sexta-feira, 23 de outubro de 2015
Governança e a Petrobras.
No site da Petrobras nos deparamos com a seguinte afirmação: Esta organização adota as melhores práticas de governança com um estatuto social definido, além do código de boas práticas e das diretrizes de governança corporativa. Assim, reforçamos nossa credibilidade junto ao mercado, aprimoramos o processo decisório na alta administração e, consequentemente, aperfeiçoamos nossa gestão dos negócios. E diz que está de acordo com os padrões da Lei Sabarnes-Oxley, que garante a transparência na gestão das empresas. Será ?
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
É preciso exorcizar os demônios travestidos de políticos
Quanto tempo dura a mentira? Estamos na luta do bem contra o mal, este mal
que assola nosso país chamado PT. Um
partido de partidários fisiologistas, camuflados em pele de lobo, de acusação
do outro, mas nunca teve uma proposta decente para o país. Tanto é, que aí está o Brasil, seu povo, que
trabalha honestamente, tendo que pagar a conta pela incompetência e
irresponsabilidade deles.
Este é um tempo tenebroso, de
ânsia desmedida do poder, e que só faz sofrer os justos. Uma sociedade política brasileira doente,
suja, que cada vez mais, mentem cinicamente. Se abarrotam de poder e dinheiro, compram meio mundo de gente para defendê-los, enchem
suas contas bancárias, perpetrando um sistema de corrupção, de injustiça, de
falácias, em detrimento da ética e da moral.
Um país que os mais necessitados dependem de outras pessoas, voluntários
para ajudá-los a ter uma vida menos perversa.
Um país corrompido por
empresários, políticos, juízes, banqueiros, e tantos lobistas e doleiros, que
transforma numa agressiva e violenta estado de injustiça, de discriminação, de
tirar quem estiver na frente e este seja honesto, digno. Um país de traidores políticos, sim, porque
votamos em uma pessoa honesta, que iria defender nossos direitos, o que vemos,
visam apenas vantagens pessoais, partidárias.
Não podemos nos calar diante
tanto seres maléficos neste mundo e especialmente, em nosso país. Não podemos
permitir que a luz do bem apague-se, mesmo com tantos conspiradores do mal
juntos em um só lugar. Não podemos ser
omissos, precisamos defender a pátria e a vida, o bem comum, e exorcizar este
demônios políticos do nosso país.
Pensem nisso e demonstre seu
manifesto contra tudo isto que aí está.
Não fique também no “NÃO SEI DE NADA”.
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
PROFISSIONAL DO SÉCULO XXI
“A água que não corre forma um pântano;
a mente que não trabalha forma um tolo”. Victor Hugo
Com este pensamento
que deixar esta mensagem diante dos desafios do mundo moderno, com suas crises,
falta de emprego, medos, incertezas. É a
formação do pântano caso não busquemos estar adequando-nos continuamente. E,
esta reflexão acontece principalmente por meio do autoconhecimento, do saber lidar com nossas próprias emoções.
O autoconhecimento
proporciona a motivação de iniciar algo antes ainda não experimentado, seja um comportamento, seja uma atividade, uma
decisão. Porém, a consistência desta motivação é trazida pelo hábito, ou melhor
por hábitos excelentes, que irá sustentar o crescimento e o
autodesenvolvimento, seja pessoal ou profissional.
E, neste contexto,
vamos descobrindo o quanto somos capazes de fazer algo que antes, as vezes, nem
sonhávamos que éramos capazes, não tínhamos nem coragem para começar. O quanto
a mudança em determinados comportamentos podem contribuir, eficazmente, para
alçar voos mais altos. Observo ainda em
muitas pessoas a resistência em permanecer igual como era antes, e muitas
vezes, não se dão a oportunidade de aprender.
Acredito que a resistência é causada mais pela persistência em velhas
ideias do que reavaliar estas em função das novas ideias.
O profissional do
século XXI é aquele que está sempre ajustando a si mesmo de acordo com o tempo
e as situações de modernidade, de
desenvolvimento, de excelência. É aquele que planeja e organizar e este planejamento, para que a execução seja eficaz.
É preciso mudar para
permanecer, adaptar-se nesse mercado extremamente competitivo, onde as empresas
mudaram o foco anterior que priorizava características técnicas, para pessoas que
aprendam, de forma duradoura, comportamentos
que não apresentava antes.
O cenário que se apresenta para quem
quer continuar neste contexto profissional do século XXI, é preciso sair da
zona de conforto, ousar, mudar, e saber que nada é para sempre, é preciso
movimentar, como diz a frase inicial,
água parada vira pântano, mentes que não desenvolve, não tem presença como
profissional deste tempo.
Mudança
neste tempo é uma constante, como sempre foi, porém, atualmente, requer ainda
mais, requer pessoas focadas no autodesenvolvimento, adequando-se continuamente.
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
O título pode até ser deselegante, mas é verdadeiro....
VOCÊ SABE O QUE É PUTARIA??? O título até pode ser deselegante, mas que é muito verdadeiro, não tenho dúvidas...
1.PUTARIA é comparar a pensão de um Deputado com a de uma Viúva.
2.PUTARIA é um Cidadão ter que contribuir ao longo de 35 anos para ter direito a receber pensão, enquanto Deputados necessitam somente 1 ou 2 mandatos,conforme o caso, e alguns membros do Governo, para terem o direito de cobrar Pensão Máxima precisam unicamente do Juramento de Posse.
3.PUTARIA é que os Deputados sejam os únicos Trabalhadores (???) deste País que têm isenção de IR sobre 1/3 de seu salário.
4.PUTARIA é por, na Administração pública, milhares de Assessores (leia-se Amigalhaços) com Salários almejados pelos Mais Qualificados Técnicos.
5.PUTARIA é a enorme quantidade de Dinheiro destinado a apoiar os Partidos, situação aprovada pelos mesmos Políticos que vivem deles.
6.PUTARIA é que a um Político não se exija a mínima comprovação de Capacidade para exercer o Cargo (e nem estamos a nos referir à capacidade
Intelectual ou Cultural).
Intelectual ou Cultural).
7.PUTARIA é o valor gasto por essa tropa de safados com alimentação, veículos Oficiais, Motoristas, Viagens (sempre em 1ª Classe), Cartões de Crédito e etc.
8.PUTARIA é essa mesma corja ter direito a quase 5 meses de Férias ao Ano (48 dias no Natal, uns 17 na Semana Santa, mesmo que muitos se declarem não religiosos, e uns 82 dias no Verão).
9.PUTARIA é essa corja, quando acaba um mandato, manter 80% do Salário por mais 18 meses.
10.PUTARIA é ex-Ministros, ex-Secretários de Estado e outros de Altos Cargos da Política serem os únicos cidadãos deste País que podem legalmente acumular
2 recebimentos do Erário Público.
2 recebimentos do Erário Público.
11.PUTARIA é se permitir que usem os Meios de Comunicação Social para mentir à Sociedade sobre seus feitos e seguirem assaltando os Bolsos dos Contribuintes.
Esta deveria ser uma dessas correntes que nunca poderia se romper!!!
NUNCA, porque só nós podemos acabar com TUDO ISSO.
NUNCA, porque só nós podemos acabar com TUDO ISSO.
sábado, 10 de outubro de 2015
Aprender
O que aprendemos ao longo da vida? Ou apenas passamos por ela e continuamos a ser quem sempre fomos e querer que tudo seja diferente?
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
INTELIGÊNCIA EMOCIONAL: desenvolvimento do indivíduo e as organizações
Antes da década de 90, o sucesso de uma pessoa
era avaliado pelo raciocínio lógico e habilidades matemáticas e espaciais
(QI). A capacidade de uma pessoa era
medida por suas habilidades intelectuais, ou seja, QI (quociente de
inteligência), avaliava a capacidade do raciocínio lógico, as habilidades
matemáticas e espaciais de um indivíduo, o que gerava um diferencial para o
mercado de trabalho. O termo
“Inteligência Emocional”, popularizou-se a partir do livro "Inteligência
Emocional", de Daniel Goleman, e é
definida como a capacidade de raciocinar
sobre emoções. Em 1996 Goleman
lançou o livro intitulado “Emotional intelligence”, onde acontece um processo de ampliação e mudança do conceito da IE ,
retomando uma nova discussão sobre o tema.
Stephen R. Covey também traz uma proposição para o
desenvolvimento da pessoa, através da efetividade pessoal e organizacional, no
ambiente em que apresenta um cenário mundial em crescentes mudanças e desafios
contínuos, exigindo de cada indivíduo se perceber e inserir-se neste contexto.
O Goleman com uma visão psicológica e Covey com sua visão administrativa,
dialogam neste problemas existenciais da era atual.
Uma
superficial visão do mundo contemporâneo, percebe-se uma sociedade emocionalmente doente, vícios, suicídios,
depressão, frustração, entre tantos outros fatores. Um reflexo ou consequência
do HOMEM moderno, em busca do conhecimento em detrimento da emoções. Mesmo nos
tempos atuais, ainda é percebido esta dissociação da razão e a emoção. O SER HUMANO como ser que pensa, deveria ter um
maior domínio da sua razão e o controle das
suas emoções.
O
controle das emoções é fundamental para o desenvolvimento da inteligência de
cada um, e não é apenas uma habilidade basicamente cognitiva, e, GOLEMAN (1996) ressalta em sua teoria que ser
Inteligência Emocional é a capacidade de desenvolver e se automotivar,
persistindo no objetivo, mesmo diante das adversidades, tais como controlar impulsos, manter o estado de
espírito equilibrado, impedindo que a ansiedade interfira na capacidade de
raciocinar, de se relacionar bem, ser empático e autoconfiante.
Daniel Goleman, em seu livro,
mapeia a Inteligência Emocional em cinco tendências:
1. Autoconhecimento – conhecimento que o indivíduo
tem de si próprio, suas características, habilidades, dificuldades,
comportamentos e a forma como lida com todas estas percepções. Sugere a nos
perguntar:
- Você
se conhece?
- Sabe porque se comporta da maneira como o faz?
- Sabe o que deseja mudar na sua vida?
- Sabe como mudar?
2. Autogerenciamento – saber lidar com os próprios
sentimentos, adequando-os para a situação. Tais como:
- Gerenciar sentimentos e impulsos
- Escolher as palavras
- Tomadas
de decisões examinar ações e consequências
- Evitar julgamentos precipitados.
- Controlar impulsividade emocional
- Rever considerando fatores que podem suavizar a situação.
- Responsabilidade
Pessoal considerar as consequências dos comportamentos.
- Motivar a si mesmo
- Perseverar
e lidar com frustrações
3. Automotivação - Canalizar as emoções que nos leva
atingir objetivos. Pôr as emoções a serviço de uma meta é essencial para
centrar a atenção, para a automotivação , a maestria e para a criatividade.
4. Relacionamento - Reconhecer as emoções em outras
pessoas. Capacidade de compreender a constituição emocional dos outros, uma
habilidade para lidar com as pessoas de acordo com suas reações emocionais.
- Compreender
o funcionamento do contexto social.
- Entender como as pessoas estão se sentindo em uma situação.
- Aceitar que existe diversidade de pontos de vista
e compreendê-los.
- Enfrentar e clarificar situações de conflito.
5.
Habilidade social - A
arte de relacionar com o outro. Ser competente para cultivar boas relações
sociais, liderar processos de mudança, e desenvolver equipes eficazes. .
- Ser amigável sem
perder de vista o propósito (foco) de alinhar e mobilizar pessoas numa
direção desejada.
- Autoexposição valorizar a abertura e a confiança nas
relações pessoais. Identificar quando é seguro falar de seus sentimentos.
- Excelência em
persuadir e colaborar.
- Demonstrar comprometimento em ajudar no
desenvolvimento das pessoas.
- Acalmar-se controlar impulsos
- Usar sua percepção
de si mesmo e do outro para administrar conflitos, negociar e liderar.
As três primeiras tendências
estão relacionadas à Inteligência Intrapessoal, permite compreender a nós mesmos e trabalhar conosco. Autoconhecimento e autoestima para orientar o
próprio comportamento. Também é capacidade de superar os impulsos instintivos o
autocontrole.
As duas outras tendências focam
na inteligência Interpessoal, que é a habilidade de interagir com as outras pessoas, entendê-las e interpretar seu
comportamento. Administrar conflitos. É
observável em: líderes,
terapeutas, políticos, religiosos, professores, vendedores, que
sabem identificar expectativas, desejos e motivações de outras pessoas,
tornando-se extremamente sensíveis a suas necessidades.
A
importância que se é dada a IE depende da
capacidade do sujeito em lidar com suas emoções no tumultuado contexto
contemporâneo da vida, e, profissionais
de diversas áreas como psicólogos, educadores, empresários e pesquisadores têm estado
em busca do conhecer como a inteligência das emoções na vida das pessoas, tem contribuído para o
sucesso ou fracasso, assim a aplicação da
IE nos contextos educacional, ocupacional e psíquico/social. E,
surgem perguntas destas buscas: qual a relação da IE com o sucesso/fracasso
acadêmico e profissional? como a IE
afeta as relações interpessoais?
O
cenário das organizações atual, a inteligência emocional é uma competência
diferenciada, não dando as pessoas apenas um mérito pelo desempenho objetivo,
técnico, também são levadas em consideração, não menos essenciais, as
competências comportamentais, o saber lidar com o outro, conviver
coletivamente.
Para
Covey (2004), uma forma eficaz para alcançar resultados positivos é iniciar com
um objetivo em mente, desenvolvendo um propósito de vida, uma missão pessoal,
concentrando-se no que se deseja ser e fazer. É uma motivação intrínseca que
procura seguir a seus valores essenciais.
No
entender de Covey (2004), a percepção que formamos do mundo, como o observamos,
determina o nosso comportamento, a nossa maneira de pensar e agir. Por vezes,
ficamos escravos dos problemas cotidianos e, assim, o que de fato é importante
acaba sendo substituído por coisas urgentes, circunstanciais, tornando-nos
imediatistas e reativos. Esse comportamento ressalta que o tempo deve ser
utilizado segundo regras de prioridade, com metas estabelecidas e estando
atentos à presença de hábitos dispersores de forma a harmonizar o tempo com a
conquista das metas e atividades consideradas importantes. A falta de tempo é
um indicador de excesso de atividades ou de comportamentos circunstanciais.
O
hábito mais importante na visão de Covey (2005), é o saber gerir a própria
vida, uma vez que o resultado cotidiano das pessoas está vinculado às suas
atitudes contínuas de fazer melhor. O autor acrescenta que a capacidade de
saber gerir determina a qualidade com que um indivíduo está focado nos seus
propósitos, ou seja, em fazer o mais importante em primeiro lugar. Percebe-se
que no contexto do autor, a questão é didática e ressalta a importância para
todo indivíduo que é capaz de responder aos desafios pessoais, a capacidade de
superação. Esse é o desafio que
cabe a cada indivíduo responder com a qualidade de nossas decisões e
ações.
Ressalta Covey (2004) , cinco
sustentáculos do pensamento:
1.
Paradigmas
Paradigmas são modelos mentais formados ao longo da vida,
uma forma de explicar a realidade, o modo como se vê o mundo, como percebe a si
mesmo neste mundo.
2.
Princípios
Na visão de Covey,
são verdades enraizadas através do tempo, que fundamentam a eficácia e
que não podem enfraquecer diante da vida.
Enquanto os paradigmas é o mapa, os princípios é o território. Pode-se
citar a qualidade, mudança, desenvolvimento, dignidade, ética.
3.
Processo de dentro para fora
Processo de mudança e desenvolvimento pessoal só acontece
de dentro para fora. É um aprendizado,
uma mudança de comportamento tornando os hábitos excelentes
4.
Hábitos de efetividade
Os hábitos de efetividade resulta do conhecimento, o que
fazer, somado a capacidade de realizar e o desejo de querer realizar.
5.
Níveis de efetividade
A efetividade pessoal, a relação intrapessoal;
A efetividade interpessoal;
A efetividade gerencial, ou seja, de conduzir com que o
outro realize;
A efetividade
organizacional, alinhar objetivos organizacionais com os pessoais.
A Inteligência
Emocional é considerada por Covey no longo prazo mais importante para os
relacionamentos e a liderança do que a inteligência mental. O autor considera
que através dos 7
Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes, o meio eficaz do uso da Inteligência Emocional.
1.
Ser proativo: a capacidade de fazer as próprias escolhas e o livre arbítrio de agir
fundamentado em princípios e valores.
2.
Estabelecer objetivo: desenvolver uma visão mental de onde se quer chegar com .
3.
Priorizar o que é mais importante: organizar ações e executar em torno das prioridades mais relevantes.
4.
Pensar no ganha-ganha: o que é bom para mim tem que ser bom para todos, respeito mútuo em
todos os relacionamentos.
5.
Compreender antes o outro: torna a relação saudável ouvindo.
6.
Sinergia: é o produto da qualidade das relações.
7.
Afiar a serra: pode ser interpretado
como a melhora contínua que oferece um horizonte de superação pessoal em todas
e cada uma das áreas de nossa personalidade. Este é o hábito que permite
entender o melhoramento pessoal nas dimensões física, mental, sócio-emocional e
espiritual.
Na percepção de Covey (2004)
a gestão pessoal para ser feita com eficácia, não é determinada por alguma
técnica ou qualquer outro fator externo, mas sim, por quem sabe lidar com as
atividades importantes e não urgentes, onde o foco das atividades
está priorizado por um grau de importância e não urgência. Ressalta ainda que
quando as pessoas, planejam a longo prazo, mantêm a disciplina e pensam
preventivamente, ampliam a sua capacidade de organizar e viver, dia-a-dia, em
torno das atividades importantes, obtendo uma melhor qualidade de vida, através
do planejamento e organização das atividades diárias. No entanto, faz-se
necessário ser proativo, sabendo dizer “sim” ou “não” para as coisas
importantes do cotidiano. É essencial centrar-se nos princípios corretos,
mantendo-se focado na missão pessoal.
“Qualquer
um pode ficar zangado – isso é fácil. Mas ficar zangado com a pessoa certa, na
medida certa, na hora certa, pelo motivo certo e da maneira certa – isso é
difícil”. ARISTÓTELES (1073)
A temática Inteligência Emocional, pode
ressaltar a sua significância e uma essencial necessidade de ser aplicada nos
dias atuais. Ficou percebido as contribuiçõe/benefícios que IE pode
proporcionar as pessoas. Podemos também observar o quanto amplia a visão sobre
o contexto de vivemos e convivemos e os impactos das emoções que nele estão
inseridas. Ainda encontra-se um grande número de pessoas que não aplicam para
si este competência, o que pode ser uma questão acadêmica, aprimorar e
aprofundar esta temática nas escolas e academias, como exercício além do
conhecimento técnico pedagógico, mas proporcionar habilidades comportamentais
para lidar com o mundo.
REFERÊNCIAS
Covey, S. R. (2004). Os
7 hábitos das pessoas altamente eficazes (40ª ed.). Rio de Janeiro, RJ:
Best Seller.
Covey, S. R. (2005). O
8º. Hábito: da eficácia à grandeza (9ª. ed). Elsevier: São Paulo.
Goleman, D. (1996). Inteligência emocional (M. Santarrita, Trad.). Rio de Janeiro, RJ: Objetiva.
Goleman, D. (1996). Inteligência emocional (M. Santarrita, Trad.). Rio de Janeiro, RJ: Objetiva.
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