terça-feira, 9 de outubro de 2012

O homem fazendo-se deus através da auto-escravidão no desatino da fé.


Há uma realidade que pode-se perceber no mundo de hoje  de muita ânsia,  voraciade por exibir o seu quantitativo poder do ter,  e ter mais, e muito mais do que o outro.  Outras exibições do corpo, da matéria, da anormalidade fantasiosa que mais parecem deuses.   Não é preciso ser um artista plástico para pintar este quadro que sombreia o horizonte dos buscam maior satisfação no corpo e no seu deus dinheiro, vivendo quase um ateísmo camuflado, mas indiferente ao mundo real que vivem.  Enebreados estão pelos ídolos do ter e poder, pelo hedonismo egoista, pela prosperidade que cega a ordem dos valores éticos e morais.  Do mundo racional e uma desordem sexual quando o amor é relevado em prol ao instinto, sem compromisso e responsabilidade.

É o homem fazendo-se deus através da auto-escravidão no desatino da fé. A inversão do plano de Deus para o homem, que perdem-se no seu livre arbítrio de ser para a simples condição do ter. A  falsa “liberdade de expressão” condena a própria sociedade a crises existenciais, de comportamento, de degradação. 

Mas Deus não quer a humanidade condenada, escrava dos deuses que arrastam para o fundo do abismo. Quando enviou seu próprio filho para nos salvar, já anunciava o Amor que convertia, que despertava todos para a presença divina entre nós, e convidava todos Vinde e vede a infinita misericórida divina a nos conduzir a uma vida nova.  Deus é rico em misericórdia” e nos mostra diariamente o quanto é bom renovar a vida, que frutifica o amor infinito de Deus que vive e reina. 
“Deus criou o homem racional, dotado do domínio dos seus próprios atos, quis deixar o homem entregue à sua própria decisão, de tal modo que procure por si mesmo o seu Criador e, aderindo livremente a Ele, chegue à total e beatífica perfeição”. “A liberdade é, no homem, uma força de crescimento e de maturação na verdade e na bondade. E atinge a perfeição quando está ordenada para Deus, nossa bem-aventurança”. (Catecismo da Igreja, n.º 1730 / 1731.).

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