A chamada
modernidade, concebida nos termos impostos pelo capitalismo sem freio ou
respeito, torna a vida um continua tensão. É como fosse uma erva
daninha infiltrada no contexto, que suga a condição humana, e diante do
poder, nutrem-se do egoísmo pelo ter, do radicalismo materialista, dos discursos fáceis, da pregação de uma religião que mata, explora, baseados nas crenças pessoais de um deus vingativo, que tudo condena - nos outros.
Vejamos então sobre a evolução dos tempos, a dita era moderna:
- Avanço tecnologico - milhões de recursos são investidos para buscar a marca que vai trazer as melhores ferramentas, enquanto milhões de pessoas morrem de fome, são violentadas, moram nas ruas, em baixo de pontes e viadutos. A guerra prospera pelo poder de ter mais, de ter fama, de ter, ter, ter em prol da vitimação de seres humanos, não interessa se crinças, mulheres, idosos, homens.
- O mercado exige qualificação - poucos são os que tem acesso a uma educação que de fato desenvolve. Hoje é percebido a quantificação de pessoas em ensino superior, como isso bastasse. Com promoção de cursos ditos "qualificação profissional", que não educam, que não agregam valor a formação do ser, mas que justificam uma medida política.
- É exigido dos profissionais toda uma sustentação de mais competências, mais títulos, mais isso, mais aquilo, para atender a um mercado excludente, discriminativo.
- As crises economicas do mundo, a sobra maior é para o menor. Corta verbas da educação, segurança, saúde, moradia. Só não corta verbas para satisfazer a volúpia das verbas destinadas a fúria dos políticos, que indo em contra ao momento, na calada da noite, concedem aumentos acima da realidade economica, com percentuais de 60%, 70%.
Essa é a chamada modernidade. Um conceito particular dos que estão infiltrados na pratica de sugar e vitimar as pessoas inocentes, trabalhadores de verdade. Chamam de moderno os tempos que vivem, porém, nada mudou da época de escravidão, do tempo coronelista.
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