sexta-feira, 25 de março de 2016

A voz que clama por justiça!

A voz que clama por justiça!  Há mais de dois mil anos, uma voz clamava no deserto por justiça, e, essa voz era de um homem austero, de profunda oração, que conclamava a conversão.  João Batista, suas palavras eram ditas contra o homem e seu egoísmo, do corrupto, do mentiroso, dos que usavam o povo para alcançar seus propósitos.
Hoje, o povo conclama em voz alta, com a mesma força, neste mesmo terreno árido, desértico de autoridades de boa vontade, pedir justiça, saúde, honestidade, ética, transparência, verdade, igualdade de direitos e deveres.  Em tom uníssono, dizer da necessidade do povo, sair do marasmo do comodismo, dizer basta a impunidade, as falcatruas, as corrupções, ao desgoverno, as improbidades administrativas, as malandragens eleitoreiras,  por uma educação descente,  pela valorização profissional de profissionais das diversas categorias, rechaçados, exprimidos, pela imposição dos impostos, enquanto os políticos, nada fazem para o bem do país, a não ser para seus enriquecimentos ilícitos.  É uma vergonha a remuneração destes senhores em detrimento a pobreza do povo brasileiro.  
São vozes que clamam pelo direito de viver e não sobreviver.  O convite é fazer surgir um povo que busca seus direitos, que cobra pelo que paga de imposto, é um convite para sair da acomodação que se encontra, é um convite a consciência de quanto vale seu voto. É um convite de cara limpo, sem as máscaras encontradas no cinismo de tantos políticos. Quem quer “faz a hora não espera acontecer”.  De cara limpa nos fazemos transparentes, sem medo de ser reconhecido, nós temos mais é que ser reconhecido.  Deixa para eles manterem as máscaras, escondendo-se para não serem reconhecidos, e continuarem a fazer suas falcatruas, seus atos ilícitos, suas improbidades, suas atitudes contra os bons costumes e a moral.  Agem como bando, que só destrói.
Essas vozes devem ecoar forte por um ideal de vida digno.  Que sejam vozes que atormentem, pela consciência, nunca pela violência, aqueles que como único anseio, é a própria vida, o quanto proveito pode tirar do cargo que ocupa, o resto, não interessa.  É para estes que nossa voz deve ser transformada em nosso voto, NÃO.
Seja o nosso canto um grito de vitória, de conquista, de renovação, de um novo Brasil, um novo mundo para acolher as pessoas.  Também nunca esqueçamos de que, através da nossa oração, nosso clamor chegue a Deus, que Ele nos fortaleça neste momento, que sejamos sábios em dizer o que é preciso, em fazer o que é preciso.  Que nossa oração seja de fé, buscando força em Deus para nos manter firmes, com consciência de cidadãos patriotas. 

Como povo de Deus, somos a voz que clama por fraternidade, unidade, partilha, amor, solidariedade, justiça, perdão, harmonia, paz, e tantos outros dons, sentimentos.  

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