Povo do meu país, do NORTE AO SUL
Gente daqui e de lá
Escutai, escutai o que é promissor
Refleti sobre elas
No meio dos alvissareiros
encontram-se os tiranos
Pode ser hoje, pode ser outro dia,
Caem por terra suas falácias
E o povo se unirá
Não há mais cabresto
Pelourinhos ou mesmo tronco
Amarra ou ANTOLHOS
Nem mesmo correntes
Nosso chão é terra boa e produtiva
De água doce e floresta densa
De cantos e encantos
Seja aqui, seja acolá.
Aqui cantam livre os pássaros
De gente guerreira e livre
Livre, livres sim
Não há mais cabresto
Lutemos meu povo pela liberdade,
Liberdade da corrupção que assola nossa pátria
Unamos nossa força
É chegada a hora de dizer, sai fora LADRÃO
Povo do meu país, do NORTE AO SUL
De todos os cantos e de todos os credos
Levai esta mensagem as urnas
E o futuro sorrirá ou amargurará os ANTOLHOS.
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