Brasil de incertezas, de proliferação da pobreza, da miséria, de corruptos e corruptores, de políticos focados apenas nos seus interesses. Pobre do meu Brasil e do seu povo, que luta para sobreviver, e são iludidos pela esmola dos auxílios.
Chora retumbante de tantas roubalheira, de tanta injustiça, dos seus poderes podres.
Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.
Mas, teu gigantismo está se diluindo pelos desmatamentos desfreados, por uma raça de políticos dissimulados, uma verdadeira escória para estar representando um povo. A beleza da nossa pátria esta envergonhada, e o que esperar do seu futuro.
Mas, se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.
A clava da justiça cegou de vez, se está forte são para eles a fortaleza. Porque os verdadeiros filhos não fogem de fato a luta, do dia a dia, para sobreviver. Mas, não tememos os dissabores, mesmos fracos, somos a maioria, é, porque a minoria, são eles, os ricos, ou melhor, políticos. Vamos a luta pelo nosso país, não tememos a força impositora da ditadura deste governo e seus comparsas.
Brasil terra de ninguém!
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