Uma preocupação recorrente hoje em dia, é a
questão emocional. É vital, para enfrentar os desafios impostos pela vida, a
autoeducação emocional.
E, esta autoeducação, passa focalizando a si mesmo, o que há de melhor ou que se faz necessário
reeducar em mim? Já se fez essa pergunta? E, se fez, teve a coragem de mudar,
ou mais uma vez, faltou coragem, “empurrou com a barriga” como diz o ditado
popular?
Michelangelo respondeu quando lhe perguntaram: Como você faz para construir obras tão
perfeitas?
- Dentro da pedra
já existe uma obra de arte. Eu apenas tiro o excesso de mármore! E, é desse excesso
de mármore, que estamos falando que deve ser retirado para você conseguir completar
a obra de arte. Ser o artista da própria criação.
Tantas e quantas
vezes o presente é vivenciado pelo glamour do ter, que nos torna quase escravos
do vislumbre desta condição, e termina por esquecermos de desenvolver o que há
de melhor em nós, de gerar a consistência para vida do amanhã que chega,
silenciosamente, discretamente, surpreendentemente. O que foi isso, porque está acontecendo, o
que fiz meu Deus? Não entende como Deus deixou isso acontecer, logo comigo. E,
passamos a exigir de Deus explicações.
Passamos a viver
oprimidos pelos nossos pensamentos do ter que nos conduz a um emocional de
ansiedade, medo, frustração, podemos dizer a nos desestruturar como pessoas.
Tudo é efêmero
demais e ao darmos conta disso, estamos exaustos, depressivos, pois não fomos
felizes o quanto pensávamos que éramos.
E, descobrimos que apenas foram preenchidos espaços em nossa vida pelos
devaneios, pela materialidade que são oferecidas, que passam, que
distanciam-nos do nosso real, e sem perceber, vivemos na fantasia de um ou algo
que consideramos ideal.
A raiz do futuro é
o presente que estamos vivendo, plantando, cultivando e semeando novamente,
para a colheita do amanhã. Do contrário, faltará até a própria semente para
plantar, quanto mais o que colher.
Reflita!
Próximo tema: O que
é a melhor empresa para se trabalhar?
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