É
o homem fazendo-se deus através da auto-escravidão no desatino da fé. A
inversão do plano de Deus para o homem, que perdem-se no seu livre
arbítrio de ser para a simples condição do ter. A falsa “liberdade de expressão” condena a própria sociedade a crises existenciais, de comportamento, de degradação.
Mas
Deus não quer a humanidade condenada, escrava dos deuses que arrastam
para o fundo do abismo. Quando enviou seu próprio filho para nos salvar,
já anunciava o Amor que convertia, que despertava todos para a presença
divina entre nós, e convidava todos Vinde e vede a infinita
misericórida divina a nos conduzir a uma vida nova. “Deus
é rico em misericórdia” e nos mostra diariamente o quanto é bom renovar
a vida, que frutifica o amor infinito de Deus que vive e reina.
“Deus
criou o homem racional, dotado do domínio dos seus próprios atos, quis
deixar o homem entregue à sua própria decisão, de tal modo que procure
por si mesmo o seu Criador e, aderindo livremente a Ele, chegue à total e
beatífica perfeição”. “A liberdade é, no homem, uma força de
crescimento e de maturação na verdade e na bondade. E atinge a perfeição
quando está ordenada para Deus, nossa bem-aventurança”. (Catecismo da
Igreja, n.º 1730 / 1731.).
Aqui é estendido o convite para repensar nossos valores, em um Deus que salva, que transforma, que renova a vida.
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