Argumentar é a fundamentação de determinado pensamento ou ideia,
correlacionando fatos, estudos, opiniões, conflitos, teses, visando oferecer
base técnica/científica como alternativas prováveis nas soluções de problemas e
conflitos.
O
argumento objetiva levar aos envolvidos uma linha de raciocínio lógico,
reflexiva, e convincente em que as partes, não apenas aceite, mas tenha a plena
convicção que os argumentos expostos trazem uma solução viável e
confiável. Não é uma simples
concordância dos fatos, é a convicção das prováveis citações ser a melhor
alternativa.
A
argumentação em um diálogo se faz necessário a precisão do que se fala, foco no
propósito a ser solucionado, e as partes envolvidas, a partir do exposto e
debatido, possam tomar a decisão de forma impessoal e acertada.
Neste
contexto de negociação, diálogo, debates, ou seja, outras situações de
conflitos, o amadurecimento pessoal e profissional dos envolvidos, dispensa
fragilidades e sensibilidades, inclusive opiniões pessoais. E, aqui estamos falando de embasamento na
fala, no discurso, no diálogo, e nunca o convencimento do “EU ESTOU CERTO”.
ARGUMENTAR
Não deve
conter achismos e julgamentos equivocados.
É uma forma de contextualizar o problema e situações embasadas em conceitos
teóricos, experiências vivenciadas, e leitura contínua do ambiente em que está
envolvido. Os fatos são reais e,
portanto, devem o argumento devem ser coerentes com estes. Citações teóricas em si só é insuficiente,
deve vir acompanhada de contextos em que estas citações foram aplicadas.
A força da
argumentação em um contexto deve sempre ser algo investigativo do fato envolvido,
buscando sempre os fundamentos que justifiquem a tomada de decisão.
Por fim,
numa tomada de decisão não pode conter verdades pessoais, mas, levantar
possibilidades e ampliar o debate para que sejam eficazes as soluções. E, claro é preciso ter domínio do que se está
debatendo, negociando, mediando.
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