terça-feira, 10 de setembro de 2013

Justiça, justiça, um grito de clamor!

São tantos os gritos, palavras de ordem, necessidades, carências, respeito, ética, caridade, solidariedade, honestidade, transparência. Hoje comum nas ruas manifestações contra a desordem moral, cidadã, ética, social. Clamor por dignidade, trabalho.  

De um lado o poder mandatório, que fala de lei e tantos não a cumprem.  Poder da corrupção, da enganação.  Por outro, o povo carente de  melhorias, de uma vida digna.  Mas, vemos nas ruas, uma boa parte que clama pacificamente melhoria,  exclusão de vândalos que ocupam um poder. Mas, presenciamos, também muitos confundido o direito de também fazer vandalismo.

Se clamo por justiça, clamo por algo justo, que antecede a lei. Para uma sociedade justa o que se cumpre como lei, não a torna justa, torna uma sociedade cumpridora de deveres. Justiça existirá quando em meio a turbulência das desigualdades, desajustes sociais, econômicos, financeiros, moral, for combatido eficazmente.  Não é a lei que impedirá este estado de justiça, mas os valores que norteiam o homem, o cidadão. Justiça é a retomada do ser humano, de forma integral, que vai além de uma lei criada e tantas vezes manipuladas para favorecimentos ilícitos.

O que estamos presenciando nas ruas é um direito, porém é um dever de que faz o manifesto, respeitar o outro, manter a paz, a ordem que está estabelecida.  Do contrário, não haverá grito honesto a ser dado.   Quem faz guerra quer guerra, quer violência, quer vandalismo. Quem busca a justiça, a faz com paz, respeito, cidadania.

Luiz Machado – Set-2013

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