Ao apontar para o outro, condenando-o, julgando precipitada e equivocadamente. É uma postura confortável esta avaliação, mas fica uma questão: será que por trás deste
comportamento esconde-se algo que, a oportunidade
de jogar a pedra, eu possa estar camuflando também o meu erro?
E, esta questão me traz uma outra, também tão grave quanto: o que esconde aqueles que faz questão de estar no topo
dos inocentes, dos pregadores que acreditam estar acima do bem e
do mal?
Rever
a vida é o convite para tirar a máscara, sermos autênticos, sem a hipocrisia da satisfação ao meio. É um chamado a consciência
para nossos limites, do aprender que julgar não nos cabe, tirar conclusões
precipitadas, o que vai fazer de me melhor?
O
convite está feito, o compromisso é com você, o resultado, se desejar, deixar teu
comentário, faça a revisão.
Luiz
Amorim – março/2013
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