Um olhar errante, aventureiro.
Do mesmo olhar que cativou, se faz agora distante. Se fez silêncio, perdeu o encanto. E dos laços que um dia se fez, não há mais Desatou o que parecia ser, mas só estava.
Ilusão de um momento, apenas ilusão.
Do olhar desfeito o individualismo foi revelado
Um só lado, uma só opção, uma única forma
Talvez mais uma falsa ilusão do que poderia ser.
Agora, tudo distante, quase nada restou
E o olhar, ah! Não era cativante, era errante. Errante como foram os sentimentos Um olhar de aventuras, de descarte.
Luiz Amorim
E o olhar, ah! Não era cativante, era errante. Errante como foram os sentimentos Um olhar de aventuras, de descarte.
Luiz Amorim
Nenhum comentário:
Postar um comentário