sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Repensando sobre o desencontro Por Luiz Carlos




O que quis e quero foi tua própria tranqüilidade, agora nos restará a lembrança
Os amargos da relação que sabe um dia o tempo apagará. 
Há que se fazer silêncio,  talvez até rever os momentos, os conceitos, as insatisfações e satisfações, as alegrias.  O que mais teve peso para tudo isto agora?

Não mais parece-me em nós nada mais preencher como antes.
Quantas formas tentamos para resgatar, Mas foram palavras...
Resgatar o que estava tão bom, Já não conseguimos mais.
Há verdades ditas e segredos não revelados, fatos não compreendidos que ao longo,
Instaurou-se novamente o silêncio 

Olhemos além de nós mesmos, dos nossos pensamentos
Nossas vontades movem mundos e nos dá a direção.
Nossos acertos e nossas alegrias semeadas, Talvez não preparamos a terra ou escolhemos mal o campo, árido.

O reinício de um novo percurso 
Muitas vezes se faz obscuro 
Sentido vazios, sentimentos entrelaçados.
Parece que não há mais o que falar em um nova oportunidade.

A nós é dado meios de mudar nosso rumo 
Talvez uma nova chance, o compreender melhor a vida.
Nos é dado o poder de escolha. O mundo nos cerca, nossa mente parece enlouquecer
Com tantas formas de distrações...

É hora de sacudir o tempo em que estamos habituados a viver
E assim, o que desejamos nos é dado ver...  além dos nossos sonhos, está nossa realidade
A vida é muito extensa e estamos em um processo Contínuo de crescimento, de evolução e de trasnformação.

Um passo de cada para sedimentar a vida
Nada podemos ser sem que consintamos
Fica assim na lembrança: - Os sonhos, os desejaos, as promessas, a certeza de que nada ia nos separar... As coincidências e a empatia. Parece que tudo se foi ou nunca existiu para de repente desaparecer.

Não soubemos dar a sustentabilidade, 
Excedemos nas palavras, 
Utilizamos as meias verdades
Não soubemos lapidar dia a dia a pedra bruta Que ocultava o diamante que trazíamos dentro de nós.

Diante de tantas indecisões, tantos obstáculos dia da dia...
O que nos restou foi a bifurcação dos nossos caminhos
Que seja feito como você escolheu
Respeitarei, não mais irei insistir em parcerias, 
Terei que desfazer meus planos, sempre pensei onde fosse você estaria lá comigo.

Respeitarei tua vontade!
Nada mais me resta a fazer
E saiba, que tudo que fiz foi simplesmente querer ser o amigo, o companheiro ou seja o nome que queira atribuir.
Mas não tenho mais o direito de exigir que confies em mim, quem ao menos sejamos amigos.
não tenho o direito de saber a teu respeito, nem de roubar o seu tempo,
nem de interferir em teus caminhos.

Apenas uma coisa, vou ficar triste e passar um tempo para me curar.  Perder parece-me que foi tão fácil, bem mais do que ter a tua amizade.

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