Me parece que a amizade, os valores morais, o
companheirismo, estes e tantos outros sentimentos verdadeiros, não
protagonizam mais as relações. Há uma preocupação com garantir a si mesmo, os
outros, nem pensar. Vivem com medo e
submetido às peripécias articuladas
de alguém, cujo poder do cargo pode ser maior que o outro.
Declarar-se solidário, contra dizer-se contra as
tiranias, os desmandos, a opressão e a imposição, não é garantia de mais nada.
Atitude é o que vale. Estar ao lado com alguém na alegria, no “bem
bom”, é fácil, fácil. Declarar amor,
amizade, e até “estou sempre do seu lado para o que der e vier”. Falácia.
Basta apenas você não estar mais com os mesmos momentos “bem bom”, se é esquecido as juras de amor e amizade.
Parece-me um mundo de garantias próprias, de
guerra de concorrência humana.
Luiz Machado – julho/2013
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