terça-feira, 7 de maio de 2013

A educação como elemento essencial para a vida



A educação como elemento essencial para a vida

Percebemos que o mundo hoje traz múltiplas condições para que jovens experimentem  ou melhor, conheçam os vários caminhos a seguir.  Mas, infelizmente, falta a educação para viver com esta liberalidade, muitas vezes de inversão de valores, leva estes jovens muitas vezes entrar na “onda” do grupo, e para ser aceito,  não ser considerado “vacilam”,  aderem a “moda” de aprender um vocábulo próprio,  as gírias cotidianas.  
A educação para mim, é um elemento essencial, que por mais moderno que seja o mundo, por maior tecnologia que mova este mesmo mundo, a educação se continuasse com sua tradição, não rigidez, inflexibilidade, mas afetividade, conduta moral, ética, aprender a respeitar as pessoas, e saber discernir o que é bom e o que faz bem.  O bom é passageiro, muitas vezes agride o corpo, a alma, as pessoas, mata o próprio individuo.  O bom é um prazer que acaba.  O bem é algo que fica,  faz crescer, busca além do prazer, busca a completude do ser, completo, e digno de estar na categoria SER HUMANO.
A educação inicia seus princípios na família, a exemplo dos país, dos familiares, do meio social que vive, sem nada esconder, mostrar o que o mundo tem, integrar ao mundo que vive, os caminhos que se pode seguir, e a partir daí, aprender fazer as escolhas.  Segue a educação pela escola, que trabalha a intelectualidade, prossegue com ensinamento da conduta   ética e moral. Ensina, ao menos deveria ser assim, aperfeiçoar a cidadania, a perceber o mundo pela sua grandeza e necessidades de melhorias, de integrar pessoas menos favorecidas. 
Tudo isto permitindo a estes jovens direitos básicos, mas essencialmente, aprender que tem deveres fundamentais antes de exercer seus direitos.  Livrar dos preconceitos, não por ser uma obrigação de lei, mas por ser respeito ao ser humano. 
Se os governantes repensarem que o desenvolvimento de uma nação passa pela educação, mas uma educação que integra a cidadania e a humanização, que inclui, que cria condições de novas realidades transformadoras.  Deixar esta educação camuflada e indexada pelo IDH (índice de desenvolvimento humano), para uma educação que constrói, que aperfeiçoa, que fundamenta o futuro cidadão.

Luiz Carlos M Amorim – maio/2013

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