Você deu bom dia a vida hoje? Aos seus familiares, sua mães, pai, filhos? Agradeceu o amanhecer de um novo dia, uma nova oportunidade, o trabalho, a família, uma mãe para cuidar de você, a Deus? Quando você chega em casa do trabalho, simplesmente diz: "estou exausto", "muito trabalho", toma seu banho, janta, aquele jantar preparado com carinho e amor, especialmente para você, e depois, recolhe-se em sua redoma, para cuidar dos seus amigos virtuais? Quantas vezes você, meu irmão, minha irmã, meus amigos, se deram na hora do jantar, perguntar a sua mãe, e hoje como foi seu dia? Está bem? Um olhar não virtual, um cuidado do que estar em seu redor, dos fatos que estão ocorrendo, e você, talvez no seu cansaço, talvez egoismo, esteja ignorando o que se passa? Será preciso pedir para que você olhe para mim, estou precisando de você, estou com receios, medos, inseguro(a), porque você não consegue olhar ao menos que cuida de você? A vida existe além de você mesmo, olhe em volta, não espere que alguém que te ama, peça socorro, ou por proteção não esteja de revelando a verdade. Saia da sua redoma, mesquinha, veja o próximo, que também trabalha, que também requer atenção. Escrevi outro dia sobre o dialogo:
Paz é diálogo, é a descoberta do outro..
A qualidade do nosso diálogo produz unidade,
compreensão, iniciam-se os laços de paz, e até de cura.
É através do diálogo que iniciamos o processo de aprendizado,
aprendemos a respeitar o outro, a saber seus valores, seus medos e receios,
seus costumes, suas virtudes, seus defeitos, aprendemos com o outro.
Aprendemos que há, além de nós mesmo, pessoas que amam,
que pensam, que tem carências, mas que também tem forças vitais que compreendem que o outro tem algo bom, tem essência que contribui no nosso desenvolvimento e crescimento.
O diálogo transforma, muda o que acreditávamos permanente, pode até mudar o mundo em que vivemos. Através do diálogo a paz não tem fronteiras. Através do diálogo deixamos fluir nossa humanidade, permitimos ser pessoas de verdade, não mais virtuais.
Pensem Nisso!
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