É importante manter seus alicerces para não se desestruturar. Esta é uma questão que venho observando, o
desmanche de uma equipe competente e que colocou a empresa em um patamar
competitivo diante do que se observa e chama CRISE. Será esta uma situação que ocorreu de
repente? Serão os profissionais culpados
pela geração da má administração de uma organização, que não observou o
futuro?
Bem, de qualquer forma, foi instalada no seio econômico brasileiro. Mas, mexer nos alicerces é a melhor
alternativa? Será que vai trazer solução
para todos os problemas? Será que o problema
simplesmente está nos seus profissionais?
Como estava sendo gerido a empresa?
Por quem? De que forma? Uma gestão de sonhos e auto ilusão? De experimentos? De transferência de responsabilidade e não de
mudança nos processos?
Assim, como todos nós precisamos nos autoconhecer, as
organizações devem também buscar onde está forte, onde está fragilizada, o que
as ameaça, que oportunidades não está enxergando?
E esses pontos
estratégico, simples não, mas requer atitude, requer uma reviravolta na
rotina, rever estratégias, pessoas,
gestores, clientes, mercado, ajustar e adequar-se aos novos tempos. E, para mim,
não é nada estratégico o desmanche de equipes que produziam resultados excelentes
em troca de algo mais barato.
Percebo o cenário
atual tão complicado e desafiador como
sempre foi, o que diferencia, é o quanto os gestores também percebem esta inquietude
sócio/econômico. Ou só conseguiu
enxergar agora?
Portanto,
investir no que se pode e tem para mudar,
é vital para sobrevivência da empresa.
Caso contrário, irá se desestruturar em sua base, e é possível ficar
pior. Pouco dinheiro quer dizer muita
competência e criatividade, e reter os talentos que tem é um destes
investimentos que não podem ser descartados.
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