Diante de tantas modas profissionais, diariamente encontro um folclórico termo novo para alguém alcançar o sucesso. Basta algum acontecimento, para fantasiar a moda, com pitorescos termos "estrangeirados" , propostas miraculosas, uma verdadeira igreja da solução pronta. Ou seja, o indivíduo tem de pagar para conhecer, como o pedágio que você para passar tem que pagar. E, aí vem outros pedágios, e mais dinheiro, e o indivíduo na mesmice dos devaneios técnicos profissionais. É pose para tirar foto, é vídeo a todo instante, frases de efeito, mas me parece que nos restar das contas, tudo feito com o propósito do quanto se ganha.
Um outro fato interessante, é o que deu título a este texto, é não é percebido tanta mudança extraordinário para os novos "gurus" do sucesso! Querem realizar parceria, mas não te passo informações ou qualquer conteúdo que eu tenho. Querem realizar parceria, mas cada um por si. Querem realizar parceria, mas na divisão do lucro, o indivíduo que maior percentagem. Querem realizar parceria, mas usar dos recursos e extrair o que o outro tem de melhor. E, por aí caminha, a moda do sucesso. Passageira, devido ao estilismo oportunista do discurso, porque a cada dia alguém inventa algo novo, sem valor cientifico, apenas é interessante e deve enganar a boa fé dos que buscam se encontrar no mercado. E, no final de tudo, se o sujeito não conseguir chegar ao topo, é porque ele não soube utilizar os recursos que lhe foram dados, que precisará fazer uma reciclagem. O indivíduo já está sem dinheiro, sem quase esperança, no desespero do emprego perfeito, se defronta com indivíduos, que talvez nunca passaram por uma empresa, e entram no achismo, porque como já dissemos anteriormente, são falaciosos os discursos, não há nenhuma pesquisa cientifica que de fato comprove tal modelos de autogerir a carreira, a considerar a falta de estudos específicos sobre comportamentos. E, pior, acham que sabem de tudo.
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