segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Paz é diálogo
Paz é diálogo, é a descoberta do outro..
A qualidade do nosso diálogo produz unidade,
compreensão, iniciam-se os laços de paz.
É através do diálogo que iniciamos o processo de aprendizado,
aprendemos a respeitar o outro, a saber seus valores,
seus costumes, suas virtudes, seus defeitos, aprendemos com o outro.
Aprendemos que há, além de nós mesmo, pessoas que amam,
que pensam, que tem carências, mas que também tem forças vitais que compreendem que o outro tem algo bom, tem essência que contribui no nosso desenvolvimento e crescimento.
O diálogo transforma, muda o que acreditávamos permanente, pode até mudar o mundo em que vivemos.
Através do diálogo a paz não tem fronteiras.
2013 que traga grandes diálogos para que a humanidade seja melhor.
sábado, 29 de dezembro de 2012
2013 e BEM
Qual o tempo que você tem dado a sim mesmo? Um tempo com qualidade para revigorar o ser. Ou o tempo está sendo usado apenas para aumentar a conta bancária? Esqueço de mim, cuido ou faço o necessário. Quanto tempo tenho tido para rezar, entrar em sintonia com Deus? Qual tempo para família, amigos, ou o tempo que tenho não é suficiente para essas coisas, o trabalho cotidiano me toma todo o tempo. Minha família como vai? Minha saúde precisa de um check up, ou quando algo acontecer eu procuro o médico? Quanto tempo tenho usado para ganhar dinheiro, e quanto dinheiro depois, vou precisar para usar com a saúde? Rever determinado conceitos de vida, usar o tempo com mais qualidade, priorizando de fato o que é importante, para cada momento, sem que haja perda de atitude, de presença, em nenhum momento. Pense nisso para 2013. Gerencie melhor seu tempo, sua vida, não culpe a falta de tempo, para Deus, para saúde, para realizações profissionais, para familia, amigos.... . Feliz 2013 uma curiosidade o número 13 parece com a letra B, transforme então tudo que fizer em bem.
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Repensando sobre o desencontro Por Luiz Carlos
O
que quis e quero foi tua própria tranqüilidade, agora nos restará a lembrança
Os amargos da relação que sabe um dia o
tempo apagará.
Há que se fazer silêncio, talvez até rever os momentos, os conceitos, as insatisfações e satisfações, as alegrias. O que mais teve peso para tudo isto agora?
Não mais parece-me em nós nada mais preencher como antes.
Quantas
formas tentamos para resgatar, Mas foram palavras...
Resgatar
o que estava tão bom, Já não conseguimos mais.
Há
verdades ditas e segredos não revelados, fatos não compreendidos que ao longo,
Instaurou-se
novamente o silêncio
Olhemos além de nós mesmos, dos nossos pensamentos
Nossas
vontades movem mundos e nos dá a direção.
Nossos
acertos e nossas alegrias semeadas, Talvez não preparamos a terra ou escolhemos
mal o campo, árido.
O
reinício de um novo percurso
Muitas vezes se faz obscuro
Sentido vazios,
sentimentos entrelaçados.
Parece
que não há mais o que falar em um nova oportunidade.
A
nós é dado meios de mudar nosso rumo
Talvez uma nova chance, o compreender
melhor a vida.
Nos
é dado o poder de escolha. O mundo nos cerca, nossa mente parece enlouquecer
Com
tantas formas de distrações...
É
hora de sacudir o tempo em que estamos habituados a viver
E
assim, o que desejamos nos é dado ver... além dos nossos sonhos, está
nossa realidade
A
vida é muito extensa e estamos em um processo Contínuo de crescimento, de
evolução e de trasnformação.
Um
passo de cada para sedimentar a vida
Nada podemos ser sem que consintamos
Fica
assim na lembrança: - Os sonhos, os desejaos, as promessas, a certeza de que
nada ia nos separar... As
coincidências e a empatia. Parece que tudo se foi ou nunca existiu para de
repente desaparecer.
Não
soubemos dar a sustentabilidade,
Excedemos nas palavras,
Utilizamos as meias
verdades
Não
soubemos lapidar dia a dia a pedra bruta Que ocultava o diamante que trazíamos
dentro de nós.
Diante
de tantas indecisões, tantos obstáculos dia da dia...
O
que nos restou foi a bifurcação dos nossos caminhos
Que seja feito como você
escolheu
Respeitarei,
não mais irei insistir em parcerias,
Terei que desfazer meus planos, sempre pensei onde fosse você estaria lá comigo.
Respeitarei
tua vontade!
Nada mais me resta a fazer
E saiba, que tudo que fiz foi simplesmente querer ser
o amigo, o companheiro ou seja o nome que queira atribuir.
Mas
não tenho mais o direito de exigir que confies em mim, quem ao menos sejamos amigos.
não
tenho o direito de saber a teu respeito, nem de roubar o seu tempo,
nem de interferir em teus caminhos.Apenas uma coisa, vou ficar triste e passar um tempo para me curar. Perder parece-me que foi tão fácil, bem mais do que ter a tua amizade.
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Cuide de você! - Por Luiz Carlos
.
Escolha
que faço para minha vida .Quantas vezes tenho tido tempo para mim? Pensar de
fato, sobre meus projetos, sobre o que já fiz e o que falta fazer, e onde mais
quero chegar. Como saber se o ano novo será novo se nem mesmo me conheço, sei
das minhas competências e onde devo focar meu desenvolvimento, fazer as minhas
escolhas.
Escolher, esta difícil decisão, entre tantas alternativas,
escolher uma que fará toda a diferença. E
é por isso, que é preciso ter o tempo para si, repensar no trajeto já
realizado, nos caminhos já percorridos, nas escolhas talvez algumas não tão
acertadas. Mas, preciso conhecer a mim mesmo, traçar o que me motiva a agir. Muitas vezes, tomamos decisões no calor da
pressão, tomamos decisões não no que nos define, mas no que dá satisfação a
outros.
O que queremos ser para definir, escolher as
alternativas, decidir e agir. O que nos faz bem? o que nos faz feliz? É um ciclo, o tempo não te espera, tua decisão
hoje vai em muita fazer a diferença de quem você será amanhã.
Para tanto, controle a sua ansiedade e aprenda a
conhecer a sim mesmo. Converse com você, busque informações que tantas vezes,
fugimos, por medo, vergonha, ignorância.
É preciso fazer a voz interior falar para você, então escute-a, simples,
encontre espaço na sua vida diária, seja na igreja, no seu quarto, onde você
encontrar paz, e faça esta imersão das suas verdades, vá de frente a elas,
fortaleça ou transforme. A escolha é e
sempre será sua. Permita-se ser você por inteiro. As conquista não as queira para impressionar
o outro, e sim, a você mesmo, que você é capaz. Não queira ter uma profissão de
destaque, apenas por que tem nome, seja você antes da sua profissão, e aí, as
chances de você ser feliz é imensamente maior.
CUIDANDO DE MIM - Por Luiz Carlos Mst Psic Social Org
Este texto foi baseado no livro (UM MINUTO
PARA MIM) de Spencer Johnson, M.D. - autor de QUEM MEXEU NO MEU QUEIJO. É um
texto longo, mas não poderia ser diferente para um reflexão e ser fiel ao
livro.
Vale
à pena. Confira! E boa viagem rumo ao seu interior.
Quando
eu estava sozinho, não tinha a paz de espírito que desejava. Ocupava a minha
mente com tudo pelo medo de ficar só. Pelo vázio que aquele momento podia me
causar; pelas lembranças, medos, frustrações... Mas mesmo eu ocupando 24 horas
a minha mente, sempre me faltava algo, como pessoa, como profissional, em
minhas relações que me pareciam incompletas. E assim, pelo medo de saber ou
reconhecer os meus próprios segredos, tornei-me cético, egoísta, e achava que
os outros precisavam se adaptar a minha forma, do contrário não importava
aquela relação.
Entretanto, não era feliz. Estava sempre imerso a tantas outras coisas que não a mim mesmo e as pessoas com quem me relaciono. Precisa de uma resposta, pois as coisas não estavam prosperando, eu não estava feliz. E aí, resolvi dedicar um minuto apenas para mim, achei que não dava tempo para ter medo. E veio a resposta com a simples verdade: minha vida não ia bem porque eu me esforçava demais para agradar (ESTAR ALGUÉM) para os outros e esquecia de agradar a mim mesmo.
Entretanto, não era feliz. Estava sempre imerso a tantas outras coisas que não a mim mesmo e as pessoas com quem me relaciono. Precisa de uma resposta, pois as coisas não estavam prosperando, eu não estava feliz. E aí, resolvi dedicar um minuto apenas para mim, achei que não dava tempo para ter medo. E veio a resposta com a simples verdade: minha vida não ia bem porque eu me esforçava demais para agradar (ESTAR ALGUÉM) para os outros e esquecia de agradar a mim mesmo.
Comecei
a perceber que antes de poder cuidar bem de alguma coisa ou de alguém, tenho,
em primeiro lugar, de cuidar bem de mem mesmo. Pessoas que não se importam ou
cuidam de si mesmas evidentemente não são boas para as demais pessoas. Para
tanto, comecei a dar uma parada e a reservar UM MINUTO PARA MIM. Um minuto
demora mais do que eu pensava. Reservar um minuto algumas vezes por dia, a fim
de parar e examinar o que estou fazendo, é como guiar de um lado para outro da
cidade, parando em todos os sinais de tráfico. Os sinais me ajudam a chegar com
segurança ao lugar onde quero ir. Passe então a tratar-me de maneira como
gostaria que os demais me tratassem, e assim escolho, POSSO SER MEU MELHOR
AMIGO OU POSSO SER MEU PIOR INIMIGO.
Aprendi
que meu sofrimento pessoal se origina da diferença entre o que está acontecendo
e o que acho que devia estar acontecendo. Cuidar de mim quando analiso o que
quero em comparação com o que necessito. NUNCA OLHE PARA O LUGAR ONDE NÃO QUER
IR. Olho para além do mau até encontrar o bom. Descomplico minha vida. Quanto
mais simples, mais verdadeira, mais tranquila ela se torna.
Aprendi que o nome do JOGO chama-se ATITUDE. E nós podemos escolher nossa atitude. E você, parou o tempo suficiente para cuidar de você?
Em um minuto posso mudar minha atitude e nesse minuto posso mudar todo o meu dia. "O minuto da escuridão que a lagarta considera o fim do mundo é o momento ensolarado que a borboleta considera o princípio."
Aprendi que o nome do JOGO chama-se ATITUDE. E nós podemos escolher nossa atitude. E você, parou o tempo suficiente para cuidar de você?
Em um minuto posso mudar minha atitude e nesse minuto posso mudar todo o meu dia. "O minuto da escuridão que a lagarta considera o fim do mundo é o momento ensolarado que a borboleta considera o princípio."
É
preciso empreender um esforço disciplinado para mudar. Nossa propensão natural
é a seguinte: PENSAR EM NÓS MESMOS, ULTRAPASSAR O NÓS MESMOS E PENSAR NO OUTRO.
Quanto mais cuido bem de mim, mais carinhoso me torno comigo mesmo e com os
demais.
O
homem moderno corre tanto que deixa a si mesmo para trás, ignorando todos os
SINAIS de aviso que lhe dizem que errou o caminho e que precisa retornar ao
rumo certo. Se não cuidamos de nós mesmos, os outros nunca podem fazer o
suficiente para nos tornar felizes. Equilibro minha vida cuidando tão bem de
mim quanto cuido da minha familia, meus amigos e meus negócios. Um minuto para
mim. Passei a cuidar tão bem de mim quanto cuidava de outras coisas da minha
vida. Foi então que tudo em mim começõu a mudar para melhor.
Aprendi que é bom ser abraçado de vez em quando e abraçar. A recusa de um abraço é um forte SINAL de que alguém está precisando cuidar de si, pois quando cuidamos bem de nós mesmos, podemos mostrar reciprocamente o nosso MELHOR EU, e o abraço é o sinal fraterno do amor e de pessoas felizes. Aprendi que amar não é tanto pelo que a pessoa é, mas pelo que esta pessoa me causa, pelo que sou quando estou com ela.
Quando cada um de nós cuida melhor de si mesmo, enfrentamos os conflitos do hoje e, eliminamos outros maiores e mais sérios amanhã.
Nosso
compromisso é não fugir de nós mesmos, cuidar de nós mesmos e cuidar um do
outro. Podemos ter um relacionamento
maravilhoso juntos quando eu o tenho comigo mesmo e você consigo mesmo.
FAÇA ESSA VIAGEM DA AUTODESCOBERTA, DO
AUTOCONHECIMENTO.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Três tipos de natal Pe. Zezinho, scj
Três tipos de natal
Pe. Zezinho, scj
Verifica-se, cada dia com mais clareza, três propostas de Natal na sociedade em que vivemos. Uma é a dos industriais e comerciantes. Com eles está a mídia laica e os agentes de marketing. Fabricam e vendem produtos de Natal e seu garoto propaganda é um velhinho simpático, gorducho, barbas brancas, homem do gelo que vem da pseudo Lapônia com seu carro trenó puxado por renas voadoras, meio avô e meio magnata dos presentes. De bispo que era por volta do século quarto e que ainda é em alguns países com o nome de São Nicolau ou Santa Klaus, em outros tornou-se o Papai Natal ou Papai Noel. Ele tem uma sacola de presentes e realiza sonhos de milhões de crianças. Os adultos já sabem que ele é apenas um símbolo de bondade.
Preste atenção: o rádio e a televisão laicos privilegiam o velhinho. Não falam de quem nasceu, embora ainda falem de Natal; só não dizem Natal de quem. Apresentadores conseguem, por horas e dias a fio, falar da magia do Natal e do Papai Noel sem tocar uma só vez no nome do aniversariante que nasceu há cerca de 2010 ou 2014 anos atrás. Jesus teria nascido alguns anos antes do ano que, no nosso calendário, estabeleceram como o ano 1 de seu nascimento. Notem que escrevo no ano 2009.
Há, depois, o Natal de Jesus divulgado pela mídia religiosa, católicos, evangélicos, pentecostais. Acentuam o Cristo. Alguns deles enfocam o "Menino Jesus". Chegam a pedir que o menino Jesus, que nasce no dia 25 de dezembro, abençoe as famílias". Nada explicam. Passam a idéia de que, perto do fim de dezembro, Jesus volta a ser criancinha. Nem sequer explicam que é apenas um simbolismo, memória de mais de 2 mil anos atrás. Não ensinam que aquele menino não existe mais. Falam como se aquele criança de Belém ainda existisse.
Não oram a Jesus adulto, glorioso no Pai, que um dia foi menino. Seu Jesus que durante o ano é adulto, mas no Natal volta a ser menino. Invocam as bênçãos da criança que Jesus não é mais. Sua catequese não foi progressiva. Esquecem que ele se fez adolescente e jovem, morreu adulto, ressuscitou, ascendeu ao Pai, não voltou a ser criança e não entrou criança no céu. Também não voltará criança para julgar os vivos e os mortos. Enquanto a Igreja no seu catecismo prega um Jesus adulto que deu a vida pela humanidade, eles insistem em anunciar e a orar a um Jesus criancinha. Nem se dão conta do que fazem. Vejo e ouço isso todos os dias na mídia religiosa.
Finalmente há o terceiro Natal. É o dos evangelizados que pensam no que ouvem e lêem. Falam como quem pensou no que anuncia. Não oram ao Menino Jesus. Oram ao Jesus que um dia foi menino e hoje está no céu, gloriosamente adulto e Senhor, para que nos ensine a lidar com os problemas de nosso tempo. Ao festejar um nascimento acontecido há 20 século atrás, oram a quem veio para isso e pedem luzes em favor dos sofredores, do enfermos e dos machucado pela vida e de um mundo mais justo. Três tipos de Natal! Não seu qual foi o seu?
Pe. Zezinho, scj
Verifica-se, cada dia com mais clareza, três propostas de Natal na sociedade em que vivemos. Uma é a dos industriais e comerciantes. Com eles está a mídia laica e os agentes de marketing. Fabricam e vendem produtos de Natal e seu garoto propaganda é um velhinho simpático, gorducho, barbas brancas, homem do gelo que vem da pseudo Lapônia com seu carro trenó puxado por renas voadoras, meio avô e meio magnata dos presentes. De bispo que era por volta do século quarto e que ainda é em alguns países com o nome de São Nicolau ou Santa Klaus, em outros tornou-se o Papai Natal ou Papai Noel. Ele tem uma sacola de presentes e realiza sonhos de milhões de crianças. Os adultos já sabem que ele é apenas um símbolo de bondade.
Preste atenção: o rádio e a televisão laicos privilegiam o velhinho. Não falam de quem nasceu, embora ainda falem de Natal; só não dizem Natal de quem. Apresentadores conseguem, por horas e dias a fio, falar da magia do Natal e do Papai Noel sem tocar uma só vez no nome do aniversariante que nasceu há cerca de 2010 ou 2014 anos atrás. Jesus teria nascido alguns anos antes do ano que, no nosso calendário, estabeleceram como o ano 1 de seu nascimento. Notem que escrevo no ano 2009.
Há, depois, o Natal de Jesus divulgado pela mídia religiosa, católicos, evangélicos, pentecostais. Acentuam o Cristo. Alguns deles enfocam o "Menino Jesus". Chegam a pedir que o menino Jesus, que nasce no dia 25 de dezembro, abençoe as famílias". Nada explicam. Passam a idéia de que, perto do fim de dezembro, Jesus volta a ser criancinha. Nem sequer explicam que é apenas um simbolismo, memória de mais de 2 mil anos atrás. Não ensinam que aquele menino não existe mais. Falam como se aquele criança de Belém ainda existisse.
Não oram a Jesus adulto, glorioso no Pai, que um dia foi menino. Seu Jesus que durante o ano é adulto, mas no Natal volta a ser menino. Invocam as bênçãos da criança que Jesus não é mais. Sua catequese não foi progressiva. Esquecem que ele se fez adolescente e jovem, morreu adulto, ressuscitou, ascendeu ao Pai, não voltou a ser criança e não entrou criança no céu. Também não voltará criança para julgar os vivos e os mortos. Enquanto a Igreja no seu catecismo prega um Jesus adulto que deu a vida pela humanidade, eles insistem em anunciar e a orar a um Jesus criancinha. Nem se dão conta do que fazem. Vejo e ouço isso todos os dias na mídia religiosa.
Finalmente há o terceiro Natal. É o dos evangelizados que pensam no que ouvem e lêem. Falam como quem pensou no que anuncia. Não oram ao Menino Jesus. Oram ao Jesus que um dia foi menino e hoje está no céu, gloriosamente adulto e Senhor, para que nos ensine a lidar com os problemas de nosso tempo. Ao festejar um nascimento acontecido há 20 século atrás, oram a quem veio para isso e pedem luzes em favor dos sofredores, do enfermos e dos machucado pela vida e de um mundo mais justo. Três tipos de Natal! Não seu qual foi o seu?
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Deus na frente, no inicio de tudo que fizer, Ele cuidará do fim.
Tanta bombeira de fim de mundo. O fim das coisas acontecem já em nosso cotidiano, com egoísmo , hipocrisia, individualidade, mensalão , violência, falta de educação seria, amor. O mundo em guerra, guerra de poder, do dinheiro sujo, das drogas licitas e ilícitas . Quem tem Deus no coração não perde tempo com diagnósticos mitológicos sobre o que reserva o futuro. Quem tem Deus em sua vida, a ele o futuro pertence. E, digo mais, ouvi este pensamento e repito : coloque Deus na frente, no inicio de tudo que fizer, Ele cuidará do fim.
Somos um número diante da medicina
A saúde sabemos que é um dos grandes problemas da população brasileira, mas não apenas a ausência de uma política prevencionista do governo. Hoje você tem dinheiro, pode ter um plano de saúde ou seguro saúde , vc tem atendimento ótimo, do contrario, nós pacientes necessitamos de paciência diante do descaso, principalmente com data de marcação, no mínimo 30 dias, e quando vc chega o dia vc tem q esperar pelo medico no mínimo umas 3 horas. Sem falar se houver necessidade de autorização para algum exame especial, a burocracia é completa e chego a pensar ser intuitiva, para vc desistir. Pacientes, para muitos profissionais médicos , somos um número , ou seja, muitas vezes trata apenas da doença e não consegue enxergar o ser que vê no medico um amparo, uma esperança .
Feliz natal!
Olhar o presépio com os olhos do coração.
Sejamos como Maria: na contemplação, um olhar de ternura ao Menino Jesus e um coração capaz de acolher as surpresas de Deus.
Sejamos como José: no silêncio, a não-compreensão dos fatos, mas a plena aceitação do mistério de Deus.
Sejamos como os anjos: na alegria, o canto de glória por todos o céu e por toda a terra. "eis que anuncio a vocês uma grande alegria: um menino nasceu, um Filho nos foi dado" (Lc 2,10).
Sejamos como os pastores: na simplicidade, os passos apressados... apressados porque na direção Daquele que era o prometido, a esperança dos pobres e pequenos.
Sejamos como o boi e o burro: na generosidade, o cumprimento da própria missão. Nada melhor do que fazer bem o próprio papel, em tempo e lugar. Estar a serviço... o mundo precisa do que somos mais do que aquilo que temos ou fazemos.
Sejamos como a estrela: um percurso feito na calada da noite, de modo brilhante e convincente. Anunciar... a notícia se faz grande, percorre quilômetros e aponta a direção.
Sejamos como os Reis Magos: na esperança, o acreditar! Caminhar seguindo a estrela, acreditar seguindo o coração.
Sejamos, enfim, como Jesus: humilde, pequeno, pobre e simples. Na comunhão com o Infinito, com o Criador, um sim à vida. Eis-me aqui... vim para fazer a tua vontade.
Feliz natal!
Padre Antônio Geraldo Dalla Costa
Sejamos como Maria: na contemplação, um olhar de ternura ao Menino Jesus e um coração capaz de acolher as surpresas de Deus.
Sejamos como José: no silêncio, a não-compreensão dos fatos, mas a plena aceitação do mistério de Deus.
Sejamos como os anjos: na alegria, o canto de glória por todos o céu e por toda a terra. "eis que anuncio a vocês uma grande alegria: um menino nasceu, um Filho nos foi dado" (Lc 2,10).
Sejamos como os pastores: na simplicidade, os passos apressados... apressados porque na direção Daquele que era o prometido, a esperança dos pobres e pequenos.
Sejamos como o boi e o burro: na generosidade, o cumprimento da própria missão. Nada melhor do que fazer bem o próprio papel, em tempo e lugar. Estar a serviço... o mundo precisa do que somos mais do que aquilo que temos ou fazemos.
Sejamos como a estrela: um percurso feito na calada da noite, de modo brilhante e convincente. Anunciar... a notícia se faz grande, percorre quilômetros e aponta a direção.
Sejamos como os Reis Magos: na esperança, o acreditar! Caminhar seguindo a estrela, acreditar seguindo o coração.
Sejamos, enfim, como Jesus: humilde, pequeno, pobre e simples. Na comunhão com o Infinito, com o Criador, um sim à vida. Eis-me aqui... vim para fazer a tua vontade.
Feliz natal!
Padre Antônio Geraldo Dalla Costa
domingo, 2 de dezembro de 2012
Vá além de si mesmo
A vida é muito mais do que simplesmente as minhas necessidades. Preciso enxergar o outro. Se vive tão ocupado consigo mesmo, que não percebe o que ocorre em sua volta. Nãio espere que o outro lhe peça, vá e faça. Saia de sua redoma mesquinha, individualista, cansada, virtual. As pessoas que vivem com você são reais. Não esqueça. Enxergue além de sua próprias necessidades, seus próprios cansaços. O mundo não giro em torno de você, deixe de ser egoísta, olhe para quem está de seu lado, das necessidades ocultas. Faça, saia deste seu mundinho mediocre, seja alguém melhor.
Vá e faça
A vida é muito mais do que simplesmente as minhas necessidades. Preciso enxergar o outro. Se vive tão ocupado consigo mesmo, que não percebe o que ocorre em sua volta. Nãio espere que o outro lhe peça, vá e faça. Saia de sua redoma mesquinha, individualista, cansada, virtual. As pessoas que vivem com você são reais. Não esqueça. Enxergue além de sua próprias necessidades, seus próprios cansaços. O mundo não giro em torno de você, deixe de ser egoísta, olhe para quem está de seu lado, das necessidades ocultas. Faça, saia deste seu mundinho mediocre, seja alguém melhor.
Ajuda aos nossos irmãos nordestinos da SECA
Espírito de oração vigilante, conserva-me em estado de contínuo alerta, a fim de que eu me prepare, pela vivência do amor, para a chegada do Cristo que vem. Nesta rede de comunicação e comunhão em torno da Palavra com todas as pessoas que circulam neste ambiente virtual, olhemos para nossos irmãos que sofrem com a irresponsabilidade de tantos políticos, que nada enxergam além de si mesmo. Há quanto tempo o povo do sertão padecem na miséria provocada pela seca, quantos politicos nesses, considerados piores 40 anos de pior estiagem em nosso sertão nordestino, e nada fizeram a não ser utilizarem da pobreza para conseguir votos. A arquidiocese de Olinda e Recife, todas as paraquias, estão sendo postos para arrecadar alimento não perecível e água mineral. Como há outros postos. Saia do conforto, e leve sua doação. Oração sem ação, como disse São Paulo: é uma fé morta. Reze e pratique, exercite sua cidadania, cobre, da sua forma, providências aos políticos. Façamos nossa parte, com certeza será de um tamanho imenso. Compartilhe sua indignação, seu repúdio a classe política brasileira. Mas, neste momento, vá a um posto e demonstre sua solidariedade. Aqui não precisa ligar para doar, não precisa de propaganda para dizer o que faz. Aqui peço sua colaboração como homem de Deus. Eu estou fazendo minha parte na doação. Convoco todos os meus seguidores, alunos, colegas, amigos, pois um pouquinho de cada um, fará uma grande diferença para nossos irmãos sertanejos. Que Deus abençoe a todos as pessoas de boa vontade.
Ajuda aos nossos irmãos nordestinos da SECA
Espírito de oração vigilante, conserva-me em estado de contínuo alerta, a fim de que eu me prepare, pela vivência do amor, para a chegada do Cristo que vem. Nesta rede de comunicação e comunhão em torno da Palavra com todas as pessoas que circulam neste ambiente virtual, olhemos para nossos irmãos que sofrem com a irresponsabilidade de tantos políticos, que nada enxergam além de si mesmo. Há quanto tempo o povo do sertão padecem na miséria provocada pela seca, quantos politicos nesses, considerados piores 40 anos de pior estiagem em nosso sertão nordestino, e nada fizeram a não ser utilizarem da pobreza para conseguir votos. A arquidiocese de Olinda e Recife, todas as paraquias, estão sendo postos para arrecadar alimento não perecível e água mineral. Como há outros postos. Saia do conforto, e leve sua doação. Oração sem ação, como disse São Paulo: é uma fé morta. Reze e pratique, exercite sua cidadania, cobre, da sua forma, providências aos políticos. Façamos nossa parte, com certeza será de um tamanho imenso. Compartilhe sua indignação, seu repúdio a classe política brasileira. Mas, neste momento, vá a um posto e demonstre sua solidariedade. Aqui não precisa ligar para doar, não precisa de propaganda para dizer o que faz. Aqui peço sua colaboração como homem de Deus. Eu estou fazendo minha parte na doação. Convoco todos os meus seguidores, alunos, colegas, amigos, pois um pouquinho de cada um, fará uma grande diferença para nossos irmãos sertanejos. Que Deus abençoe a todos as pessoas de boa vontade.
Ajuda aos nossos irmãos nordestinos da SECA
Espírito de oração vigilante, conserva-me em estado de contínuo alerta, a fim de que eu me prepare, pela vivência do amor, para a chegada do Cristo que vem. Nesta rede de comunicação e comunhão em torno da Palavra com todas as pessoas que circulam neste ambiente virtual, olhemos para nossos irmãos que sofrem com a irresponsabilidade de tantos políticos, que nada enxergam além de si mesmo. Há quanto tempo o povo do sertão padecem na miséria provocada pela seca, quantos politicos nesses, considerados piores 40 anos de pior estiagem em nosso sertão nordestino, e nada fizeram a não ser utilizarem da pobreza para conseguir votos. A arquidiocese de Olinda e Recife, todas as paraquias, estão sendo postos para arrecadar alimento não perecível e água mineral. Como há outros postos. Saia do conforto, e leve sua doação. Oração sem ação, como disse São Paulo: é uma fé morta. Reze e pratique, exercite sua cidadania, cobre, da sua forma, providências aos políticos. Façamos nossa parte, com certeza será de um tamanho imenso. Compartilhe sua indignação, seu repúdio a classe política brasileira. Mas, neste momento, vá a um posto e demonstre sua solidariedade. Aqui não precisa ligar para doar, não precisa de propaganda para dizer o que faz. Aqui peço sua colaboração como homem de Deus. Eu estou fazendo minha parte na doação. Convoco todos os meus seguidores, alunos, colegas, amigos, pois um pouquinho de cada um, fará uma grande diferença para nossos irmãos sertanejos. Que Deus abençoe a todos as pessoas de boa vontade.
Ajuda aos nossos irmãos nordestinos da SECA
Espírito de oração vigilante, conserva-me em estado de contínuo alerta, a fim de que eu me prepare, pela vivência do amor, para a chegada do Cristo que vem. Nesta rede de comunicação e comunhão em torno da Palavra com todas as pessoas que circulam neste ambiente virtual, olhemos para nossos irmãos que sofrem com a irresponsabilidade de tantos políticos, que nada enxergam além de si mesmo. Há quanto tempo o povo do sertão padecem na miséria provocada pela seca, quantos politicos nesses, considerados piores 40 anos de pior estiagem em nosso sertão nordestino, e nada fizeram a não ser utilizarem da pobreza para conseguir votos. A arquidiocese de Olinda e Recife, todas as paraquias, estão sendo postos para arrecadar alimento não perecível e água mineral. Como há outros postos. Saia do conforto, e leve sua doação. Oração sem ação, como disse São Paulo: é uma fé morta. Reze e pratique, exercite sua cidadania, cobre, da sua forma, providências aos políticos. Façamos nossa parte, com certeza será de um tamanho imenso. Compartilhe sua indignação, seu repúdio a classe política brasileira. Mas, neste momento, vá a um posto e demonstre sua solidariedade. Aqui não precisa ligar para doar, não precisa de propaganda para dizer o que faz. Aqui peço sua colaboração como homem de Deus. Eu estou fazendo minha parte na doação. Convoco todos os meus seguidores, alunos, colegas, amigos, pois um pouquinho de cada um, fará uma grande diferença para nossos irmãos sertanejos. Que Deus abençoe a todos as pessoas de boa vontade.
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Que eu entenda os teus sinais
Que eu entenda os teus sinais
Pe. Zezinho, scj
Que falas comigo, eu sei! Que me mandas sinais, eu sei. Eu só não sei ouvir a tua voz, nem ter certeza de que é ela a me falar. Tua voz ainda não soa aos meus ouvidos e eu não sou muito bom em distinguir vozes interiores nem saber se vem do Senhor ou da minha própria imaginação. A imaginação já enganou a muitos crentes que apostaram que era tua voz e não era.
Mas, que me dás sinais, eu sei que dás. Sou eu que, às vezes, não sei decifrá-los. Que te comunicas é certo. O problema sou eu, que nem sempre capto. Se posso pedir, -e sei que posso-, a graça que eu peço é que me ensines a ler os teus sinais e a ouvir as tuas vozes, as verdadeiras. Quero saber distinguir as vozes falsas que, na verdade são desejos meus, disfarçados em revelação.
Ensina-me a distinguir as vozes que me falam ao coração. Eu ainda não sei o que é teu e o que não é; o que é meu e o que não é. Eu ainda gostaria que me respondesses do jeito que eu imagino que responderias. Mas a realidade é outra: és livre. Ensina-me a ouvir o que tens a me falar e não a imaginar que disseste o que eu gostaria que me tivesses dito.
Pe. Zezinho, scj
Que falas comigo, eu sei! Que me mandas sinais, eu sei. Eu só não sei ouvir a tua voz, nem ter certeza de que é ela a me falar. Tua voz ainda não soa aos meus ouvidos e eu não sou muito bom em distinguir vozes interiores nem saber se vem do Senhor ou da minha própria imaginação. A imaginação já enganou a muitos crentes que apostaram que era tua voz e não era.
Mas, que me dás sinais, eu sei que dás. Sou eu que, às vezes, não sei decifrá-los. Que te comunicas é certo. O problema sou eu, que nem sempre capto. Se posso pedir, -e sei que posso-, a graça que eu peço é que me ensines a ler os teus sinais e a ouvir as tuas vozes, as verdadeiras. Quero saber distinguir as vozes falsas que, na verdade são desejos meus, disfarçados em revelação.
Ensina-me a distinguir as vozes que me falam ao coração. Eu ainda não sei o que é teu e o que não é; o que é meu e o que não é. Eu ainda gostaria que me respondesses do jeito que eu imagino que responderias. Mas a realidade é outra: és livre. Ensina-me a ouvir o que tens a me falar e não a imaginar que disseste o que eu gostaria que me tivesses dito.
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Estação das perdas
Há horas em nossa vida que somos tomados por uma enorme sensação de inutilidade,
de vazio.
Questionamos o porquê de nossa existência e nada parece fazer sentido.
Concentramos nossa atenção no lado mais cruel da vida, aquele que é implacável e a todos afeta indistintamente:
As perdas do ser humano.
Ao nascer, perdemos o aconchego, a segurança e a proteção do útero.
Estamos, a partir de então, por nossa conta.
Sozinhos.
Começamos a vida em perda e nela continuamos.
Paradoxalmente, no momento em que perdemos algo, outras possibilidades nos surgem.
Ao perdermos o aconchego do útero,
ganhamos os braços do mundo.
Ele nos acolhe: nos encanta e nos assusta,
nos eleva e nos destrói.
E continuamos a perder e seguimos a ganhar.
Perdemos primeiro a inocência da infância.
A confiança absoluta na mão que segura nossa mão, a coragem de andar na bicicleta sem rodinhas por que alguém ao nosso lado nos assegura que não nos deixará cair...
E ao perdê-la, adquirimos a capacidade de questionar.
Por que? Perguntamos a todos e de tudo.
Abrimos portas para um novo mundo e fechamos janelas, irremediavelmente deixadas para trás.
Estamos crescendo.
Nascer, crescer, adolescer, amadurecer,
envelhecer, morrer.
Vamos perdendo aos poucos alguns
direitos e conquistando outros.
Perdemos o direito de poder chorar bem alto, aos gritos mesmo, quando algo nos é tomado contra a vontade.
Perdemos o direito de dizer absolutamente
tudo que nos passa pela cabeça sem medo de causar melindres.
Assim, se nossa tia às vezes nos parece gorda
tememos dizer-lhe isso.
Receamos dar risadas escandalosamente da
bermuda ridícula do vizinho ou puxar as
pelanquinhas do braço da vó com a
maior naturalidade do mundo e ainda
falar bem alto sobre o assunto.
Estamos crescidos e nos ensinam que não
devemos ser tão sinceros. E aprendemos.
E vamos adolescendo
ganhamos peso, ganhamos seios,
ganhamos pelos, ganhamos altura,
ganhamos o mundo.
Neste ponto, vivemos em grande conflito.
O mundo todo nos parece inadequado aos nossos sonhos,ah ! os sonhos!!!
Ganhamos muitos sonhos.
Sonhamos dormindo, sonhamos acordados,
sonhamos o tempo todo.
Aí, de repente, caímos na real!
Estamos amadurecendo, todos nos admiram.
Tornamo-nos equilibrados, contidos, ponderados.
Perdemos a espontaneidade.
Passamos a utilizar o raciocínio, a razão acima de tudo.
Mas não é justamente essa a condição que nos coloca acima dos outros animais?
A racionalidade, a capacidade de organizar nossas ações de modo lógico e racionalmente planejado?
E continuamos amadurecendo ganhamos um carro novo, um companheiro, ganhamos um diploma.
E desgraçadamente perdemos o direito de gargalhar, de andar descalço, tomar banho de chuva, lamber os dedos e soltar pum sem querer. Mas perdemos peso !!!
Já não pulamos mais no pescoço de quem amamos e tascamos - lhe aquele beijo estalado, mas apertamos as mãos de todos,
ganhamos novos amigos, ganhamos um bom salário, ganhamos reconhecimento, honrarias,
títulos honorários e a chave da cidade.
E assim, vamos ganhando tempo, enquanto envelhecemos.
De repente percebemos que ganhamos algumas rugas, algumas dores nas costas (ou nas pernas), ganhamos celulite, estrias, ganhamos peso e perdemos cabelos.
Nos damos conta que perdemos também o brilho no olhar, esquecemos os nossos sonhos,
deixamos de sorrir, perdemos a esperança.
Estamos envelhecendo.
Não podemos deixar pra fazer algo quando estivermos morrendo. Afinal, quem nos garante que haverá mesmo um renascer, exceto aquele que se faz em vida, pelo perdão a si próprio, pelo compreender que as perdas fazem parte, mas que apesar delas, o sol continua brilhando e felizmente chove de vez em quando, que a primavera sempre chega após o inverno,
que necessita do outono que o antecede.
Que a gente cresça e não envelheça simplesmente. Que tenhamos dores nas costas e alguém que as massageie.
Que tenhamos rugas e boas lembranças.
Que tenhamos juízo mas mantenhamos o bom humor e um pouco de ousadia.
Que sejamos racionais, mas lutemos por nossos sonhos. E, principalmente, que não digamos apenas eu te amo, mas ajamos de modo que aqueles a quem amamos,
sintam-se amados mais do que saibam-se amados.
Afinal, o que é o tempo?
Não é nada em relação a nossa grande missão.
E que missão!
Fique em Paz!
Autor desconhecido
Questionamos o porquê de nossa existência e nada parece fazer sentido.
Concentramos nossa atenção no lado mais cruel da vida, aquele que é implacável e a todos afeta indistintamente:
As perdas do ser humano.
Ao nascer, perdemos o aconchego, a segurança e a proteção do útero.
Estamos, a partir de então, por nossa conta.
Sozinhos.
Começamos a vida em perda e nela continuamos.
Paradoxalmente, no momento em que perdemos algo, outras possibilidades nos surgem.
Ao perdermos o aconchego do útero,
ganhamos os braços do mundo.
Ele nos acolhe: nos encanta e nos assusta,
nos eleva e nos destrói.
E continuamos a perder e seguimos a ganhar.
Perdemos primeiro a inocência da infância.
A confiança absoluta na mão que segura nossa mão, a coragem de andar na bicicleta sem rodinhas por que alguém ao nosso lado nos assegura que não nos deixará cair...
E ao perdê-la, adquirimos a capacidade de questionar.
Por que? Perguntamos a todos e de tudo.
Abrimos portas para um novo mundo e fechamos janelas, irremediavelmente deixadas para trás.
Estamos crescendo.
Nascer, crescer, adolescer, amadurecer,
envelhecer, morrer.
Vamos perdendo aos poucos alguns
direitos e conquistando outros.
Perdemos o direito de poder chorar bem alto, aos gritos mesmo, quando algo nos é tomado contra a vontade.
Perdemos o direito de dizer absolutamente
tudo que nos passa pela cabeça sem medo de causar melindres.
Assim, se nossa tia às vezes nos parece gorda
tememos dizer-lhe isso.
Receamos dar risadas escandalosamente da
bermuda ridícula do vizinho ou puxar as
pelanquinhas do braço da vó com a
maior naturalidade do mundo e ainda
falar bem alto sobre o assunto.
Estamos crescidos e nos ensinam que não
devemos ser tão sinceros. E aprendemos.
E vamos adolescendo
ganhamos peso, ganhamos seios,
ganhamos pelos, ganhamos altura,
ganhamos o mundo.
Neste ponto, vivemos em grande conflito.
O mundo todo nos parece inadequado aos nossos sonhos,ah ! os sonhos!!!
Ganhamos muitos sonhos.
Sonhamos dormindo, sonhamos acordados,
sonhamos o tempo todo.
Aí, de repente, caímos na real!
Estamos amadurecendo, todos nos admiram.
Tornamo-nos equilibrados, contidos, ponderados.
Perdemos a espontaneidade.
Passamos a utilizar o raciocínio, a razão acima de tudo.
Mas não é justamente essa a condição que nos coloca acima dos outros animais?
A racionalidade, a capacidade de organizar nossas ações de modo lógico e racionalmente planejado?
E continuamos amadurecendo ganhamos um carro novo, um companheiro, ganhamos um diploma.
E desgraçadamente perdemos o direito de gargalhar, de andar descalço, tomar banho de chuva, lamber os dedos e soltar pum sem querer. Mas perdemos peso !!!
Já não pulamos mais no pescoço de quem amamos e tascamos - lhe aquele beijo estalado, mas apertamos as mãos de todos,
ganhamos novos amigos, ganhamos um bom salário, ganhamos reconhecimento, honrarias,
títulos honorários e a chave da cidade.
E assim, vamos ganhando tempo, enquanto envelhecemos.
De repente percebemos que ganhamos algumas rugas, algumas dores nas costas (ou nas pernas), ganhamos celulite, estrias, ganhamos peso e perdemos cabelos.
Nos damos conta que perdemos também o brilho no olhar, esquecemos os nossos sonhos,
deixamos de sorrir, perdemos a esperança.
Estamos envelhecendo.
Não podemos deixar pra fazer algo quando estivermos morrendo. Afinal, quem nos garante que haverá mesmo um renascer, exceto aquele que se faz em vida, pelo perdão a si próprio, pelo compreender que as perdas fazem parte, mas que apesar delas, o sol continua brilhando e felizmente chove de vez em quando, que a primavera sempre chega após o inverno,
que necessita do outono que o antecede.
Que a gente cresça e não envelheça simplesmente. Que tenhamos dores nas costas e alguém que as massageie.
Que tenhamos rugas e boas lembranças.
Que tenhamos juízo mas mantenhamos o bom humor e um pouco de ousadia.
Que sejamos racionais, mas lutemos por nossos sonhos. E, principalmente, que não digamos apenas eu te amo, mas ajamos de modo que aqueles a quem amamos,
sintam-se amados mais do que saibam-se amados.
Afinal, o que é o tempo?
Não é nada em relação a nossa grande missão.
E que missão!
Fique em Paz!
Autor desconhecido
Assinar:
Postagens (Atom)