A soberbia é um sentimento que caracteriza o sujeito que, equivocadamente,
acredita que é superior as demais pessoas com manifestações ostensivas de
arrogância.
Um espelho da sociedade. Uma
sociedade do ter e pelo ter, do status, do glamour, do egoísmo, e tantos outros adjetivos ruins. É isto é a causa do vazio que é preenchido
pelo inconformismo da luxúria.
Não é este um sentimento de ricos,
mas de muitos que se consideram a nata por estar com o poder, do dinheiro, das
baladas, da separação social com os seres vivos deste planeta, as pessoas.
Vivem buscando um lugar para
aparecer. Os bens materiais são seus
refúgios, pois estão sempre querendo mais, mais, mais, e acham que sabem tudo,
acham que é melhor no que faz no que decide.
O soberbo está sempre buscando
estar melhor que os outros, vive um presente de irrealismo, nada plantam de
valor comum, apenas colhem o momento . O topo é seu lugar, seu parâmetro para
comparar-se com as pessoas.
As ameaças de serem atingidos ou superados pelo
outro, os faz depreciar-se e encontra no glamour a sua avaliação de vida,
acreditando que há um momento de satisfação.
Não sabem o que é humildade, só vaidade. A pessoa soberba não aceita ser média, não
aceita ser igual, precisa constantemente de destaque, ser maior, ser
reverenciado, para encher os vazios e a falta de Deus em suas vidas. Aliás, Deus para estes, é funcional, uma vez que como
eternos solitários da vida, apenas o
“chic” os preenche.
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