Nesta primeira análise, observamos o quanto o profissional de RH tem sido preterido nos processos estratégicos da empresa. Utilizando, palavra apropriada para a percepção de alguns empresários, o RH como entregador de FLORES para
acomodar situações e iludir a força de trabalho.
Em uma
segunda análise, verificamos o quanto já caminhamos, mas o quanto ainda
precisamos fazer, caminhar e demonstrar o que não se pode mensurar, que é a
valorização HUMANA, a fidelização que tanto é falada em prosa e verso pelas
empresas voltadas para seus clientes externos, esquecendo que a melhor
fidelização começa internamente. Quantos de nós somos clientes fies aos
produtos da empresa que trabalhamos? Divulgamos, vendemos também o produto?
Chegou a hora de fazer valer nossos talentos, a hora das empresas que desejam manter-se competitiva no mercado entender da importância do RH como parceiro do negócio, quebrar os paradigmas de ambos os lados, e dar as mãos . “Mudar essa cultura é tarefa do RH”. Precisamos divulgar, fazer melhor o MARKETING dos nossos serviços, da visão estratégica e das habilidades nossa, chegar até os EMPREENDEDORES, EMPRESÁRIOS (estes mudando sua visão míope da empresa do futuro e competitiva).
A construção do nosso verdadeiro e real papel vem sendo trabalhado já um longo tempo, mas precisamos sair deste MUNDO restrito e fazer chegar lá estes reais valores da nossa área, que não somos palavras, frases, pacotes de treinamentos, somos PROFISSIONAIS DE NEGÓCIO e como tal, a importância de estarmos inclusos no PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA ORGANIZAÇÃO. Precisamos sair do mundo em que resultados eram apenas o fim de um treinamento, alegre, todo mundo sorrindo, com avaliações ótimas, prêmios, etc. E tudo isso precisa de persistência.
O que falta
ao profissionais de RH alcançarem estes objetivos – PARCEIROS ORGANIZACIONAIS?
Porque tantas empresas ainda olham o RH com uma atividade de controle de
empregados? Como diz o psicólogo Paulo Gaudêncio –, "investir no ser
humano, é a última descoberta da tecnologia moderna". É essa compreensão
que os empresários precisam enxergar o RH, simplesmente porque as pessoas
passam a maior parte do seu tempo nas organizações, e se tiverem prazer e
satisfação no seu ambiente de trabalho elas estarão fidelizadas ao que
contribui para produzir.
Precisamos mudar nossa postura, falar o fluentemente o idioma empresarial, resultados. Entender o que influi nos resultados econômicos / financeiros das organizações. Por parte da empresa trazer e acreditar que o RH é capaz de também fazer a diferença e reconhecer e nos vê como uma ÁREA DE NEGÓCIO. “O esforço precisa ser feito diariamente, e o processo respeitado. As pessoas sempre colhem o que semeiam. Não existe atalho.” Ou, nas palavras de Thoreau: “Para cada mil talhos nas folhas do mal, há apenas um na raiz.” Um salto qualitativo somente pode ser realizado em nossas vidas quando deixamos de cortar as folhas da atitude e do comportamento e passamos a trabalhar nas raízes, nos paradigmas que determinam nossa conduta.
Não conseguimos
ir muito longe na tentativa de mudar o que vemos sem simultaneamente modificar
o que somos, e vice-versa”. Stephen
Covey.
Então caros
colegas de profissão, ME ORGULHO DE SER PROFISSIONAL DE RH, e para tanto, vamos
fazer além das nossas mesas de trabalho, conquistar o espaço nas organizações
pelos méritos, habilidades e competências. Sair dos bastidores da formalidade,
e construir e ampliar nossas ações, divulgá-las, abrir espaços na mídia. Basta
de tantas palestras de AUTO AJUDA, MOTIVACIONAL, DE IDEALISMO, o mundo, o
universo conspirará a nosso favor se estivermos sempre, cotidianamente em
sintonia com tudo que rege, principalmente o que faz ele ser melhor, que são as
PESSOAS. Pessoas felizes e competentes, será nosso plantio para uma real e
competitiva colheita de uma organização, uma sociedade, uma comunidade, ou
qualquer que seja o ambiente, fértil, sempre fértil.
Enfim, este
é resultado de um trabalho Humano.
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