sexta-feira, 13 de abril de 2012

Eis a páscoa da suprema corte... condenar um feto à morte.

O aborto segundo o STF agora é lei. Os senhores deuses da corte do Brasil disseram não a vida, indicaram um caminho legal a pena de morte. Há de chegar o dia em que eles recorreram ao Deus da vida por vida.  Será que tem direito a isso se infringem a lei do próprio Deus? Nós cristãos católicos repudiamos, pois somos a favor da vida, respeitamos o direito de nascer.  Você é cristão, compartilhe e escreva seu repúdio.

"Legalizar o aborto de fetos com anencefalia, erroneamente diagnosticados como mortos cerebrais, é descartar um ser humano frágil e indefeso. A ética que proíbe a eliminação de um ser humano inocente, não aceita exceções. Os fetos anencefálicos, como todos os seres inocentes e frágeis, não podem ser descartados e nem ter seus direitos fundamentais vilipendiados!

A gestação de uma criança com anencefalia é um drama para a família, especialmente para a mãe. Considerar que o aborto é a melhor opção para a mulher, além de negar o direito inviolável do nascituro, ignora as consequências psicológicas negativas para a mãe. Estado e a sociedade devem oferecer à gestante amparo e proteção

Ao defender o direito à vida dos anencefálicos, a Igreja se fundamenta numa visão antropológica do ser humano, baseando-se em argumentos teológicos éticos, científicos e jurídicos. Exclui-se, portanto, qualquer argumentação que afirme tratar-se de ingerência da religião no Estado laico. A participação efetiva na defesa e na promoção da dignidade e liberdade humanas deve ser legitimamente assegurada também à Igreja.

A Páscoa de Jesus que comemora a vitória da vida sobre a morte, nos inspira a reafirmar com convicção que a vida humana é sagrada e sua dignidade inviolável.

Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, nos ajude em nossa missão de fazer ecoar a Palavra de Deus: “Escolhe, pois, a vida” (Dt 30,19)."



Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida
Presidente da CNBB

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