terça-feira, 30 de agosto de 2016

A FORÇA DA ARGUMENTAÇÃO PARA TOMADA DE DECISÃO

Argumentar é a fundamentação de determinado pensamento ou ideia, correlacionando fatos, estudos, opiniões, conflitos, teses, visando oferecer base técnica/científica como alternativas prováveis nas soluções de problemas e conflitos.
O argumento objetiva levar aos envolvidos uma linha de raciocínio lógico, reflexiva, e convincente em que as partes, não apenas aceite, mas tenha a plena convicção que os argumentos expostos trazem uma solução viável e confiável.   Não é uma simples concordância dos fatos, é a convicção das prováveis citações ser a melhor alternativa.
A argumentação em um diálogo se faz necessário a precisão do que se fala, foco no propósito a ser solucionado, e as partes envolvidas, a partir do exposto e debatido, possam tomar a decisão de forma impessoal e acertada.
Neste contexto de negociação, diálogo, debates, ou seja, outras situações de conflitos, o amadurecimento pessoal e profissional dos envolvidos, dispensa fragilidades e sensibilidades, inclusive opiniões pessoais.  E, aqui estamos falando de embasamento na fala, no discurso, no diálogo, e nunca o convencimento do “EU ESTOU CERTO”.   
ARGUMENTAR
Não deve conter achismos e julgamentos equivocados.  É uma forma de contextualizar o problema e situações embasadas em conceitos teóricos, experiências vivenciadas, e leitura contínua do ambiente em que está envolvido.  Os fatos são reais e, portanto, devem o argumento devem ser coerentes com estes.  Citações teóricas em si só é insuficiente, deve vir acompanhada de contextos em que estas citações foram aplicadas.
A força da argumentação em um contexto deve sempre ser algo investigativo do fato envolvido, buscando sempre os fundamentos que justifiquem a tomada de decisão.

Por fim, numa tomada de decisão não pode conter verdades pessoais, mas, levantar possibilidades e ampliar o debate para que sejam eficazes as soluções.  E, claro é preciso ter domínio do que se está debatendo, negociando, mediando. 

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Ensino técnico.Será?

Curso de Formação Técnica, como entender esta formação?  O prepara e para quem prepara?  Será que de fato o estudante de ensino técnico aprende o suficiente para competir neste mercado de trabalho?  Tenho minhas dúvidas de certas escolas que dizem de formação técnica, mas, parece-me distribuidores de diplomas.
Pesquisando no Google encontramos esta referência: "É um curso de nível médio que tem o objetivo de capacitar o aluno com conhecimentos teóricos e práticos em diversas atividades do setor produtivo. Um de seus propósitos é o acesso imediato ao mercado de trabalho, além da perspectiva de requalificação ou mesmo reinserção no mercado".  (http://educacao.uol.com.br/noticias/2010/08/12/entenda-o-que-e-curso-tecnico.htm).
A pedagogia de algumas escolas, passou longe da sua essência. O foco maior é na comercialização de clientes (alunos) que possam pagar pelo produto (formação técnica), cujos material didático, além de serem mal elaborados, apenas referem a conceitos, que nem ensinam o teórico, e muito menos o prático. São verdadeiras casas comerciais, que nem a infra estrutura existe, o básico que é uma biblioteca, escritórios pedagógicos, parcerias com empresas, e no final do curso "técnico" os diplomados alunos, não tem emprego e não estão formados para assumir uma oportunidade no mercado.   
Um engano, uma ofensa a educação, uma falácia institucional.   Até há alguém que tente, mas, o número de incompetentes que não tentam e pior, sugerem coisas fantasiosas, mirabolantes.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

PARTICIPAR É ENVOLVER-SE - É "fogo forte, eficaz e duradouro"


Um membro de um determinado grupo, ao qual prestava serviços regularmente, sem nenhum aviso deixou de participar de suas atividades.
Após algumas semanas, o líder daquele grupo decidiu visitá-lo. Era uma noite muito fria.
O líder encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante da lareira, onde ardia um fogo brilhante e acolhedor.
Adivinhando a razão da visita, o homem deu as boas-vindas ao líder, conduziu-o a uma grande cadeira perto da lareira e ficou quieto, esperando.
O líder acomodou-se confortavelmente no local indicado, mas não disse nada.
No silêncio sério que se formara, apenas contemplava a dança das chamas em torno das achas de lenha, que ardiam.
Ao cabo de alguns minutos, o líder examinou as brasas que se formaram e cuidadosamente selecionou uma delas, a mais incandescente de todas, empurrando-a para o lado.
Voltou então a sentar-se, permanecendo silencioso e imóvel.
O anfitrião prestava atenção a tudo, fascinado e quieto.
Aos poucos a chama da brasa solitária diminuía, até que houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou-se de vez.
Em pouco tempo o que antes era uma festa de calor e luz, agora não passava de um negro, frio e morto pedaço de carvão recoberto de uma espessa camada de fuligem acinzentada.
Nenhuma palavra tinha sido dita desde o protocolar cumprimento inicial entre os dois amigos.
O líder, antes de se preparar para sair, manipulou novamente o carvão frio e inútil, colocando-o de volta no meio do fogo.
Quase que imediatamente ele tornou a incandescer, alimentado pela luz e calor dos carvões ardentes em torno dele.
Quando o líder alcançou a porta para partir, seu anfitrião disse:
- Obrigado. Por sua visita e pelo belíssimo sermão. Estou voltando ao convívio do grupo. Deus te abençoe!
MORAL DA HISTÓRIA:
Aos membros de um grupo vale lembrar que eles fazem parte da chama e que longe do grupo eles perdem todo o brilho. Aos lideres vale lembrar que eles são responsáveis por manter acesa a chama de cada um e por promover a união entre todos os membros, para que o fogo seja realmente
forte, eficaz e duradouro.

(Autor desconhecido)

BOM FIM DE SEMANA À TODOS e que DEUS esteja com você. Acredite, podemos ser felizes se procedermos diariamente o exercício da sabedoria, discernimento, solidariedade, amor a nós mesmos e aos outros. Acreditem, eu tenho tido momentos de muitas vitórias e conquistas porque encontrei em DEUS meu maior amigo e companheiro do dia-a-dia e de todos os momentos.


quinta-feira, 11 de agosto de 2016

A BUSCA DO PÓDIO


Um lugar no pódio


Ouvimos muito a máxima que não é suficiente participar, é preciso fazer a diferença, é preciso ousar, não para ser apenas o primeiro – pois este nem sempre é o vencedor – mas, ser vitorioso pela garra, determinação, empenho e desempenho na conquista dos objetivos.
O medo de perder o status às vezes transformam talentos em homens medíocres. E parece-me um pensamento próprio dessas pessoas – Por que querer ser vitorioso, fazer a diferença, ousar, subir ao pódio da vida, até mesmo tentar, se como estou está ótimo, e agradam aos meus superiores ser este cumpridor de ordens?  Será que é assim que o mundo pensa? Será a anulação de um em detrimento de outro valer a pena?
Penso que não. Ninguém nasce para ser medíocre, para se contentar com ser apenas coadjuvante. O mundo requer pessoas ativas, com propósito de vida e não de pessoas submissas, adormecidas nos seus medos, escondidas nos seus refúgios íntimos de uma vida simplória.
Obediência não quer dizer aceitar tudo que lhe é imposto, sem discutir, sem buscar razões para tal ato.  Portanto, realize seu potencial, realize seus sonhos, ouça a voz do seu ser, crie, inove, seja um apaixonado pela sua missão. Ocupe todo o espaço que é seu de direito e conquistado ao longo da caminhada. Aprende com cada passo que dá.
Muitas vezes por medo de perder deixamos de crescer, por medo de chorar, deixamos de rir. O medo de tentar para não perder torna alguém escravo de si mesmo e padece da submissão, preso na convenção pré determinada pelo outro, sem opinião, sem ideais, vivendo sem nunca ter experimentado seu lugar no pódio.
Pessoas de sucesso vivem no mesmo mundo, com os mesmos desafios, as mesmas adversidades, então o que diferencia o sucesso do fracasso?  Acredito que está exatamente nas respostas que damos ao que a vida nos oferece.
É preciso trabalhar os medos, construir novas pontes entre você e o mundo, ocupar seu lugar de destaque no pódio da vida. Lembre-se que ser vencedor é o resultado de uma busca constante para ser melhor de si mesmo, é fazer  acontecer, é fazer sua vida ter significado.
Que Deus os abençoem sempre!

terça-feira, 9 de agosto de 2016

RH E MARKETING

RH E MARKETING -  INTEGRAR E FORTALECER AS RELAÇÕES PESSOAS / ORGANIZAÇÃO

A valorização e reconhecimento das pessoas ou colaboradores organizacionais assumem grau de relevância para o alcance dos resultados positivos. A sensação de pertencer a uma organização, de perceber a justiça organizacional, torna as atitudes mais eficazes no alcance dos objetivos da empresa. As políticas e práticas estabelecidas pela empresa precisam contribuir para um bem-estar dos membros organizacionais, permitindo-lhes maior realização pessoal e profissional.
Nossa missão é atingir um estreitamento entre os vários departamentos da empresa com foco na principal função da empresa que consiste na aquisição e retenção de clientes (internos e externos).
O passo a seguir, como alcançar e obter o comprometimento de todos os colaboradores? Aqui começa as AÇÕES DE ENDOMARKETING, aliados no processo de disseminação dos valores e objetivos organizacionais, bem como fazer compreender e assumir comprometimento com a MISSÃO da empresa. Como estas ações, estaremos gerando um clima de confiança e participativo, bem como o aumento com qualidade da prestação de serviço. 

Dentre as ações que podemos tomar e compreendendo o modelo de gestão necessário a ser aplicado na empresa, se faz necessário uma ação voltada para transformar gerentes em líderes, profissionalizar ações com transparência e lealdade, coerência entre o discurso e o que se pratica.  Essas ações focam ATITUDE e a COMUNICAÇÃO que venham traduzir resultados concretos quanto ao envolvimento, valorização, reconhecimento e qualificação de todos direta e indiretamente envolvidos no processo.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

A FÁBULA DO CAMARÃO

O Camarão acordou otimista e disse para si mesmo: “Vou viajar pelos sete mares em busca da minha fortuna”. Dessa forma, pegou sete moedas de ouro e partiu.
Logo no início da jornada encontrou com a Ostra que, vendo seu otimismo, perguntou:
- Aonde vai Camarão, com tanta pressa?
- Vou à busca de minha fortuna.
A Ostra então propôs ao Camarão:
- Vendo para você por três moedas de ouro esta prancha e sua velocidade aumentará em cinco vezes.
Sendo assim, o Camarão montado em sua prancha saiu em velocidade pelos mares.
Logo em seguida encontrou a Moréia que, sentindo a euforia do Camarão, indagou:
- Tenho essas nadadeiras de silicone que podem aumentar em dez vezes sua velocidade e por duas moedas de ouro posso vendê-las.
O Camarão sentou na prancha, colocou as nadadeiras e saiu em velocidade nunca vista.
Mais adiante, deu de cara com o Tubarão e a sua grande boca cheia de dentes afiados, que sussurra no ouvido do Camarão.
- Aonde vai amiguinho com tanta velocidade?
O Camarão agora entusiasmado:
- Ah! Vou à busca de minha fortuna.
O Tubarão oportunista vendo o entusiasmo do Camarão oferece uma oportunidade ímpar.
- Por duas moedas de ouro lhe mostro um atalho.
E abrindo a bocarra apontou para o túnel e o Camarão saiu zunindo para dentro da boca e nunca mais foi visto.
Dica prática: Se você tem um sonho, melhor traçar estratégias, com objetivos específicos. Não basta só o entusiasmo, você precisa se preparar. Desenvolva estratégias, conheça o perfil do comprador, o produto que vende e a situação do mercado. De outra forma, possivelmente, a boca do Tubarão será o seu atalho.

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

O que podemos aprender com as Olimpíadas?

O que podemos aprender com as Olimpíadas? Nada é por acaso, as conquistas podem até chamar sorte, mas a sorte para quem acreditou em seu potencial, foi disciplinado, treinou, treinou, aprendeu, reaprendeu, desaprendeu, e aprendeu de novo. Tudo em busca de uma realização de um sonho, não para ser o melhor do mundo, a medalha de ouro, mas para sua própria autorealização. E, sabendo que tem pela frente novos e contínuos desafios a vencer, e vencer não pela luxuria, mas pela recompensa de uma trajetória de aprendizado, na busca da excelência sempre, fazer o melhor sempre.

terça-feira, 2 de agosto de 2016

FAKE PROFISSIONAL

As companhias prestam muita atenção ao custo de fazer alguma coisa. Deviam preocupar-se mais com os custos de não fazer nada. Philip Kotler
Este é um bom recado para os empresarios que acham que estão fazendo alguma coisa, desligados sua força de trabalho em troca de mão de obra barata. Cai os custos , porém perde a qualidade, a competitividade, com risco de até fechar as portas, pela incompetência gerencial e, pior, cercado de fazedores de modelos de gestão - vamos fazer assim, não agora é assim já que não deu certo, mas a culpa são deles (funcionários).
A míopia empresarial está cegando muitos empresários que andam agarrados por devaneios de pessoas imaginativas, os famosos FAKE profissionais. Pensem nisso senhores empresários! Estão caindo na armadilha dos profissionais feitos de cursos miraculosos

Salva-nos Senhor!

No Evangelho de hoje a dúvida aparece como lastro que faz afundar. Tudo se aprende. Aprende-se a não temer o vento contrário, a não ter medo de fantasmas, a segurar firme na mão de Jesus, a gritar: Senhor, salva-me! 
Jesus, sempre solidário e protetor, e acolhem suas palavras encorajadoras: “Coragem! Sou eu. Não tenhais medo!” Que a Palavra de Deus renove em nós a fé e nos ajude a enfrentar as adversidades da vida, depositando nossa confiança no Senhor.
Estamos sob o medo neste mundo que nos surpreende a cada dia. A violência dos fundamentalismos de psicopatas, possessos pelo mal, outros possuídos pelo poder da ganância, da luxuria, da conduta hedonista.   
Façamos um minuto de silêncio, em minha religião rezo ao Pai a oração do Pai Nosso, pedido  Faça de acordo com sua religião pela paz no mundo.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

NOSSO PRÓXIMO EVENTO

NDICADORES DE RH
Como monitorar os custos de pessoal através de índices para análise da produtividade dos recursos humanos? Como utilizar esses indicadores?

Vamos abordar os principais índices indicadores da produtividade dos recursos humanos.

Comparando indicadores do período atual com indicadores de períodos anteriores, e, utilizando esses índices numa base contínua, é possível identificar quantitativamente o efeito das políticas de recursos humanos, tais como:

Administração de cargos e salários;
Políticas de recrutamento e seleção;
Programas de treinamento e desenvolvimento;