensão constitutiva do acontecimento cristão é o fato de pertencer a uma comunidade concreta na qual podemos viver uma experiência permanente de discipulado e de comunhão com os sucessores dos Apóstolos e com o Papa." (DA 156).
Pai, coloca-me, cada dia, no seguimento de Jesus, pois, assim, estarei no bom caminho que me conduz a ti.

Paulinas Online - Evangelho do dia

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Pai, cura os pecados que me paralisam

Paulinas Online - Evangelho do dia


Pai, cura os pecados que me paralisam e me impedem de caminhar para ti. Realiza em minha vida a maravilha do perdão.   Qual meu novo olhar a partir da Palavra? Sinto-me discípulo/a de Jesus.
Meu olhar deste dia será iluminado pela presença de Jesus Cristo, acolhido no meu coração e no coração das demais pessoas.
Rezo com o bem-aventurado Alberione: Jesus e Maria, dai-me a vossa bênção: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém
Ó Jesus Mestre, Verdade-Caminho-Vida, tem piedade de nós.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Paulinas Online - Evangelho do dia


Senhor Jesus, move meu coração para fazer o bem a quem precisa de misericórdia. Que eu seja tua presença amorosa junto deles.

Paulinas Online - Evangelho do dia

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Paulinas Online - Evangelho do dia

Meus esforços para viver bem, estar bem, viver bem, são orientados pelo encontro com Cristo vivo?
Ou, considero-me capaz e suficiente para enfrentar os desafios,
dispensando a ação de Deus na minha vida?
Leia no evangelho de hoje.

Paulinas Online - Evangelho do dia

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Um olhar não virtual

Você deu bom dia a vida hoje? Aos seus familiares, sua mães, pai, filhos? Agradeceu o amanhecer de um novo dia, uma nova oportunidade, o trabalho, a família, uma mãe para cuidar de você, a Deus? Quando você chega em casa do trabalho, simplesmente diz: "estou exausto", "muito trabalho", toma seu banho, janta, aquele jantar preparado com carinho e amor, especialmente para você, e depois, recolhe-se em sua redoma, para cuidar dos seus amigos virtuais? Quantas vezes você, meu irmão, minha irmã, meus amigos, se deram na hora do jantar, perguntar a sua mãe, e hoje como foi seu dia? Está bem? Um olhar não virtual, um cuidado do que estar em seu redor, dos fatos que estão ocorrendo, e você, talvez no seu cansaço, talvez egoismo, esteja ignorando o que se passa? Será preciso pedir para que você olhe para mim, estou precisando de você, estou com receios, medos, inseguro(a), porque você não consegue olhar ao menos que cuida de você? A vida existe além de você mesmo, olhe em volta, não espere que alguém que te ama, peça socorro, ou por proteção não esteja de revelando a verdade. Saia da sua redoma, mesquinha, veja o próximo, que também trabalha, que também requer atenção. Escrevi outro dia sobre o dialogo:

Paz é diálogo, é a descoberta do outro..
A qualidade do nosso diálogo produz unidade,
compreensão, iniciam-se os laços de paz, e até de cura.
É através do diálogo que iniciamos o processo de aprendizado,
aprendemos a respeitar o outro, a saber seus valores, seus medos e receios,
seus costumes, suas virtudes, seus defeitos, aprendemos com o outro.
Aprendemos que há, além de nós mesmo, pessoas que amam,
que pensam, que tem carências, mas que também tem forças vitais que compreendem que o outro tem algo bom, tem essência que contribui no nosso desenvolvimento e crescimento.
O diálogo transforma, muda o que acreditávamos permanente, pode até mudar o mundo em que vivemos. Através do diálogo a paz não tem fronteiras. Através do diálogo deixamos fluir nossa humanidade, permitimos ser pessoas de verdade, não mais virtuais.

Pensem Nisso!

Paulinas Online - Evangelho do dia

Paulinas Online - Evangelho do dia

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Paulinas Online - Evangelho do dia

Paulinas Online - Evangelho do dia

Pai, preserva-me da cobiça e da ganância que me impedem de ser generoso com meu semelhante. E abre meu coração para a partilha e a misericórdia.

domingo, 6 de janeiro de 2013

Mais um ano





Em clima de Epifania, isto é, da manifestação de Jesus Cristo para o mundo, celebramos o primeiro domingo de 2013, certamente num propósito firme de fazer com que seja um ano de paz, de harmonia, progresso e valor da vida humana. Esta é uma realidade que se torna concreta com o esforço de cada cidadão.

A revelação de Deus, que no passado era feita pelos profetas, nos acontecimentos e fatos, agora se plenifica na vinda de seu Filho, que se encarna numa criança tão simples e indefesa. Deus não se revela de forma triunfal e com sinais espetaculares. A sua grandeza acontece na humildade e na simplicidade da vida.

Jesus nasce e se torna uma “estrela” para todos os povos. Ela clareia o coração das pessoas para que sejam comprometidas com a natureza criada, com o meio ambiente e com a vida em geral. Isto acontece na liberdade, no respeito para com a decisão de cada pessoa, não impondo nada sobre suas decisões particulares.

Deus vem a nós com a proposta do Reino. Ele acontece nos gestos de bondade e de vida, naquilo que faz com que o ser humano se torne divino. Para isto é necessário reconhecer os sinais da “estrela-guia”, tornando-nos também sinais de autenticidade humana para o mundo. Assim estaremos contribuindo para o bem de todos.

Os Reis Magos foram a Belém, ao encontro do Menino. Levaram consigo presentes de valor. O ouro representava a realeza de Deus, indicando que Ele era o verdadeiro rei, dignidade reconhecida pelos Magos. O incenso indicava que Ele era Deus e deveria ser adorado. A mirra era alusiva à humanidade de Jesus, mostrando que Deus estava assumindo a condição humana.

Os Magos eram pagãos, mas foram guiados por uma estrela até Jesus. Nós somos guiados por quem e onde temos encontrado Deus? Ou ele não existe dentro de nossos princípios? Que presentes lhe temos oferecido ou, que tipo de atitudes, que realizamos, revelam a presença de Deus em nós? Um fecundo 2013 para você.

Por Dom Paulo Mendes Peixoto – Arcebispo de Uberaba (MG)

: “A Paz é uma pessoa, Jesus Cristo”

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Prosseguir com a paz e fazer a diferença


Prosseguir com a paz e fazer a diferença
O mundo está em festa, a humanidade ainda não.
A humanidade ainda sofre a dor e a luta dos que buscam a paz, a saúde, a moradia, a dignidade de viver como ser humano.  
A humanidade ainda sofre numa angústia de ser violentada, ora pela desigualdade social, em sua maioria provocada pelo poder publico, que se limita a discursos com intenções vazias, mas que praticam opressão e injustiças para com o povo mais carente.  A humanidade ainda sofre o desespero dos conflitos, das perdas de vida dos seus entes queridos por simplesmente falta de atendimento médico.  Sofrem pela fome, pela seca, por falta de emprego. O poder governista impõem dificuldade ao aposentado, diminui cada dia seu poder aquisitivo,  e o por outro lado, o mercado impõe limites e rejeitam. O que fazer, não pode aposentar-se e não tem emprego.  Sofre da violência egoísta de aumentos absurdos que se dão.   
Senhor, a humanidade ainda permanece ferida, por tanta concentração de poder, dos conflitos por mais poder, pelo desamor.  
Neste início de ano, queremos ó Deus, consagrar todos os dias e em cada um particularmente, a busca da paz, da igualdade de direito e deveres, pela água que falta, pela moradia que abriga e dá conforto, pela comida na mesa, pelo trabalho digno, pela consciência social e humana de quem tem o poder, do respeito, pela vossa proteção e defesa contra os assaltos, roubos, acidentes ou quaisquer atos de violência provocados por  pessoas do mal. Livra a todos nós Senhor!
Seja a Tua luz  a nos guiar, Teus ensinamentos a construir um mundo melhor, Tua sabedoria e discernimento a reconhecer em cada pessoa a nós mesmos, a enxergar no pobre, necessitado,  injustiçado, que Tu estás ali nos indicando – olha, vai a apoia, age, ajuda, faz melhor o teu irmão.
Transforma nosso ser e nosso existir em um dom do amor e compaixão, levando palavras e atos de bondade e positivismo.
Abençoa Senhor Deus este ano em nossas vidas.
Que assim seja!

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Contagem regressiva chegou o ano novo.


Contagem regressiva chegou o ano novo.
10,9, 8...... São os minutos mais reproduzidos no mundo,  suspiros de esperanças, de expectativas, de sonhos a realizar, de incertezas por vir, pronto! Estamos no ANO NOVO.  E, agora, os fogos “incendeiam” o Céu, com luzes, formatos, encantando a todos, que “bobamente”, se deslumbra com a explosão de novo tempo.
Abraços são dados, desejos imensos são atribuídos de paz, felicidade, saúde, prosperidade, sonhos realizados.
Preces a Deus para que abençoe este ano que inicia, fazemos nossas orações individualmente, às vezes coletivamente, as vezes, o encantamento, o embevecimento do momento, nossa frágil fé, por segundos esquecemos de agradecer o ano que passou, não interessa as adversidades ou as conquistas, estamos vivos e com saúde.  Mas, Deus em sua infinitude de amor e sabedoria, nos sorrir e nos abençoa.   
Músicas, danças, promessas, risos, um sentimento de dever cumprido.  Mas a vida, a missão prossegue, a pausa para revisão dos nossos feitos e não feitos, revisão do saber como é bom estar juntos, festejando e celebrando a vida, todos, sem distinção, de origem, cor, poder.  A bandeira branca é hasteada pedindo paz, amor, harmonia, entendimento, compreensão, unidade, igualdade, que a vida é possível, que Deus está presente entre nós.

Fica a lembrança de mais um ano que termina, mais uma virada de calendário. E o que vamos fazer agora, será que a vibração, os encantos vão permanecer em nós?   Como disse o poeta Carlos Drumond, um Ano Novo comemorado como foi o seu, não basta uma lista de boas intenções, remendando a vida.  O ano novo não se torna novo por decreto, você tem que fazer por merecê-lo, pois nasce em você, então desperte esse gigante interior, e conclui “é dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre”.

A paz: dom de Deus e obra do homem

A paz: dom de Deus e obra do homem

A paz envolve o ser humano na sua integridade e supõe o empenhamento da pessoa inteira: é paz com Deus, vivendo conforme à sua vontade; é paz interior consigo mesmo, e paz exterior com o próximo e com toda a criação. Como escreveu o Beato João XXIII na Encíclica Pacem in terris - cujo cinquentenário terá lugar dentro de poucos meses -, a paz implica principalmente a construção duma convivência humana baseada na verdade, na liberdade, no amor e na justiça.[2] A negação daquilo que constitui a verdadeira natureza do ser humano, nas suas dimensões essenciais, na sua capacidade intrínseca de conhecer a verdade e o bem e, em última análise, o próprio Deus, põe em perigo a construção da paz. Sem a verdade sobre o homem, inscrita pelo Criador no seu coração, a liberdade e o amor depreciam-se, a justiça perde a base para o seu exercício.

Para nos tornarmos autênticos obreiros da paz, são fundamentais a atenção à dimensão transcendente e o diálogo constante com Deus, Pai misericordioso, pelo qual se implora a redenção que nos foi conquistada pelo seu Filho Unigénito. Assim o homem pode vencer aquele germe de obscurecimento e negação da paz que é o pecado em todas as suas formas: egoísmo e violência, avidez e desejo de poder e domínio, intolerância, ódio e estruturas injustas.

A realização da paz depende sobretudo do reconhecimento de que somos, em Deus, uma úni­ca família humana. Esta, como ensina a Encíclica Pacem in terris, está estruturada mediante relações interpessoais e instituições sustentadas e anima­das por um «nós» comunitário, que implica uma ordem moral, interna e externa, na qual se reconheçam sinceramente, com verdade e justiça, os próprios direitos e os próprios deveres para com os demais. A paz é uma ordem de tal modo vivificada e integrada pelo amor, que se sentem como próprias as necessidades e exigências alheias, que se fazem os outros comparticipantes dos próprios bens e que se estende sempre mais no mundo a comunhão dos valores espirituais. É uma ordem realizada na liberdade, isto é, segundo o modo que corresponde à dignidade de pessoas que, por sua própria natureza racional, assumem a responsabilidade do próprio agir.[3]

A paz não é um sonho, nem uma utopia; a paz é possível. Os nossos olhos devem ver em profundidade, sob a superfície das aparências e dos fenómenos, para vislumbrar uma realidade positiva que existe nos corações, pois cada homem é criado à imagem de Deus e chamado a crescer contribuindo para a edificação dum mundo novo. Na realidade, através da encarnação do Filho e da redenção por Ele operada, o próprio Deus entrou na história e fez surgir uma nova criação e uma nova aliança entre Deus e o homem (cf. Jr 31, 31-34), oferecendo-nos a possibilidade de ter « um coração novo e um espírito novo » (cf. Ez 36, 26).

Por isso mesmo, a Igreja está convencida de que urge um novo anúncio de Jesus Cristo, primeiro e principal factor do desenvolvimento integral dos povos e também da paz. Na realidade, Jesus é a nossa paz, a nossa justiça, a nossa reconciliação (cf. Ef 2, 14; 2 Cor 5, 18). O obreiro da paz, segundo a bem-aventurança de Jesus, é aquele que procura o bem do outro, o bem pleno da alma e do corpo, no tempo presente e na eternidade.

A partir deste ensinamento, pode-se deduzir que cada pessoa e cada comunidade - religiosa, civil, educativa e cultural - é chamada a trabalhar pela paz. Esta consiste, principalmente, na realização do bem comum das várias sociedades, primárias e intermédias, nacionais, internacionais e a mundial. Por isso mesmo, pode-se supor que os caminhos para a implementação do bem comum sejam também os caminhos que temos de seguir para se obter a paz.
(Texto extraído da mensagem do Papa Bento XVI para o Dia Mundial da Paz 01/01/2013)