Há muito se houve falar sobre modernidade, e aqui, não vamos nos
reportar ao movimento idealista, mas ao conceito de atualização, de um
mundo novo que gira em torno das tecnologias, competências essenciais
das organizações, na constante busca das pessoas para se manterem
competitivas. Um fato verificado na sociedade, porém, não observa-se o
jeito de fazer política. O sistema continua ultrapassado e valores
éticos e morais questionados.
Uma análise das profissões e sua
evolução é um bom processo para perceber efeitos da modernidade.
Organizações buscam novos modelos de gestão, estabelecendo não apenas
critérios técnicos e teorias organizacionais, mas profissionais
qualificados do ponto de vista comportamental, competitivo, atualizado.
Porém, algumas sociedades tornam os profissionais com mais de 40 anos
não mais condizente com o contexto. No Brasil, há uma pressão enorme
para - "exterminar" a aposentadoria, dificultando e desvalorizando quem
de fato já completou seu tempo de trabalho, esticando o tempo de
contribuição do trabalhador para previdências social, a idade
aumentando. E, medidas como estas, por isso a palavra exterminio, o
mercado não mais contemplam pessoas, independente de sexo, com mais de
40 anos. Que bom esse conceito de ajustes da era moderna fosse também
pensanda para as instituições políticas, digo CONGRESSO, CAMARA,
ASSEMBLEIAS e demais organizações governamentais. Melhorar a política e
os políticos, exigindo títulos, publicações, e aos que buscam um cargo
publico, apresentar projetos para seu mandato, metas que desejam
alcançar, e serem cobrados por resultados. Eliminaríamos em muito os
fafarrões que não sabem o que é sistema de governo, e pior, entra
mandato e termina mandato, e nenhum contribuição é agregado a melhoria
da sociedade, apenas a conta bancária de cada um. Modernidade, podemos
chamar modernidade?
Você que nos lê, qual sua idéia de
modernidade, que aspectos você questiona esse conceito em relação ao
nosso cotidiano? Deixe seu comentário.
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