Há uma realidade que pode-se
perceber no mundo de hoje de muita
ânsia, voraciade por exibir o seu
quantitativo poder do ter, e ter mais, e
muito mais do que o outro. Além deste do
processo egocentrico, vem junto a idolatria pelo corpo, anormalidade fantasiosa que mais parecem deuses.
Não é preciso ser um um grande
pintor para realizar este quadro que sombreia o horizonte dos que buscam maior
satisfação no corpo e no seu deus dinheiro. Podemos até dizer, um ateísmo
camuflado, indiferente ao mundo real que vivem.
Enebreados estão pelos ídolos do ter
e poder, pelo hedonismo egoista, pela prosperidade que cega a ordem dos valores
éticos e morais. Do mundo racional e uma
desordem sexual quando o amor é relevado em prol ao instinto, sem compromisso e
responsabilidade.
É o homem fazendo-se deus através da
auto-escravidão no desatino da fé. A inversão do plano de Deus para o homem,
que perdem-se no seu livre arbítrio de ser para a simples condição do ter.
A falsa “liberdade de expressão” condena
a própria sociedade a crises existenciais, de comportamento, de
degradação. Por sua vez, as autoridades
do nosso país faz descaso o tempo todo com suas corrupções, um tal de vamos vê,
vamos formar uma comissão, vamos verificar o que houve, e nada, nada, absolutamente
é resolvido.
Mas Deus não quer a humanidade
condenada, escrava dos deuses que arrastam para o fundo do abismo. Quando
enviou seu próprio filho para nos salvar, já anunciava o Amor que convertia,
que despertava todos para a presença divina entre nós, e convidava todos Vinde
e vede a infinita misericórida divina a nos conduzir a uma vida nova. “Deus é rico em misericórdia” e nos mostra
diariamente o quanto é bom renovar a vida, que frutifica o amor infinito de
Deus que vive e reina.
“Deus criou o homem racional, dotado do domínio dos
seus próprios atos, quis deixar o homem entregue à sua própria decisão, de tal
modo que procure por si mesmo o seu Criador e, aderindo livremente a Ele,
chegue à total e beatífica perfeição”. “A liberdade é, no homem, uma força de
crescimento e de maturação na verdade e na bondade. E atinge a perfeição quando
está ordenada para Deus, nossa bem-aventurança”. (Catecismo da Igreja, n.º 1730
/ 1731.).
Luiz
Machado – maio/2013
Nenhum comentário:
Postar um comentário