quinta-feira, 31 de outubro de 2013
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quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Tempo para Deus
ESTOU DIVIDINDO PORQUE: TODA VEZ QUE ENCAMINHO ESTA ORAÇÃO, ALGO MUITO BOM ACONTECE. CREIO QUE É A FORÇA DO PENSAMENTO POSITIVO, DA FÉ.
Deus
Tempo para Deus
Obs.: Só leia se tiver tempo para DEUS'
Quando Deus tira algo de seu alcance. Ele não está punindo-o, mas apenas abrindo suas mãos para receber algo melhor.
Concentre-se nesta frase... "A vontade de Deus nunca irá levá-lo aonde a Graça de Deus não irá protegê-lo." Alguma coisa boa vai acontecer com você hoje, algo que você tem esperado ouvir.. Por favor, não quebre!
Apenas 27 palavras: “Deus, nosso Pai, CAMINHE pela minha casa e leve embora todas as minhas preocupações e doenças, e POR FAVOR, vigia e cura a minha família em nome de Jesus... AMEM!” Esta oração é muito poderosa.
Passe essa oração para o máximo de amigos não apenas para algumas pessoas, mas para todos. Todo mundo precisa de uma benção e agora nesse momento uma bênção está vindo para você na forma de um novo emprego, uma casa, o casamento, saúde ou financeiramente. Não faça perguntas. Este é um teste. Será que Deus está em primeiro lugar na sua vida? Se assim for, pare o que estiver fazendo e envie a mensagem. Observe o que Ele faz.
Obs.: Só leia se tiver tempo para DEUS'
Quando Deus tira algo de seu alcance. Ele não está punindo-o, mas apenas abrindo suas mãos para receber algo melhor.
Concentre-se nesta frase... "A vontade de Deus nunca irá levá-lo aonde a Graça de Deus não irá protegê-lo." Alguma coisa boa vai acontecer com você hoje, algo que você tem esperado ouvir.. Por favor, não quebre!
Apenas 27 palavras: “Deus, nosso Pai, CAMINHE pela minha casa e leve embora todas as minhas preocupações e doenças, e POR FAVOR, vigia e cura a minha família em nome de Jesus... AMEM!” Esta oração é muito poderosa.
Passe essa oração para o máximo de amigos não apenas para algumas pessoas, mas para todos. Todo mundo precisa de uma benção e agora nesse momento uma bênção está vindo para você na forma de um novo emprego, uma casa, o casamento, saúde ou financeiramente. Não faça perguntas. Este é um teste. Será que Deus está em primeiro lugar na sua vida? Se assim for, pare o que estiver fazendo e envie a mensagem. Observe o que Ele faz.
Porta estreita
Reflexão Evangelho de hoje Lc 13,22-30 - A porta estreita: A vida cristã não é possível para pessoas acomodadas e medíocres. É exigente. Jesus diz isto quando nos fala da porta estreita como caminho para a vida. Porta estreita é renunciar a algo que me parece prazeroso, mas de consequências negativas que podem prejudicar a mim ou a outras pessoas. Porta estreita pode ser fechar-me a propostas fascinantes mas que não são transparentes, ocultando corrupção, desvios, más intenções. Porta estreita pode ser renunciar a querer apenas me beneficiar, excluindo outras pessoas de participar de bens que Deus concedeu a todos. Porta estreita é manter-me em silêncio para não criticar nem julgar as pessoas com quem convivo. Jesus não fala de uma grande avenida. Ele próprio é o Caminho. Olhemos para sua prática e aprenderemos por onde devemos passar. Não mudemos de Caminho para não corrermos o risco de perder o endereço e assim, também nós nos perdermos. Nem nos deixemos fascinar pelas portas amplas e escancaradas. Elas podem ser atraentes, mas nos conduzir ao engano e não, a Deus.
Pai, conduze-me pelo verdadeiro caminho da salvação que passa pelo serviço misericordioso e gratuito a quem carece de meu amor.
Pai, conduze-me pelo verdadeiro caminho da salvação que passa pelo serviço misericordioso e gratuito a quem carece de meu amor.
terça-feira, 29 de outubro de 2013
sábado, 26 de outubro de 2013
Refletindo sobre o Evangelho de hoje.
Chances e oportunidades de Deus. É assim como observo o Evangelho de hoje - Lc 13,1-9
Num mundo em que se busca justificativa para tudo e isenção das culpas mais evidentes, falar em arrependimento, significando admitir que se cometeu erro e se busca um processo de reconhecimento e de conversão, parece muito difícil. Parece até “fora de moda”. No entanto, é a proposta do Reino, é o que fala Jesus ao povo. Ficam as questões para cada um responder: Como vejo as catástrofes no mundo de hoje?
Os tsunamis, as enchentes, as secas, os terremotos?
Como está meu processo de conversão?
Admito que erro, que preciso viver um processo contínuo de conversão?
Minha figueira tem produzido frutos? Quais são os adubos de Deus na minha vida?
Pai, que a minha vida seja uma contínua busca de comunhão contigo, por meio de um arrependimento sincero e de minha conversão urgente para ti.
Num mundo em que se busca justificativa para tudo e isenção das culpas mais evidentes, falar em arrependimento, significando admitir que se cometeu erro e se busca um processo de reconhecimento e de conversão, parece muito difícil. Parece até “fora de moda”. No entanto, é a proposta do Reino, é o que fala Jesus ao povo. Ficam as questões para cada um responder: Como vejo as catástrofes no mundo de hoje?
Os tsunamis, as enchentes, as secas, os terremotos?
Como está meu processo de conversão?
Admito que erro, que preciso viver um processo contínuo de conversão?
Minha figueira tem produzido frutos? Quais são os adubos de Deus na minha vida?
Pai, que a minha vida seja uma contínua busca de comunhão contigo, por meio de um arrependimento sincero e de minha conversão urgente para ti.
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
As melhores coisas só acontecem para quem faz.
Inicio este texto com
citando Roberto
Shinyashiki “Heróis de verdade são aqueles que trabalham para realizar seus
projetos de vida, e não para impressionar os outros”.
Em tudo na vida, é preciso
dedicação, renuncia, disciplina, determinação, envolvimento,
comprometimento. A vida não é só o hoje,
mas como este hoje está sendo desenvolvido para o amanhã? O que tem feito?
Acredito que tudo que me é dado hoje será para sempre? Basta tudo como está não
preciso mais de nada? O que tenho feito para aprender a ser melhor a cada dia?
Conheço os meus propósitos de vida pessoal e profissional? O que tenho feito
para alcançar meus objetivos? Um diploma
de faculdade é bastante para dar sustentabilidade ao meu futuro? ...”heróis de
verdade trabalham para realizar seus projetos de vida...”
Aqui vou me deter sobre educação
acadêmica, e me pego surpreendido por situações ocorridas numa sala de
aula. Me dá impressão que estou num
comércio varejista, onde a passeio, os clientes entram, olham o produto, ficam
a vagar neste ambiente, a falar das
coisas da vida, dos interesses circunstanciais, sem foco, sem objetivo. Como se
ali fosse apenas um espaço de lazer, de ponto de encontro. Educação não é produto que se compra hoje
aqui, amanhã ali. Professor não é vendedor, aluno não é cliente, educação não é
produto de consumo.
Em um conceito mais abrangente,
educação é uma ponte de desenvolvimento do saber. Atravessar todos podem, mas o
que foi aprendido neste percurso? O que foi construindo nesta passagem? Educação também envolve cortesia, delicadeza,
civilidade, relacionamento, respeito, dedicação, renuncias, disciplina, foco
nos objetivos a serem alcançados. Através deste contexto, a educação atua no
indivíduo como processo contínuo de melhoria, de desenvolvimento intelectuais e
morais do ser humano, visando sua
integração com o meio, como cidadãos capazes de gerar transformações e agregar
valores substanciais para uma sociedade melhor.
É um processo de ensinar e aprender.
Diante
destes conceitos, percebo hoje uma dissonância da essência entre educar, ser
presente em estado de crescimento pessoal e profissional, e estar presente para
obtenção de um título. As pessoas tem
pressa, não querem ou não consideram importante para sua vida hoje, aguardando apenas o dia em que estará
submetido a uma prova, para usar dos artifícios e tirar a nota mínima
necessária para ser aprovado.
Vejo com
certa tristeza, como educador, este cenário nas bancas de sala de aula. Tantos
são os que não tem interesse no aprender, seus focos são todos, menos aprender.
São exímios em reclamação, em reivindicação, em protestar contra isso ou
aquilo. Mas, perdem-se no seu dever de,
ao frequentar uma sala de aula, ter o compromisso, no mínimo com ele
mesmo, respeitar o profissional da
educação que ali está, se entregando para trazer o melhor. É um entrar e sair de sala de aula, de uso inadequado
e inoportuno de celular, tablets. É desestimulante as vezes, mas como
sou vocacionado, continuo insistindo. As queixas de cansaço
é algo cotidiano, como trabalhar fosse exclusividade deles, o professor não é
trabalho ou não trabalha também o dia todo. Onde está a consciência, o
reconhecimento do respeito.
Educar
pra mim, é uma via de mão dupla. Mesmo cansado de um dia de intenso trabalho, refaço-me
para compartilhar conhecimento, mas quando do outro lado encontramos baixa
energia, falta de interesse, faz de conta que aprendo, a incessante vontade
demonstrada em ir embora daquele espaço, pergunto-me: vale a pena continuar a ser
educador, a ser docente? Mas, lembro destas mensagens de Cora Coralina “Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende
o que ensina”, e outra, “O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada.
Caminhando e semeando, no fim terás o que colher. E, logo sou refeito da intenção de desistir, e continuar
acreditar em pessoas que querem fazer a diferença neste mundo.
As melhores coisas só acontecem para quem faz. O ter hoje, não vai garantir tua presença
amanhã no mesmo status. O desenvolver o ser que você pretende vai fazer toda a
diferença. Não é sábio fazer as mesmas coisas como sempre foram feitas e
esperar um resultado diferente, um espaço de sucesso no mercado. Engana-se que
acredita que tudo é para sempre. Somos frutos de nossas escolhas, essas que
estamos fazendo hoje. E, cheguei a uma conclusão, não adianta insistir em levar
conhecimento se o outro está decidido em não entender. Vamos em frente acreditando que possamos
contar com pessoas que tem como objetivo além do aqui e agora, que pensam no
futuro construindo um presente, aprendendo e se fortalecendo em suas qualificações
em rumo ao alcance dos objetivos pessoais e profissionais. Que pensam mais do que ganhar dinheiro, mas ser feliz na realização da sua função. E,
que saibam usufruir bem do investimento que faz na vida, que não seja apenas pró-forma,
atender as convenções de ter um título. Pessoas que não estejam navegando sem
rumo, a deriva do acaso, a mercê das coisas circunstanciais, que nada agregam,
ao contrário, afasta as melhores oportunidades e, criam decepções em outras
pessoas. Pessoas que evoluam com novos e
melhores hábitos, façam a diferença fazendo melhor o que já fazia, inove, crie,
construa uma sociedade melhor.
Espero e acredito na minha vocação como
educador que encontrarei pessoas que queiram ir além do seu ponto de vista, e
consiga enxergar além de si mesma.
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Histórias de vida que encontrei no caminho
No percorrer dos caminhos vividos, me deparei com
pessoas que contribuíram, de alguma forma, as páginas da minha vida. Ora de
ganhos, perdas, turbulências provocadas algumas vezes pela mente misteriosa que
nos acompanha. Passados que nos
perseguem, um presente de decisões para construir o futuro, não vivê-lo, mas
fazer deste momento um passado melhor e um futuro prospero. Tudo uma lição de
vida!
E, nestas trajetórias, percebi a igualdade de
contextos de histórias em diferentes momentos. Diferenças entre pessoas, pobres
e ricas, brancas e negras, livres ou escravas, continuam, só que agora vejo com
maior claridade de residência destas diferenças, que é a materialidade, o
poder, o ter. Práticas desumanas com que nos deparamos ainda hoje, seja qual
for o regime que esteja em domínio, estas diferenças continuam matando de fome,
doenças. Pessoas violentadas em seu direito de SER HUMANO, excluídas, banidas à
margem dos abismos da pobreza, da miséria, da falta de emprego, e, repete-se
tudo como antigamente, o domínio do ter e poder, do crer ser um deus. Vencer
mesmo que custe matar, humilhar, denegrir a honra, a condição de ser gente.
Um outro fator que ressalto neste tantos momentos
vividos, são pessoas que ainda neste perfil, porém talvez maquiado por fator de
convivência, mas igualmente são excludentes, são os autossuficientes. Não sou
cientista da mente, mas vejo as pessoas que utilizam-se de falsas defesas para
exprimir suas debilidades interiores, seus medos, suas ameaças, seus fracassos,
e como forma de não permitir que os outros não saibam que ela é, humilha, impõe,
reprime, escraviza. A culpa sempre é do outro como desvio de sua verdadeira
intolerância a si mesmo. A autosuficiência para mim é um máscara que esconde o rosto,
o ser verdadeiro, e por medo de ser reconhecido, cobrem o rosto.
Talvez a lucidez esteja ficando em desuso, à margem
da humanidade ou de alguns transvestidos de gente, que vivem na miopia da
sociedade, enxergando só a si.
O ter corrompe, rouba a alma, moldura com uma
armadura que impede de enxergar dentro de si, e aí, esvaziam-se do SER,
tornando-se matéria, apenas. Muitos
preferem matar a própria alma, para viver escravos do ter, do poder. Pessoas
que teme as rupturas do passado, dos status quo, e portanto, permanecem frias, alheias a vida de um ser que não pode ser
deus.
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Mais que estar é ser envolvido com os objetivos: é chama acesa que não se apaga.
Mais que estar é ser envolvido com os objetivos: é chama acesa que não
se apaga.
Um
membro de um determinado grupo, ao qual prestava serviços regularmente, sem
nenhum aviso deixou de participar de suas atividades. Após algumas semanas, o
líder daquele grupo decidiu visitá-lo. Era uma noite muito fria. O líder
encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante da lareira, onde ardia um
fogo brilhante e acolhedor.
Adivinhando a razão da visita, o homem deu as boas-vindas ao líder, conduziu-o a uma grande cadeira perto da lareira e ficou quieto, esperando. O líder acomodou-se confortavelmente no local indicado, mas não disse nada. No silêncio sério que se formara, apenas contemplava a dança das chamas em torno das achas de lenha, que ardiam.
Adivinhando a razão da visita, o homem deu as boas-vindas ao líder, conduziu-o a uma grande cadeira perto da lareira e ficou quieto, esperando. O líder acomodou-se confortavelmente no local indicado, mas não disse nada. No silêncio sério que se formara, apenas contemplava a dança das chamas em torno das achas de lenha, que ardiam.
Ao
cabo de alguns minutos, o líder examinou as brasas que se formaram e
cuidadosamente selecionou uma delas, a mais incandescente de todas,
empurrando-a para o lado. Voltou então a sentar-se, permanecendo silencioso e
imóvel. O anfitrião prestava atenção a tudo, fascinado e quieto. Aos poucos a
chama da brasa solitária diminuía, até que houve um brilho momentâneo e seu
fogo apagou-se de vez.
Em pouco tempo o que antes era uma festa de calor e luz, agora não passava de um negro, frio e morto pedaço de carvão recoberto de uma espessa camada de fuligem acinzentada. Nenhuma palavra tinha sido dita desde o protocolar cumprimento inicial entre os dois amigos. O líder, antes de se preparar para sair, manipulou novamente o carvão frio e inútil, colocando-o de volta no meio do fogo. Quase que imediatamente ele tornou a incandescer, alimentado pela luz e calor dos carvões ardentes em torno dele.
Quando
o líder alcançou a porta para partir, seu anfitrião disse:
- Obrigado. Por sua visita e pelo belíssimo sermão. Estou voltando ao convívio do grupo. Deus te abençoe!
- Obrigado. Por sua visita e pelo belíssimo sermão. Estou voltando ao convívio do grupo. Deus te abençoe!
MORAL DA HISTÓRIA:
Aos membros de um grupo vale lembrar que eles fazem parte da chama e que longe do grupo eles perdem todo o brilho. Aos lideres vale lembrar que eles são responsáveis por manter acesa a chama de cada um e por promover a união entre todos os membros, para que o fogo seja realmente forte, eficaz e duradouro.
(Autor desconhecido)
Acredite, podemos ser felizes se procedermos diariamente o exercício da sabedoria, discernimento, solidariedade, amor a nós mesmos e aos outros.
Persistir
sempre, este é o caminho. Pessoas mal sucedidas, podem até ter talento, podem até ser gênios, porém, sem persistência
nos propósitos pessoais e profissionais, determinação, não chega muito
longe. O talento, a educação conduz ao
sucesso, mas tem que estar conjugada com persistência, disciplina, determinação. Pensem nisso!
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Reflexão sobre o evangelho de hoje , O rico sem juizo - Lc 12,13-21
Fala-nos do ter, acumular bens materiais como se fosse seguro de vida, estabilidade eterna de saúde, e até leva o homem ao egoísmo, ao fanatismo, a violência, a ganância. E, ficam os questionamentos: Quais são minhas preocupações? Cuido de assegurar a mim e à minha família uma vida digna ou me preocupo demais com o ter, acumular para o futuro. Acaso o ter para mim é como um “seguro de vida”? O meu horizonte termina nesta vida ou a cada dia, vislumbro o Reino que não tem fim?
Pai, preserva-me do apego exagerado às riquezas, as quais me tornam insensível às necessidades do meu próximo. Que eu descubra na partilha um caminho de salvação.
Fonte: Portal Paulinas
Fala-nos do ter, acumular bens materiais como se fosse seguro de vida, estabilidade eterna de saúde, e até leva o homem ao egoísmo, ao fanatismo, a violência, a ganância. E, ficam os questionamentos: Quais são minhas preocupações? Cuido de assegurar a mim e à minha família uma vida digna ou me preocupo demais com o ter, acumular para o futuro. Acaso o ter para mim é como um “seguro de vida”? O meu horizonte termina nesta vida ou a cada dia, vislumbro o Reino que não tem fim?
Pai, preserva-me do apego exagerado às riquezas, as quais me tornam insensível às necessidades do meu próximo. Que eu descubra na partilha um caminho de salvação.
Fonte: Portal Paulinas
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
No texto do Evangelho de hoje: Lc 11,47-54, Jesus continua a dizer “ai de vocês!” , diz ainda que os fariseus manipulam a “sabedoria”, o que pode entender, a compreensão da Escritura. Os letrados se arrogam o monopólio da compreensão das Escrituras. E Jesus é criticado com raiva pelos mestres da Lei e os fariseus por causa desta verdade que ele tem coragem de dizer. Hoje são tantos os que manipulam a verdade, em nome de ter poder, domínio, fama.
O mundo cheio de falsos profetas, falsos mediadores da paz, camuflados de falsos poderes, tentam pela violência, pela guerra, pelas armas químicas, biológicas, ou qualquer que seja, matar, matar, humilhar, sangrar, corromper. Como diz o evangelho de hoje, mestres da lei e fariseus manipulam a sabedoria para atender seu egoísmo, sua constância de maldade escondida em seu intimo.
Pai, que a compreensão de teu sábio plano de salvação para a humanidade me leve a estar atento às palavras de Jesus, o qual me indica o caminho para chegar a ti.
O mundo cheio de falsos profetas, falsos mediadores da paz, camuflados de falsos poderes, tentam pela violência, pela guerra, pelas armas químicas, biológicas, ou qualquer que seja, matar, matar, humilhar, sangrar, corromper. Como diz o evangelho de hoje, mestres da lei e fariseus manipulam a sabedoria para atender seu egoísmo, sua constância de maldade escondida em seu intimo.
Pai, que a compreensão de teu sábio plano de salvação para a humanidade me leve a estar atento às palavras de Jesus, o qual me indica o caminho para chegar a ti.
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
A palavra "coisa" é um bombril do idioma. Tem mil e uma utilidades. É aquele tipo de termo-muleta ao qual a gente recorre sempre que nos faltam palavras para exprimir uma idéia. Coisas do português.
Gramaticalmente, "coisa" pode ser substantivo, adjetivo, advérbio. Também pode ser verbo: o Houaiss registra a forma "coisificar". E no Nordeste há "coisar": "Ô, seu coisinha, você já coisou aquela coisa que eu mandei você coisar?".
Coisar, em Portugal, equivale ao ato sexual, lembra Josué Machado. Já as "coisas" nordestinas são sinônimas dos órgãos genitais, registra o Aurélio. "E deixava-se possuir pelo amante, que lhe beijava os pés, as coisas, os seios" (Riacho Doce, José Lins do Rego). Na Paraíba e em Pernambuco, "coisa" também é cigarro de maconha..
Em Olinda, o bloco carnavalesco Segura a Coisa tem um baseado como símbolo em seu estandarte. Alceu Valença canta: "Segura a coisa com muito cuidado / Que eu chego já." E, como em Olinda sempre há bloco mirim equivalente ao de gente grande, há também o Segura a Coisinha. [Incentivando crianças ao uso de baseado???!!!]
Na literatura, a "coisa" é coisa antiga. Antiga, mas modernista: Oswald de Andrade escreveu a crônica "O Coisa" em 1943."
A Coisa" é título de romance de Stephen King.
Simone de Beauvoir escreveu "A Força das Coisas", e Michel Foucault, "As Palavras e as Coisas."
Em Minas Gerais , todas as coisas são chamadas de trem. Menos o trem, que lá é chamado de "a coisa". A mãe está com a filha na estação, o trem se aproxima e ela diz: "Minha filha, pega os trem que lá vem a coisa!".
Devido lugar: "Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça (...)".A garota de Ipanema era coisa de fechar o Rio de Janeiro.
"Mas se ela voltar, se ela voltar / Que coisa linda / Que coisa louca."Coisas de Jobim e de Vinicius, que sabiam das coisas.
Sampa também tem dessas coisas (coisa de louco!), seja quando canta "Alguma coisa acontece no meu coração", de Caetano Veloso, ou quando vê o Show de Calouros, do Silvio Santos (que é coisa nossa).
Em 1997, a NASA lançou a "Missão Mars Pathfinder", enviando um robô para explorar Marte. O mecanismo foi programado para ser acionado a partir do som de uma música e a escolhida foi um samba de Jorge Aragão/Almir Guineto/Luis Carlos da Vila. Assim, o robô da Nasa, foi "acordado" com a música: "Ô coisinha tão bonitinha do pai...". Lembram?
Coisa não tem sexo: pode ser masculino ou feminino. Coisa-ruim é o capeta. Coisa boa é a Juliana Paes. Nunca vi coisaassim!
Coisa de cinema! "A Coisa" virou nome de filme de Hollywood, que tinha o "seu Coisa" no recente Quarteto Fantástico. Extraído dos quadrinhos, na TV o personagem ganhou também desenho animado, nos anos 70. E no programa Casseta e Planeta, Urgente!, Marcelo Madureira faz o personagem "Coisinha de Jesus".
Coisa também não tem tamanho. Na boca dos exagerados, "coisa nenhuma" vira "coisíssima". Mas a "coisa" tem história na MPB. No II Festival da Música Popular Brasileira, em 1966, estava na letra das duas vencedoras: Disparada, de Geraldo Vandré: "Prepare seu coração / Pras coisas que eu vou contar", e A Banda, de Chico Buarque: "Pra ver a banda passar / Cantandocoisas de amor". Naquele ano do festival, no entanto, a coisatava preta (ou melhor, verde-oliva). E a turma da Jovem Guarda não tava nem aí com as coisas: "Coisa linda / Coisa que eu adoro".
Cheio das coisas. As mesmas coisas, Coisa bonita, Coisas do coração, Coisas que não se esquece, Diga-me coisas bonitas, Tem coisas que a gente não tira do coração. Todas essas coisas são títulos de canções interpretadas por Roberto Carlos, o "rei" das coisas. Como ele, uma geração da MPB era preocupada com as coisas.
Para Maria Bethânia, o diminutivo de coisa é uma questão de quantidade afinal, "são tantas coisinhas miúdas".
"Todas as Coisas e Eu" é título de CD de Gal. "Esse papo já tá qualquer coisa...Já qualquer coisa doida dentro mexe." Essa coisa doida é uma citação da música "Qualquer Coisa", de Caetano, que canta também: "Alguma coisa está fora da ordem."
Por essas e por outras, é preciso colocar cada coisa no devido lugar. Uma coisa de cada vez, é claro, pois uma coisa é umacoisa; outra coisa é outra coisa. E tal coisa, e coisa e tal.
O cheio de coisas é o indivíduo chato, pleno de não-me-toques. O cheio das coisas, por sua vez, é o sujeito estribado. Gente fina é outra coisa.
Para o pobre, a coisa está sempre feia: o salário-mínimo não dá pra coisa nenhuma.
A coisa pública não funciona no Brasil. Desde os tempos de Cabral. Político quando está na oposição é uma coisa, mas, quando assume o poder, a coisa muda de figura. Quando se elege, o eleitor pensa: "Agora a coisa vai." Coisa nenhuma! Acoisa fica na mesma. Uma coisa é falar; outra é fazer. Coisafeia! O eleitor já está cheio dessas coisas!
Se você aceita qualquer coisa, logo se torna um coisaqualquer, um coisa-à-toa. Numa crítica feroz a esse estado decoisas, no poema "Eu, Etiqueta", Drummond radicaliza: "Meu nome novo é coisa. Eu sou a coisa, coisamente." E, no verso do poeta, "coisa" vira "cousa".
Se as pessoas foram feitas para ser amadas e as coisas, para serem usadas, por que então nós amamos tanto as coisas e usamos tanto as pessoas?
Bote uma coisa na cabeça: as melhores coisas da vida não sãocoisas. Há coisas que o dinheiro não compra: paz, saúde, alegria e outras cositas más.
Mas, "deixemos de coisa, cuidemos da vida, senão chega a morte oucoisa parecida", cantarola Fagner em Canteiros, baseado no poema Marcha, de Cecília Meireles, uma coisa linda.
Por isso, faça a coisa certa e não esqueça o grande mandamento:
"AMARÁS A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS".
ENTENDEU O ESPÍRITO DA COISA?
Gramaticalmente, "coisa" pode ser substantivo, adjetivo, advérbio. Também pode ser verbo: o Houaiss registra a forma "coisificar". E no Nordeste há "coisar": "Ô, seu coisinha, você já coisou aquela coisa que eu mandei você coisar?".
Coisar, em Portugal, equivale ao ato sexual, lembra Josué Machado. Já as "coisas" nordestinas são sinônimas dos órgãos genitais, registra o Aurélio. "E deixava-se possuir pelo amante, que lhe beijava os pés, as coisas, os seios" (Riacho Doce, José Lins do Rego). Na Paraíba e em Pernambuco, "coisa" também é cigarro de maconha..
Em Olinda, o bloco carnavalesco Segura a Coisa tem um baseado como símbolo em seu estandarte. Alceu Valença canta: "Segura a coisa com muito cuidado / Que eu chego já." E, como em Olinda sempre há bloco mirim equivalente ao de gente grande, há também o Segura a Coisinha. [Incentivando crianças ao uso de baseado???!!!]
Na literatura, a "coisa" é coisa antiga. Antiga, mas modernista: Oswald de Andrade escreveu a crônica "O Coisa" em 1943."
A Coisa" é título de romance de Stephen King.
Simone de Beauvoir escreveu "A Força das Coisas", e Michel Foucault, "As Palavras e as Coisas."
Em Minas Gerais , todas as coisas são chamadas de trem. Menos o trem, que lá é chamado de "a coisa". A mãe está com a filha na estação, o trem se aproxima e ela diz: "Minha filha, pega os trem que lá vem a coisa!".
Devido lugar: "Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça (...)".A garota de Ipanema era coisa de fechar o Rio de Janeiro.
"Mas se ela voltar, se ela voltar / Que coisa linda / Que coisa louca."Coisas de Jobim e de Vinicius, que sabiam das coisas.
Sampa também tem dessas coisas (coisa de louco!), seja quando canta "Alguma coisa acontece no meu coração", de Caetano Veloso, ou quando vê o Show de Calouros, do Silvio Santos (que é coisa nossa).
Em 1997, a NASA lançou a "Missão Mars Pathfinder", enviando um robô para explorar Marte. O mecanismo foi programado para ser acionado a partir do som de uma música e a escolhida foi um samba de Jorge Aragão/Almir Guineto/Luis Carlos da Vila. Assim, o robô da Nasa, foi "acordado" com a música: "Ô coisinha tão bonitinha do pai...". Lembram?
Coisa não tem sexo: pode ser masculino ou feminino. Coisa-ruim é o capeta. Coisa boa é a Juliana Paes. Nunca vi coisaassim!
Coisa de cinema! "A Coisa" virou nome de filme de Hollywood, que tinha o "seu Coisa" no recente Quarteto Fantástico. Extraído dos quadrinhos, na TV o personagem ganhou também desenho animado, nos anos 70. E no programa Casseta e Planeta, Urgente!, Marcelo Madureira faz o personagem "Coisinha de Jesus".
Coisa também não tem tamanho. Na boca dos exagerados, "coisa nenhuma" vira "coisíssima". Mas a "coisa" tem história na MPB. No II Festival da Música Popular Brasileira, em 1966, estava na letra das duas vencedoras: Disparada, de Geraldo Vandré: "Prepare seu coração / Pras coisas que eu vou contar", e A Banda, de Chico Buarque: "Pra ver a banda passar / Cantandocoisas de amor". Naquele ano do festival, no entanto, a coisatava preta (ou melhor, verde-oliva). E a turma da Jovem Guarda não tava nem aí com as coisas: "Coisa linda / Coisa que eu adoro".
Cheio das coisas. As mesmas coisas, Coisa bonita, Coisas do coração, Coisas que não se esquece, Diga-me coisas bonitas, Tem coisas que a gente não tira do coração. Todas essas coisas são títulos de canções interpretadas por Roberto Carlos, o "rei" das coisas. Como ele, uma geração da MPB era preocupada com as coisas.
Para Maria Bethânia, o diminutivo de coisa é uma questão de quantidade afinal, "são tantas coisinhas miúdas".
"Todas as Coisas e Eu" é título de CD de Gal. "Esse papo já tá qualquer coisa...Já qualquer coisa doida dentro mexe." Essa coisa doida é uma citação da música "Qualquer Coisa", de Caetano, que canta também: "Alguma coisa está fora da ordem."
Por essas e por outras, é preciso colocar cada coisa no devido lugar. Uma coisa de cada vez, é claro, pois uma coisa é umacoisa; outra coisa é outra coisa. E tal coisa, e coisa e tal.
O cheio de coisas é o indivíduo chato, pleno de não-me-toques. O cheio das coisas, por sua vez, é o sujeito estribado. Gente fina é outra coisa.
Para o pobre, a coisa está sempre feia: o salário-mínimo não dá pra coisa nenhuma.
A coisa pública não funciona no Brasil. Desde os tempos de Cabral. Político quando está na oposição é uma coisa, mas, quando assume o poder, a coisa muda de figura. Quando se elege, o eleitor pensa: "Agora a coisa vai." Coisa nenhuma! Acoisa fica na mesma. Uma coisa é falar; outra é fazer. Coisafeia! O eleitor já está cheio dessas coisas!
Se você aceita qualquer coisa, logo se torna um coisaqualquer, um coisa-à-toa. Numa crítica feroz a esse estado decoisas, no poema "Eu, Etiqueta", Drummond radicaliza: "Meu nome novo é coisa. Eu sou a coisa, coisamente." E, no verso do poeta, "coisa" vira "cousa".
Se as pessoas foram feitas para ser amadas e as coisas, para serem usadas, por que então nós amamos tanto as coisas e usamos tanto as pessoas?
Bote uma coisa na cabeça: as melhores coisas da vida não sãocoisas. Há coisas que o dinheiro não compra: paz, saúde, alegria e outras cositas más.
Mas, "deixemos de coisa, cuidemos da vida, senão chega a morte oucoisa parecida", cantarola Fagner em Canteiros, baseado no poema Marcha, de Cecília Meireles, uma coisa linda.
Por isso, faça a coisa certa e não esqueça o grande mandamento:
"AMARÁS A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS".
ENTENDEU O ESPÍRITO DA COISA?
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Homenagem dia do Professor
Em sala de aula, aguardando os alunos que desenvolviam uma atividade em equipe, um pai levou o filho para sala, e estava ele lá sozinho olhando, o chamei para o quadro escrever comigo, e ele foi. Vejam o resultado, meus alunos tiraram esta foto e hoje, 15/10/2013, me homenageiam no dia do professor. Linda homenagem que só faz ser melhor cada vez que entrar em sala de aula. Obrigado meu caríssimos alunos.
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Educação: Uma pausa para pensar...
Educação: uma pausa para pensar, refletir e contextualizar. Percebemos muitas vezes no ensino fundamental, a transferência de responsabilidades de pais para as escolas. Será o papel da escola este? Professores vivendo momentos de terror nas escolas, promovido por "alunos" que querem nota 10 de forma ampla, se nem mesmo ainda aprendeu a assinar o nome. A métrica da educação é passar o aluno, seja do jeito que for. Professores mal pagos, precisando trabalhar quase 12 horas para obter o sustento, e nos deparamos com MEC com exigências que o professor tem que ter título (sabe quanto custa um? as universidades federais para se entrar, é como jogar na mega sena apenas com um bilhete, a sorte de 1 para 100 mil a possibilidade de entrar, salvo se tiver um forte padrinho). Além disso, tem que produzir, tem, tem, tem que fazer, ter que estar na mídia, tem que estar publicando isso ou aquilo. Não importa de que maneira ou o que, importa seu nome nas revistas e um título de lado. Será que tudo isto traz melhoria ao ensino acadêmico? Não nego que contribui, porém a forma de exigência sem dar a este professor as condições para tal, como pesquisa para elaboração de artigos, cursos de mestrados, doutorados, e o que venha mais. Tudo é um custo alto, enquanto o salário minimo. Professor de instituições publicas, muitas vezes recebem menos que um salário minimo, com mestrado ou outros títulos. Ganha por carga horária, reduzida e reduzindo estas. Um outro fato, enquanto tempo o investimento vai trazer retorno? Ou vai ficar na conta de despesas ou fundo perdido? Claro, que agregamos conhecimento, vivências, fundamentos importantes, porém, o professor precisa se vestir, comer, fazer lazer, tem família. Mas, parece-me que não estão preocupados muito com a vida destes. Por outro lado, muitos dos alunos estão em busca de um diploma, sem interesse de aprender, sem foco, sem objetivo ou com objetivo focado no presente, o que estou ganhando, como estou me divertindo, tenho celular top?, tenho, tenho. Parece que não há tempo para pensar no futuro. O aluno muitas vezes acha porque está pagando, acha que pode tudo, só tem direitos. A escola, por sua vez falta critério de gestão. Muitos alunos não sabem o que planejar, o que é isso?
É um excelente tema este, EDUCAÇÃO, para se discutir, buscar de fato o que agrega valor neste mundo de tantas incertezas, de uma revolução tecnologica, de uma evolução e dinamismo nas competências. Um tema para abrir o leque do que está de fato ocorrendo, sem falácias, sem fanatismo, sem teorias. Apenas com a verdade do que presenciamos no cotidiano das escolas e instituições superiores. Debater sobre métodos e metodologia, buscar ampliar o conceito de educação empreendedora, talvez possamos ainda pensar em EDUCAÇÃO como princípio e complementação da formação do cidadão e profissional. Educação não pode ser vendido como produto, professor não pode ser visto como vendedor deste produto, e a escola não é um comércio varejista e, aluno não é cliente.
É um excelente tema este, EDUCAÇÃO, para se discutir, buscar de fato o que agrega valor neste mundo de tantas incertezas, de uma revolução tecnologica, de uma evolução e dinamismo nas competências. Um tema para abrir o leque do que está de fato ocorrendo, sem falácias, sem fanatismo, sem teorias. Apenas com a verdade do que presenciamos no cotidiano das escolas e instituições superiores. Debater sobre métodos e metodologia, buscar ampliar o conceito de educação empreendedora, talvez possamos ainda pensar em EDUCAÇÃO como princípio e complementação da formação do cidadão e profissional. Educação não pode ser vendido como produto, professor não pode ser visto como vendedor deste produto, e a escola não é um comércio varejista e, aluno não é cliente.
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