Até quando vamos nos submeter a esta vergonha, a este descaramento sem fronteira, o povo brasileiro vai aguentar e permitir. Um bando de incompetentes e em sua maioria sendo investigados por crimes de corrupção, por roubo do erário público, da massificação da pobreza, do caixa 2, dos dólares na cueca, dos filhos enriquecendo com o dinheiro do contribuinte. Políticos dos favores a empresários, em troca de sítios, apartamentos milionários. Políticos causadores do desemprego, da fome, da miséria, da falta de educação, da violência. Políticos mascarados de gente, pois é, isto mesmo, mascarados de gente, mas tem mais parte com aquele que separa, o próprio diabo.
Querem reforma da previdência, quem vai pagar? O povo. porque não querem mexer na estrutura maldita do poder, com seus salários e ganhos astronômicos, com um bando de incompetentes vestidos de paletó, sentados numa cadeira para legislar em causa própria. Qual a reforma que há na estrutura dos poderes? Nenhuma. Na vida privada, a reestruturação faz parte para sobreviver, no Brasil, os poderes, incham cada vez mais, e o desequilíbrio da renda fica mais evidente. Quantas empresas que beneficiam estes safados políticos, bandidos vestidos de gente, estão privilegiadas em não ser cobradas em suas homéricas dívidas previdenciárias. E, querem que o povo que trabalha, pague a conta. É apoteose do mal. Para mim hoje, os três poderes brasileiros, não me representam, porque lá há um pacto com o mal.
Ai vem outra maléfica ideia, A TERCEIRIZAÇÃO. É o desmanche da CLT, é o princípio da ditadura fria e massacrante. É o terrorismo com o povo brasileiro. E o que é pior, a ditadura militar ou esta que aí esta implantada disfarçada de democracia? Onde vamos parar com o cinismo político residente neste país?
Onde está a prática de: "O POVO UNIDO JAMAIS SERÁ VENCIDO"?
Há uma frase que diz: "diga me com quem andas que te direi quem és". É este governo ou melhor, é este partido que aí está, que andou em todas as esferas do poder, seja lá quem estiver no poder. Enfim, assume tudo que aprendeu e junto com os bandidos praticou. Precisa dizer que és?
sexta-feira, 24 de março de 2017
quinta-feira, 23 de março de 2017
Até quando vamos aguentar essa quadrilha !?
Que país é esse? 1987, nunca esteve tão recente. Cantado por Legião Urbana, diz:
"Nas favelas, no senado Sujeira pra todo lado Ninguém respeita a constituição
Terceiro Mundo se for Piada no exterior Mas o Brasil vai ficar rico Vamos faturar um milhão Quando vendermos todas as almas Dos nossos índios num leilão.
Que país é esse?"
Eu continuo...
Os poderes no Brasil Empobreceram a população No meio de tanta ladroeira e corrupção Matam, esfolam, humilham e envergonham a nação Até quando vamos aguentar essa quadrilha De porcos imundos, transvestidos de gente. E, assim o mal perpetua sua estada Enquanto o bem se cala.
"Nas favelas, no senado Sujeira pra todo lado Ninguém respeita a constituição
Terceiro Mundo se for Piada no exterior Mas o Brasil vai ficar rico Vamos faturar um milhão Quando vendermos todas as almas Dos nossos índios num leilão.
Que país é esse?"
Eu continuo...
Os poderes no Brasil Empobreceram a população No meio de tanta ladroeira e corrupção Matam, esfolam, humilham e envergonham a nação Até quando vamos aguentar essa quadrilha De porcos imundos, transvestidos de gente. E, assim o mal perpetua sua estada Enquanto o bem se cala.
segunda-feira, 6 de março de 2017
Papa Francisco - uma reflexão preciosa
Papa Francisco - uma reflexão preciosa
Durante a nossa vida causamos transtornos na
vida de muitas pessoas,
porque somos imperfeitos.
Nas esquinas da vida, pronunciamos palavras inadequadas,
falamos sem necessidade,
incomodamos.
Nas relações mais próximas, agredimos sem intenção ou intencionalmente.
Mas agredimos.
Não respeitamos o
tempo do outro,
a história do outro.
Parece que o mundo gira
em torno dos nossos desejos
e o outro é apenas
um detalhe.
E, assim, vamos causando transtornos.
Esses tantos transtornos mostram que não estamos prontos, mas em construção.
Tijolo a tijolo, o templo da nossa história vai ganhando forma.
O outro também está em construção e também causa transtornos.
E, às vezes,
um tijolo cai e nos machuca.
Outras vezes,
é a cal ou o cimento que suja nosso rosto.
E quando não é um,
é outro.
E o tempo todo nós temos que nos limpar e cuidar das feridas, assim como os outros que convivem conosco
também têm de fazer.
Os erros dos outros,
os meus erros.
Os meus erros,
os erros dos outros.
Esta é uma conclusão essencial:
*Todas as pessoas erram.*
A partir dessa conclusão, chegamos a uma necessidade
humana e cristã:
o perdão.
*Perdoar é cuidar das feridas e sujeiras.*
É compreender que os
transtornos são muitas vezes involuntários.
Que os erros dos outros são
semelhantes aos meus erros e que,
como caminhantes de uma jornada,
é preciso olhar adiante.
Se nos preocupamos com
o que passou,
com a poeira,
com o tijolo caído,
o horizonte deixará de ser contemplado.
E será um desperdício.
O convite que faço é que você experimente a beleza
do perdão.
É um banho na alma!
Deixa leve!
Se eu errei,
se eu o magoei,
se eu o julguei mal,
desculpe-me por todos
esses transtornos…
Estou em construção!
*PAPA FRANCISCO*
vida de muitas pessoas,
porque somos imperfeitos.
Nas esquinas da vida, pronunciamos palavras inadequadas,
falamos sem necessidade,
incomodamos.
Nas relações mais próximas, agredimos sem intenção ou intencionalmente.
Mas agredimos.
Não respeitamos o
tempo do outro,
a história do outro.
Parece que o mundo gira
em torno dos nossos desejos
e o outro é apenas
um detalhe.
E, assim, vamos causando transtornos.
Esses tantos transtornos mostram que não estamos prontos, mas em construção.
Tijolo a tijolo, o templo da nossa história vai ganhando forma.
O outro também está em construção e também causa transtornos.
E, às vezes,
um tijolo cai e nos machuca.
Outras vezes,
é a cal ou o cimento que suja nosso rosto.
E quando não é um,
é outro.
E o tempo todo nós temos que nos limpar e cuidar das feridas, assim como os outros que convivem conosco
também têm de fazer.
Os erros dos outros,
os meus erros.
Os meus erros,
os erros dos outros.
Esta é uma conclusão essencial:
*Todas as pessoas erram.*
A partir dessa conclusão, chegamos a uma necessidade
humana e cristã:
o perdão.
*Perdoar é cuidar das feridas e sujeiras.*
É compreender que os
transtornos são muitas vezes involuntários.
Que os erros dos outros são
semelhantes aos meus erros e que,
como caminhantes de uma jornada,
é preciso olhar adiante.
Se nos preocupamos com
o que passou,
com a poeira,
com o tijolo caído,
o horizonte deixará de ser contemplado.
E será um desperdício.
O convite que faço é que você experimente a beleza
do perdão.
É um banho na alma!
Deixa leve!
Se eu errei,
se eu o magoei,
se eu o julguei mal,
desculpe-me por todos
esses transtornos…
Estou em construção!
*PAPA FRANCISCO*
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