O poder deveria ser uma consequencia para
desenvolvimento e crescimento do ser humano, criar oportunidades para uma vida
digna, com saúde, segurança, educação, trabalho, comportamento ético. Mas, presenciamos
que não é assim. Hoje se discute que tem
mais poder para mandar no outro, que tem mais dinheiro tem mais poder de barganha. Incrível como o ser humano é colocado a
margem do satanismo de tanta gente enlouquecida pelo dinheiro, pelo ter mais
terras, de acabar com o outro, com as terras do outro, do roubar um povo que já
é pobre. Os meios são vários desta violência, corrupção, vandalismo,
preconceitos, ganância, egoísmo, vaidades, desigualdade de direitos e deveres,
injustiça proliferando até no próprio poder supremo da corte. De demonstração, através da guerra, da
covardia das armas químicas, das ameaças, para simplesmente mostrar que tem
força. Serão estes os donos do mundo? Será
que eles conseguem pensar que matando as pessoas, principalmente as inocentes,
não haverá mundo?
Um mundo que perdura a intranquilidade da paz. Um mundo em que honestidade agora é virtude, não
mais um comportamento intrínseco, natural, próprio do ser humano. Agora está entre as competências exigidas, você
é ético? Você é honesto? Você respeita o
outro?
A riqueza, não que seja problema ou pecado, mas
tantos ricos de espírito pobre, paupérrimo, miserável, satânico. Servem ao dinheiro. Tantos não se dão conta de
que são escravos deste dinheiro, e quando lhes falta, tiram a própria vida, pois ela não existia,
estavam possuídos pelo dinheiro, era sua essência de vida.
Fala-se muito de um mundo ecologicamente correto, de
um mundo democrático, de um estado de direito igual para todos. Mas, o igual é validado por cima, por quem é mais alto, para quem tem mais
dinheiro, para os que materializam a própria existência em função do ter. Vivem
na desenfreada ganância de ter tudo a todo custo, ter sempre mais, mesmo que
custo à vida do outro.
Desta vida nada se leva, senão o amor que vivemos
neste plano. A compreensão, o agir de acordo com o Jesus nos ensinou, que não é
o dinheiro e não são os bens materiais que contam para vida eterna, mas nossas
ações de bondade, caridade, solidariedade, amor ao próximo. Administrando os bens materiais, concedidos
por Deus em benefício de uma vida digna, digna para todos.
Fica uma pergunta: onde estará hoje nosso coração? O
que tenho feito com os bens que me foram concedidos, serviço ao bem do povo, os
serviço do deus dinheiro, escravos. Que seja
Deus nos condutor, pelo Espírito Santo a nos guiar, a enriquecer nossa alma, a engrandecer
nossa vida enquanto homens e mulheres. E,
ter a certeza, que nada adianta sem que Deus esteja presente cotidianamente em
nossas vidas. E ter a certeza, que riqueza compartilhada é
como adubo de vida abundante para todos, do contrário, é sinal de morte para muitos.
Fiquem em Paz!
Que Deus nos abençoe e nos guarde,
nos oriente a caminhada do dia a dia.
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