quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Língua afiada como espada

A língua não tem fio de aço para cortar, porém, muitas são mais amoladas do que a lâmina de uma espada forjada no mais puro aço.   Cuidado com a língua, ela pode ferir e deixar cicatrizes para sempre.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

O Poder que tira a paz

O poder deveria ser uma consequencia para desenvolvimento e crescimento do ser humano, criar oportunidades para uma vida digna, com saúde, segurança, educação, trabalho, comportamento ético. Mas, presenciamos que não é assim.  Hoje se discute que tem mais poder para mandar no outro, que tem mais dinheiro tem mais poder de barganha.  Incrível como o ser humano é colocado a margem do satanismo de tanta gente enlouquecida pelo dinheiro, pelo ter mais terras, de acabar com o outro, com as terras do outro, do roubar um povo que já é pobre. Os meios são vários desta violência, corrupção, vandalismo, preconceitos, ganância, egoísmo, vaidades, desigualdade de direitos e deveres, injustiça proliferando até no próprio poder supremo da corte.  De demonstração, através da guerra, da covardia das armas químicas, das ameaças, para simplesmente mostrar que tem força.  Serão estes os donos do mundo? Será que eles conseguem pensar que matando as pessoas, principalmente as inocentes, não haverá mundo?  
Um mundo que perdura a intranquilidade da paz.  Um mundo em que honestidade agora é virtude, não mais um comportamento intrínseco, natural, próprio do ser humano.  Agora está entre as competências exigidas, você é ético?  Você é honesto? Você respeita o outro?
A riqueza, não que seja problema ou pecado, mas tantos ricos de espírito pobre, paupérrimo, miserável, satânico.  Servem ao dinheiro. Tantos não se dão conta de que são escravos deste dinheiro, e quando lhes falta,  tiram a própria vida, pois ela não existia, estavam possuídos pelo dinheiro, era sua essência de vida.
Fala-se muito de um mundo ecologicamente correto, de um mundo democrático, de um estado de direito igual para todos.  Mas, o igual é validado por cima,  por quem é mais alto, para quem tem mais dinheiro, para os que materializam a própria existência em função do ter. Vivem na desenfreada ganância de ter tudo a todo custo, ter sempre mais, mesmo que custo à vida do outro.
Desta vida nada se leva, senão o amor que vivemos neste plano. A compreensão, o agir de acordo com o Jesus nos ensinou, que não é o dinheiro e não são os bens materiais que contam para vida eterna, mas nossas ações de bondade, caridade, solidariedade, amor ao próximo.  Administrando os bens materiais, concedidos por Deus em benefício de uma vida digna, digna para todos.
Fica uma pergunta: onde estará hoje nosso coração? O que tenho feito com os bens que me foram concedidos, serviço ao bem do povo, os serviço do deus dinheiro, escravos.  Que seja Deus nos condutor, pelo Espírito Santo a nos guiar, a enriquecer nossa alma, a engrandecer nossa vida enquanto homens e mulheres.  E, ter a certeza, que nada adianta sem que Deus esteja presente cotidianamente em nossas vidas.   E ter a certeza, que riqueza compartilhada é como adubo de vida abundante para todos, do contrário,  é sinal de morte para muitos.

Fiquem em Paz!  Que Deus nos abençoe e nos guarde,  nos oriente a caminhada do dia a dia.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

A justiça brasileira foi derrotada

Um Brasil de vergonhas mil! De vê crescer a injustiça a partir da corte maior deste país.  São as máscaras que escondem a verdade dos poderes constituídos e, em nome de históricos jurídicos, simplesmente dizer SIM A IMPUNIDADE, FACILITAR A VIDA DE CORRUPTOS.  Para que serve então a corte maior da justiça? No que acreditar? Palavras ditas em meio ao monte de conceitos, pontos de vista - pessoal - ditos "técnicos".  Que vergonha este país,  das autoridades que deveriam fazer justiça, deveriam dar exemplo de honestidade.  O povo, coitado, esquecido e armazenado para quando a eleição chegar.   Este é um país que cresce em imoralidade, em falta de ética, de respeito, de justiça, educação, segurança, de vergonha na cara. Brasil está mostrando a cara, está sendo revelado pelo poder que aí está eleito, constituído, de tantas corrupções, de tanto vandalismo, de tanto dinheiro fácil, de oportunismos para tantos dissimulados que compõem os três poderes deste país.  Um país que cresce como rabo de cavalo, que navega na lama fétida de tanto escândalos, roubos, trapaças, corrupções, o famoso e mau caráter dos senhores que este espaço não dá para citar, pois é pequeno para escrever tantas sujeiras.  A suprema corte de justiça engorda a vergonha nacional.  O direito é para quem tem poder e dinheiro, não para quem merece.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Evangelho de hoje nos fala sobre pessoas de má vontade.

No evangelho de hoje Jesus usa uma comparação interessante. Compara as pessoas de má vontade a crianças caprichosas que nunca estão satisfeitas e querem todas as demais pessoas à sua volta, “dançando” e “chorando” conforme elas comandam. Ninguém as agrada. Diz Jesus que a João que jejuava estas pessoas o chamam de possesso. A Ele, que é amigo dos pecadores, e veio para salvá-los, chamam-no de comilão e beberrão. Difícil contentar a quem apenas quer condenar, criticar, distorcer. Sobretudo a quem não admite alguém superior ou igual a si. Para esses, é difícil aceitar Jesus. É difícil aceitar o precursor. É o que Jesus quer dizer, quase em tom de lamento e indignação.
Pai, purifica-me de toda forma de orgulho que me leva a desprezar meu semelhante e a julgar-me superior a ele. Como Jesus, desejo estar próximo de quem se afastou de ti.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

O BARBEIRO


O florista foi ao barbeiro para cortar seu cabelo.
Após o corte perguntou ao barbeiro o valor do serviço e o barbeiro respondeu:
Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O florista ficou feliz e foi embora.
No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um buquê com uma dúzia de rosas na porta e uma nota de agradecimento do florista.

Mais tarde no mesmo dia veio um padeiro para cortar o cabelo. Após o corte, ao pagar, o barbeiro disse:
Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O padeiro ficou feliz e foi embora.
No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um cesto com pães e doces na porta e uma nota de agradecimento do padeiro.
Naquele terceiro dia veio um deputado para um corte de cabelo.
Novamente, ao pedir para pagar, o barbeiro disse:
Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O deputado ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, quando o barbeiro veio abrir sua barbearia, havia uma dúzia de deputados fazendo fila para cortar cabelo.
Essa é a diferença entre os cidadãos e os políticos. 


"Os políticos e as fraldas devem ser trocados frequentemente e pela mesma razão."   (Eça de Queiróz)


NA PRÓXIMA ELEIÇÃO TROQUE UM LADRÃO POR UM CIDADÃO. CAMPANHA PRÓ-FAXINA DOS POLÍTICOS.


Vamos compartilhar a mensagem acima, com todos os nossos contatos, a campanha é séria e precisamos mudar o quadro que ai está

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Justiça, justiça, um grito de clamor!

São tantos os gritos, palavras de ordem, necessidades, carências, respeito, ética, caridade, solidariedade, honestidade, transparência. Hoje comum nas ruas manifestações contra a desordem moral, cidadã, ética, social. Clamor por dignidade, trabalho.  

De um lado o poder mandatório, que fala de lei e tantos não a cumprem.  Poder da corrupção, da enganação.  Por outro, o povo carente de  melhorias, de uma vida digna.  Mas, vemos nas ruas, uma boa parte que clama pacificamente melhoria,  exclusão de vândalos que ocupam um poder. Mas, presenciamos, também muitos confundido o direito de também fazer vandalismo.

Se clamo por justiça, clamo por algo justo, que antecede a lei. Para uma sociedade justa o que se cumpre como lei, não a torna justa, torna uma sociedade cumpridora de deveres. Justiça existirá quando em meio a turbulência das desigualdades, desajustes sociais, econômicos, financeiros, moral, for combatido eficazmente.  Não é a lei que impedirá este estado de justiça, mas os valores que norteiam o homem, o cidadão. Justiça é a retomada do ser humano, de forma integral, que vai além de uma lei criada e tantas vezes manipuladas para favorecimentos ilícitos.

O que estamos presenciando nas ruas é um direito, porém é um dever de que faz o manifesto, respeitar o outro, manter a paz, a ordem que está estabelecida.  Do contrário, não haverá grito honesto a ser dado.   Quem faz guerra quer guerra, quer violência, quer vandalismo. Quem busca a justiça, a faz com paz, respeito, cidadania.

Luiz Machado – Set-2013

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

HOMENAGEM AO DIA DO ADMINISTRADOR

                                 É com entusiasmo que cumprimentamos futuros administradores, neste momento em que estamos      comemorando os 48 anos da regulamentação da nossa profissão, consagrada pela Lei nº 4769,  de 9 de setembro de 1965.


Administrar incertezas, assumir riscos, vencer desafios, conquistar resultados positivos, manter-se ético, é o grande desafio diário do administrador.  Seja qual for o empreendimento, o administrador é fundamental para gerir os recursos organizacionais, com inteligência, com conhecimentos essenciais para liderar projetos, equipes, de forma ética e responsável.            

A formação do administrador oferece oportunidades de escolha no campo de sua atuação, seja, na gestão de talentos, financeira, administrativa, comercial, produção, logística, marketing  e tantas outras áreas no âmbito organizacional.   E para estar no mercado e manter-se nele, se faz necessário a busca constante do conhecimento, da renovação e inovação de conceitos e práticas, do compreender o mundo e ousar. A abordagem da administração de Taylor aos tempos atuais, evoluiu, desburocratizou, tornou-se ágil e eficaz nas decisões. E, neste cenário as pessoas não mais são tidas como recursos, mas diferencial competitivo.

A administração não é apenas uma ciência, mas uma arte que se renova a cada instante, é criativa, e cabe a cada um de nós, perceber que não estamos diante de um problema, e sim, de uma oportunidade singular de integrar a continuidade desta evolução, a evolução que indica que as pessoas motivadas, felizes, são competentes, ativas, faz o desenvolvimento da organização, faz com que os recursos organizacionais sejam produtos e insumos de excelência na construção de uma empresa que cresce com sustentabilidade, competência,  fortalecida que está diante num ambiente de aprendizado e competitiva no mercado de sua atuação.

O desafio é grande, pois o mundo está constantemente se reinventando, sejam de ordem social e política, na responsabilidade ambiental ou vivenciando a economia globalizada com suas crises. Por outro lado, nos deparamos também com as desigualdades sócio-econômica. E é neste complexo mundo que nós administradores precisamos estar atentos, para não cair na tentação da mesmice, do conformismo, empenhados sim, comprometidos sim, na construção de um mundo melhor, a partir do que podemos fazer de melhor nas empresas privadas e publicas.

O mundo é complexo, e nossa contribuição como administrador(a), é essencial para sermos competentes ao enfrentar e vencer desafios, com ética, respeito e excelência.

Hoje vocês estudantes são como o bambu chinês que nasce subterrâneo até o 5º ano e depois cresce para atingir a sua altura máxima. E aqui nasce essa raiz que dará firmeza para vencer as dificuldades, onde a vontade de crescer vai evidenciando em sua vida cotidianamente, desenvolvendo em cada um de vocês, as competências essenciais para ascensão profissional rumo ao sucesso.

Em suma, lembro aqui o nosso juramento:

“PROMETO DIGNIFICAR MINHA PROFISSÃO, CONSCIENTE DE MINHAS RESPONSABILIDADES LEGAIS, OBSERVAR O CÓDIGO DE ÉTICA, OBJETIVANDO O APERFEIÇOAMENTO DA CIÊNCIA DA ADMINISTRAÇÃO, O DESENVOLVIMENTO DAS INSTITUIÇÕES E A GRANDEZA DO HOMEM E DA PÁTRIA.”

09 DE SETEMBRO DE 2015

Prof. Me. Luiz Amorim 

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Atos e atitudes

Aos que buscam melhor condições de vida e muitas vezes, alguns fazem disto uma guerra. Violência, depredação do patrimônio publico e alheio, não gera outra coisa senão indignação do povo, atribuindo estes atos como vandalismo.  Qualquer ato de violência que venha agredir a moral e os bons costumes, a ética, o respeito, a liberdade de ir e vir, a constituição física das pessoas e seu patrimônio, pra mim é atitude de marginal, vagabundo, e nada mais resta que aplicar a lei no seu total rigor, sem direito a fiança.